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EUA abre nova era de cooperação antidrogas com aliados na América Latina
Os Estados Unidos e seus aliados na América Latina e no Caribe abriram uma nova etapa de cooperação antidrogas mediante extradições, inteligência compartilhada e planos de segurança que em boa parte se baseiam no modelo salvadorenho, apesar das críticas de organismos internacionais.
É o "Escudo das Américas", que o presidente americano, Donald Trump, e mandatários de outros 16 países (metade da região) anunciaram no último 8 de março em uma reunião de cúpula realizada em Doral, na Flórida.
No sábado passado, a agência antidrogas (DEA) recebeu o narcotraficante uruguaio Sebastián Marset, após sua captura na Bolívia, apenas um ano depois de entrar na lista de foragidos mais procurados nos Estados Unidos.
Marset se apresentou perante um juiz na segunda-feira, após uma expulsão muito rápida por parte das autoridades bolivianas.
Mas a colaboração também se passa entre outros países, como o bombardeio do Equador a um campo de treinamento de um grupo dissidente das Farc em uma área fronteiriça com a Colômbia.
O presidente colombiano, Gustavo Petro, denunciou este ataque, mas em entrevista à AFP, seu ministro da Defesa, Pedro Sánchez, admitiu que há colaboração entre seu país, o Equador, a Venezuela e os Estados Unidos para sufocar estes focos de insurgência.
O FBI (polícia federal americana) abriu um escritório permanente no Equador, cujo governo acaba de declarar toques de recolher nas regiões mais afetadas pela violência do crime organizado.
Na última sexta-feira, Washington também anunciou a detenção para fins de extradição do venezuelano Rafael Enrique Gámez Salas, de 40 anos, acusado de ser um dos líderes de "Los Piratas", filial chilena da gangue Tren de Aragua.
Este líder criminoso poderia ser deportado em breve para o Chile.
- Acelerar o passo -
O governo Trump, consciente da guinada conservadora na região, parece decidido a acelerar o passo antes que se inicie outro ciclo político contrário aos seus interesses.
A colaboração às vezes passa por outros caminhos mais inesperados.
Em janeiro, o Departamento de Segurança Interna anunciou a detenção do chileno Armando Fernández Larios, ex-militar e agente da DINA, a temida polícia política do regime de Augusto Pinochet.
Larios, que tinha se declarado culpado do assassinato do ex-ministro chileno Orlando Letelier, em Washington, em 1976, morava nos Estados Unidos desde o fim dos anos 1980.
Após quase quatro décadas, ele poderia ser expulso em breve para seu país, confirmou à AFP um porta-voz do Departamento de Segurança Interna.
- Os três países relutantes -
A cooperação em inteligência se mantém com Brasil, México e Colômbia, que não participaram da cúpula de Doral, admitem os presidentes destes países e fontes diplomáticas em Washington.
Trump mantém a pressão sobre a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum, como demonstra a violenta operação que resultou na morte do chefão Nemesio Oseguera "El Mencho", líder do Cartel Jalisco Nova Geração (CJNG).
"A pressão econômica do presidente Donald Trump e suas ameaças militares veladas a obrigaram a agir", avalia Amanda Mattingly, ex-diplomata e fundadora da ACM Global Intelligence.
Com o Brasil, o próximo capítulo de uma relação com altos e baixos poderia ser a designação oficial das poderosas facções criminosas Comando Vermelho (CV) e Primeiro Comando da Capital (PCC) como grupos terroristas.
Esta denominação gera tensões no governo brasileiro.
Consultado pela AFP, um porta-voz do Departamento de Estado informou que Washington não "antecipa possíveis designações como organizações terroristas", mas que está "comprometido a tomar as medidas apropriadas contra grupos estrangeiros que participem de atividades terroristas".
Essa luta, que inclui aspectos novos e controversos como os ataques contra supostas lanchas usadas pelo narcotráfico no Caribe, provocam alarme em alguns países da região.
"Estas execuções extrajudiciais em série violam gravemente o direito à vida", denunciou o relator especial da ONU para a luta contra o terrorismo, Ben Saul, durante as audiências que a Comissão Interamericana de Direitos Humanos (CIDH) acaba de realizar na Guatemala.
"A CIDH carece de competência para examinar as questões (que) se referem à interpretação e à aplicação do direito internacional humanitário", reagiu o Departamento de Estado.
H.Kuenzler--VB