-
Galitos, Barreirense e Basket Santo André vencem na jornada da Proliga
-
Banco central chinês anuncia novo apoio após forte queda das bolsas
-
Justiça brasileira impede Meta de usar conteúdos jornalísticos no treino de IA
-
Nikkei perde 1,42% com pressão sobre empresas ligadas à inteligência artificial
-
PSI sobe 1,08% na abertura; EDP Renováveis lidera ganhos
-
PSI abre em alta com EDP Renováveis e EDP entre os destaques
-
Elon Musk ironiza derrota republicana após forte apoio financeiro a Trump
-
Vitória democrata amplia escrutínio sobre centros de dados para inteligência artificial
-
Abdul El-Sayed torna-se primeiro muçulmano eleito para o Senado dos EUA
-
Hakeem Jeffries promete responsabilização por corrupção ao assumir liderança da Câmara
-
Trump atribui derrota republicana à guerra no Irão e aceita resultado eleitoral
-
Ouro recupera e petróleo recua enquanto maioria democrata influencia mercados
-
Manifesto de quase 50 personalidades recoloca habitação no centro do debate
-
Lufthansa antecipa decisão mais rápida de Bruxelas sobre entrada na TAP
-
Pedro Duarte condena intervenção policial contra manifestantes no Porto
-
Uría Menéndez apoia Estado português na reprivatização da TAP
-
Ordem dos Advogados contesta limite horário e atuação policial em protestos
-
Caixa prevê prêmio superior a R$ 1 bilhão na Mega da Virada
-
Niterói testa pagamento por Pix em três linhas municipais de ônibus
-
Enel instalará 240 painéis solares nas instalações da Clin em Niterói
-
Futebolista espanhol morre após colisão com guarda-redes durante jogo
-
Rio de Janeiro reúne 3,3 mil vagas de emprego, estágio e aprendizagem
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública sem baixar maioridade penal
-
Operação contra tráfico no Caniçal termina com três detidos
-
PRF detém homem com drogas escondidas no estepe de carro em Petrópolis
Estatal venezuelana PDVSA denuncia 'ataque cibernético'
A petroleira estatal venezuelana, Petróleos de Venezuela (PDVSA), denunciou nesta segunda-feira (15) um "ataque cibernético com o objetivo de paralisar suas operações", em uma ação coordenada por "interesses estrangeiros", em meio à intensificação da crise com os Estados Unidos após a apreensão de um petroleiro carregado com petróleo venezuelano.
O presidente dos EUA, Donald Trump, anunciou na semana passada que seu país havia apreendido um navio-petroleiro na costa da Venezuela, uma medida sem precedentes no impasse entre Washington e Caracas, que a considerou um "ato de pirataria internacional".
"A empresa foi alvo de um ataque cibernético com o objetivo de paralisar suas operações. Graças à expertise da equipe da PDVSA, as áreas operacionais não foram afetadas e o ataque se limitou ao seu sistema administrativo", afirmou a estatal em um comunicado à imprensa.
"A continuidade operacional do setor está sendo mantida por meio da implementação de protocolos de segurança" para atender à demanda da PDVSA em seu "mercado interno", assim como "aos seus compromissos de exportação", especificou o comunicado.
A vice-presidente e ministra de Hidrocarbonetos da Venezuela, Delcy Rodríguez, pediu no sábado aos trabalhadores do setor petrolífero que "ficassem vigilantes contra qualquer tentativa de sabotagem ou guerra cibernética contra a indústria", segundo uma mensagem da PDVSA divulgada no Telegram.
Ela também solicitou que os funcionários se concentrassem em "aumentar a vigilância" em relação à "segurança física das instalações e à segurança cibernética das operações", de acordo com a mensagem, que foi posteriormente apagada da plataforma de mensagens.
A PDVSA rejeitou, em comunicado divulgado nesta segunda-feira, a "ação desprezível, orquestrada por interesses estrangeiros em conluio com atores apátridas".
O governo Trump pressiona a Venezuela há mais de três meses, com uma significativa mobilização naval no Caribe e ataques mortais contra supostas embarcações do tráfico de drogas, que resultaram na morte de quase 90 pessoas.
Caracas acredita que essa operação visa, na verdade, derrubar o presidente Nicolás Maduro, cuja reeleição Washington considera ilegítima.
No entanto, a apreensão do petroleiro é inédita nesta crise.
Segundo Washington, a embarcação transportava petróleo venezuelano e havia sido alvo de sanções do Departamento do Tesouro dos EUA em 2022 por supostos vínculos com a Guarda Revolucionária do Irã e o Hezbollah.
O principal recurso da Venezuela é o petróleo, que está sujeito a embargo dos EUA desde 2019. Isso obriga o país a vender sua produção no mercado clandestino a preços significativamente mais baixos, principalmente para países asiáticos.
U.Maertens--VB