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Irã diz querer evitar guerra e privilegiar diplomacia
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, afirmou neste sábado (31) que uma guerra não é do interesse de Teerã nem de Washington, enquanto o presidente Donald Trump assegurou que o Irã "está conversando" com seu governo, em um esforço diplomático diante da ameaça americana de ataques militares.
"O Irã nunca buscou nem busca de modo algum a guerra, e está firmemente convencido de que uma guerra não beneficiaria nem o Irã, nem os Estados Unidos, nem a região", declarou Pezeshkian em uma conversa telefônica com seu homólogo do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, segundo informou a Presidência iraniana.
"O Irã está falando conosco e veremos se podemos fazer alguma coisa; caso contrário, veremos o que acontece... Temos uma grande frota deslocada lá", disse Trump à Fox News.
Trata-se de uma força naval de ataque liderada pelo porta-aviões "USS Abraham Lincoln".
O deslocamento desperta temores de uma confrontação direta com o Irã, que advertiu que responderá com mísseis contra bases americanas no Oriente Médio e atacando seus aliados, em particular Israel.
O Irã advertiu neste sábado os Estados Unidos e Israel de que suas forças estão em "alerta máximo".
Trump tem ameaçado lançar um ataque militar desde a repressão brutal a uma onda de protestos iranianos contra o regime, que, segundo várias ONGs, deixou milhares de mortos.
O chanceler iraniano, Abbas Araghchi, afirmou que seu país está disposto a negociar sobre seu programa atômico "em pé de igualdade", e não sob ameaça, e ressaltou que "nunca" aceitará negociar sobre suas capacidades em matéria de mísseis e defesa.
O secretário do mais alto órgão de segurança do Irã, Ali Larijani, mostrou-se moderadamente otimista.
"Ao contrário do que diz a propaganda de guerra artificialmente criada pela mídia, a implementação de um marco de negociação está avançando", escreveu neste sábado no X, após se reunir na sexta-feira, em Moscou, com o presidente russo, Vladimir Putin.
Por sua vez, o primeiro-ministro e chanceler do Catar, xeque Mohammed bin Abdulrahman Al Thani, viajou neste sábado a Teerã para tentar "reduzir as tensões" na região, informou o Ministério das Relações Exteriores.
- Incidentes -
Os Estados Unidos, Israel e várias potências ocidentais asseguram que o programa nuclear iraniano têm o objetivo de alcançar a bomba atômica, o que Teerã nega.
Em meio a crescentes tensões, as autoridades iranianas se apressaram em negar que vários incidentes ocorridos neste sábado estivessem relacionados a algum ataque ou sabotagem.
Durante horas, não se sabia o que havia causado uma explosão em um prédio residencial na cidade portuária do sul do Irã de Bandar Abbas. Finalmente, os bombeiros locais afirmaram que se deveu a um vazamento de gás.
O Corpo da Guarda Revolucionária Islâmica (CGRI) negou que os edifícios de suas forças navais na província tenham sido alvo de um ataque, segundo a agência de notícias Fars.
Além disso, as redes sociais ecoaram o boato de que o chefe das forças navais da Guarda da Revolução havia sido assassinado. A agência Tasnim atribuiu isso a "uma operação psicológica" realizada por "correntes anti-Irã".
A televisão pública também se antecipou para afirmar que uma nuvem de fumaça formada em Parand, nos arredores da capital, Teerã, foi "causada por um pequeno incêndio".
Washington já atacou três usinas nucleares iranianas, em 22 de junho, como parte de uma guerra de 12 dias entre Israel e Irã.
Os ataques israelenses miraram vários alvos militares, matando altos comandantes das forças iranianas e cientistas do programa nuclear.
- Manobras iranianas -
Na sexta-feira, o Comando Central dos Estados Unidos (Centcom) afirmou que a Guarda Revolucionária iraniana, o exército ideológico do regime, organizará "um exercício naval de dois dias com fogo real" no Estreito de Ormuz, um ponto muito sensível por onde passam gás liquefeito e petróleo procedentes do Golfo.
Em um comunicado, o Centcom aconselhou a Guarda a não adotar "qualquer comportamento inseguro e pouco profissional nas proximidades de forças americanas".
O governo dos Estados Unidos classificou a Guarda Revolucionária como organização terrorista em 2019, durante o primeiro mandato de Trump.
Uma iniciativa que a União Europeia (UE) também adotou na quinta-feira. O Irã prometeu adotar uma resposta.
G.Frei--VB