-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
-
LSAP exige fim do turismo de combustível e critica reforma tributária
Presidentes de Argentina e Romênia são convidados para reunião inaugural do 'Conselho de Paz' de Trump
Os presidentes de Argentina e Romênia afirmaram neste domingo (8) que foram convidados para a reunião inaugural do controverso "Conselho de Paz" do presidente americano Donald Trump, que será realizada em Washington, em 19 de fevereiro.
Concebido por Trump como um mecanismo para supervisionar a trégua em Gaza e a reconstrução do pós-guerra no território palestino, o mandato do conselho foi ampliado desde então para abranger a resolução dos conflitos armados no mundo, o que, segundo os críticos, pode transformá-lo em uma entidade rival das Nações Unidas.
Embora alguns países tenham aceitado participar, como a Argentina de Javier Milei e a Hungria de Viktor Orban, outros rejeitaram o convite, entre eles França, Itália, Noruega, República Tcheca e Nova Zelândia.
Milei comparecerá ao evento inaugural, mas não estará presente na cerimônia de gala que será celebrada na segunda-feira na residência de Trump em Mar-a-Lago, Flórida, à qual pretendia ir, anunciou hoje o chefe de gabinete do mandatário argentino, Manuel Adorni.
Ontem, o primeiro-ministro húngaro indicou que também recebeu um convite para a reunião e que tinha a intenção de ir.
Em uma publicação em sua página do Facebook, o presidente da Romênia, Nicusor Dan, disse neste domingo que recebeu um convite para a reunião inaugural do "Conselho de Paz", mas ressaltou que sua presença ainda não estava garantida.
Isso vai depender "das conversas com nossos parceiros americanos sobre o formato da reunião para países como a Romênia, que não são atualmente membros do 'Conselho de Paz', mas desejam aderir sob a condição de uma revisão de sua Carta" fundacional, acrescentou.
A Casa Branca não respondeu a um pedido de comentários da AFP.
- Rival da ONU? -
Trump lançou sua iniciativa de um "Conselho de Paz" no Fórum Econômico Mundial de Davos em janeiro, e cerca de 19 países firmaram sua carta fundacional.
Seu preâmbulo critica implicitamente a ONU, ao afirmar que o conselho deverá ter "a coragem de se afastar de abordagens e instituições que falharam com muita frequência".
Essas declarações causaram incômodo a muitos governantes estrangeiros, entre eles o francês Emmanuel Macron e o brasileiro Luiz Inácio Lula da Silva, que esta semana defenderam o fortalecimento da ONU em resposta ao convite do presidente americano.
Em janeiro, Lula acusou Trump de querer se tornar o "dono" de uma "nova ONU".
Dezenas de líderes mundiais receberam convites para fazer parte do "Conselho de Paz". Os membros permanentes devem pagar 1 bilhão de dólares de taxa de adesão.
Alguns países já rejeitaram fazer parte desse conselho, e outros afirmaram que só poderiam considerá-lo se houvesse mudanças em sua carta fundacional.
Segundo a carta vigente, o "Conselho de Paz" conta com Trump tanto como presidente do organismo quanto como representante dos Estados Unidos.
O republicano tem controle total: é o único autorizado a convidar outros dirigentes e pode cancelar sua participação, salvo em caso de "veto por uma maioria de dois terços dos Estados-membros".
Trump, na qualidade de presidente, terá "autoridade exclusiva para criar, modificar ou dissolver entidades conforme seja necessário", e só poderá ser substituído em caso de "renúncia voluntária ou por incapacidade", afirma o documento.
F.Mueller--VB