-
G7 aumenta a pressão sobre a Rússia para pôr fim à guerra na Ucrânia
-
Jürgen Klopp é criticado por declarações sobre Nagelsmann
-
Colômbia decide entre esquerda no poder e candidato alinhado a Trump
-
Tropeço da Espanha coloca Argentina de Messi e França de Mbappé em alerta
-
Visto de jogador iraniano expira após entrada nos Estados Unidos
-
Irã afirma que nova fase de diálogo com EUA pode começar esta semana
-
Goleiro mexicano Ochoa sugere aposentadoria do futebol em vídeo à Fifa
-
Trump diz que Rússia deve 'alcançar acordo' com Ucrânia durante reunião do G7
-
Venus e Serena Williams disputarão juntas em duplas em Wimbledon
-
Zagueiro alemão Rüdiger renova com o Real Madrid até 2027
-
EUA planejam criar depósito permanente de armas na Austrália
-
Irã insiste que acabar com a guerra no Líbano é parte fundamental do acordo com EUA
-
Cantora Bonnie Tyler sai do coma induzido
-
Tunísia demite Sabri Lamouchi e anuncia Hervé Renard como novo técnico
-
Torcida argentina faz bandeiraço em Kansas antes da estreia na Copa do Mundo contra a Argélia
-
Comunidade iraniana em Los Angeles protesta contra sua seleção na Copa do Mundo
-
Irã e Nova Zelândia empatam (2-2) em Los Angeles na estreia na Copa do Mundo
-
Redes sociais e vídeos superam mídia tradicional como fonte de informação em 2026
-
Queda de bombardeiro em base militar deixa oito mortos nos EUA
-
Uruguai empata com Arábia Saudita (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Cacique Raoni volta a ser internado; estado de saúde é grave
-
Oito pessoas presumidas mortas em queda de bombardeiro nos EUA
-
Guerra com Irã não deixa vencedores claros, dizem especialistas
-
Governador da Califórnia acusa Trump de investigá-lo por vingança
-
Hezbollah diz que repeliu força israelense no sul do Líbano
-
Haaland está pronto para causar um "grande impacto" na Copa do Mundo, diz técnico norueguês
-
Reino Unido vai fornecer combustível nuclear à Ucrânia e endurecer sanções contra Rússia
-
Brasil treina sem Raphinha, Bruno Guimarães e Gabriel Magalhães
-
Mbappé chega à Copa do Mundo com contas pendentes e recordes no horizonte
-
SpaceX tem arrecadação recorde em estreia na bolsa
-
Bélgica empata com Egito (1-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Messi 'será ainda mais fundamental' nesta Copa do Mundo, prevê Scaloni
-
Cacique Raoni volta a ser internado em UTI; estado de saúde é grave
-
Vozinha, o goleiro que parou a Espanha na Copa do Mundo
-
Inglaterra tem talento e confiança para ser campeã, garante Saka
-
'Precisamos ter humildade', diz Otamendi sobre a atual campeã Argentina
-
Trump chega à cúpula do G7 após acordo com Irã e com foco na Ucrânia
-
Pausa para hidratação na Copa do Mundo: saúde ou interesse comercial?
-
Guerra contra Irã livrou Israel de ameaça de 'destruição nuclear', diz Netanyahu
-
Estreito de Ormuz será 'completamente aberto' na 6ª após acordo com Irã, diz Trump
-
Líder palestino Mahmoud Abbas anuncia eleições presidenciais em 2027
-
Espanha empata sem gols com Cabo Verde na estreia de Yamal em Copas
-
Atalanta anuncia Maurizio Sarri como novo técnico
-
Michael Olise, o diamante misterioso da França
-
Os dirigentes iranianos eliminados durante a guerra no Oriente Médio
-
Justiça britânica revisará condenação de jovem sikh que matou estudante
-
Flamengo culpa Bielsa e Uruguai por lesão de Arrascaeta
-
França e seu trio mágico entram em cena na Copa do Mundo
-
Tiago Splitter se aproxima de acordo para comandar o Chicago Bulls
-
Dirigentes da Tunísia discutem futuro do técnico Sabri Lamouchi
Trump chega ao G7 na França após alcançar acordo com o Irã
Um Donald Trump em alta participa nesta segunda-feira (15) da reunião de cúpula do G7 na França, onde os demais líderes querem saber se o acordo firmado com o Irã para encerrar a guerra prevê a cobrança de pedágio para petroleiros no Estreito de Ormuz.
Ao anunciar o acordo, Trump celebrou nas redes sociais "a reabertura do Estreito de Ormuz sem cobrança de pedágio", mas, segundo a agência iraniana Fars, Teerã incluiu de última hora uma cláusula relacionada ao pagamento de uma tarifa sob a denominação de "serviços marítimos".
A rota crucial para o comércio mundial de hidrocarbonetos dominará a abertura dos três dias de cúpula em Evian, às margens do Lago Léman, embora outros temas sensíveis também estejam na pauta, como os mais recentes ataques russos na Ucrânia.
"Defendemos o direito internacional e faremos todo o possível para que não haja pedágio", declarou o presidente francês, Emmanuel Macron, à emissora TF1 poucas horas antes do início da reunião. Sem revelar detalhes, ele destacou que a "prioridade" é a reabertura de Ormuz.
Como anfitrião, Macron pretende impulsionar uma agenda carregada de temas delicados, que vão desde a redução dos desequilíbrios econômicos globais até o aumento da regulação do ambiente digital, especialmente em inteligência artificial, além da "diversificação" do fornecimento de terras raras.
O G7 quer reabrir rapidamente o Estreito de Ormuz para aliviar a pressão sobre os preços do petróleo, que reagiram com queda significativa ao anúncio do acordo entre Estados Unidos e Irã.
Mas, enquanto os detalhes não são conhecidos, França e Reino Unido já preparam uma missão conjunta para ajudar na reabertura de Ormuz, ao lado de outros aliados. O porta-aviões francês Charles de Gaulle pode "ser mobilizado em dois ou três dias", afirmou Macron.
Outra incógnita diz respeito às implicações do acordo para o Líbano, bem como para as atividades nucleares e balísticas do Irã.
- Desfile de líderes -
Com a chegada do presidente brasileiro, Luiz Inácio Lula da Silva, começou nesta segunda-feira um desfile de líderes mundiais em Evian.
Embora apenas sete países integrem o grupo das grandes economias industrializadas - Estados Unidos, Alemanha, Japão, Reino Unido, França, Itália e Canadá -, Paris quer ampliar o alcance do encontro.
Líderes árabes, entre eles o presidente do Egito, Abdel Fatah al-Sisi, o emir do Catar e o presidente dos Emirados Árabes Unidos, participarão das discussões sobre o Irã. Também é esperada a presença, em algumas sessões, dos líderes do Brasil, Índia, Quênia e Coreia do Sul.
Por sua vez, Sam Altman, CEO da OpenAI, Dario Amodei, da Anthropic, e Arthur Mensch, da rival europeia Mistral AI, discutirão na quarta-feira (17), durante um almoço, a proteção de menores no ambiente digital.
"O objetivo é alcançar novos acordos, convergências entre os países do G7 e seus parceiros (...), encontrar soluções comuns, reduzir as tensões no mundo e melhorar a situação de nossas economias", afirmou Macron em um vídeo publicado no Instagram.
Milhares de policiais e militares participam do esquema de segurança, que se estende à vizinha Suíça, do outro lado do Lago Léman. No domingo (14), houve confrontos entre policiais e manifestantes contrários ao G7 na cidade suíça de Genebra.
- China e terras raras -
Os líderes europeus e o Canadá também pretendem lembrar a Trump a importância de pressionar a Rússia a aceitar uma paz nos termos defendidos pela Ucrânia, mais de quatro anos após a invasão do país vizinho.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, que chegará a Evian na terça-feira (16), pediu aos líderes do G7 que aumentem a pressão sobre Moscou após a mais recente onda de ataques russos, que deixou ao menos 11 mortos e provocou um incêndio em uma catedral histórica de Kiev.
De forma incomum, o presidente americano prolongará sua estadia na França com um jantar ao lado de Macron no Palácio de Versalhes, nos arredores de Paris, na quarta-feira, após o encerramento da cúpula.
Embora a China não faça parte do G7, o país será um tema central das discussões. Os líderes abordarão questões como o domínio de Pequim sobre o mercado de terras raras, essenciais para as transições energética e digital.
"Atualmente, a China acumulou muitas reservas e existem dependências", explicou Macron, demonstrando confiança de que o G7 alcançará um acordo para "diversificar" as fontes de obtenção de terras raras e evitar "bloqueios".
F.Fehr--VB