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Bachelet espera que o mundo esteja 'preparado' para uma mulher na chefia da ONU
A ex-presidente do Chile Michelle Bachelet, candidata à secretária-geral da ONU, disse nesta terça-feira (21) que espera que o mundo esteja finalmente "preparado" para ter uma mulher nesse cargo.
Desde a criação das Nações Unidas ao final da Segunda Guerra Mundial, os nove secretários-gerais foram todos homens, e muitos países defendem há anos a indicação de uma mulher.
Em 2016, apesar de muitas candidatas, António Guterres ganhou a disputa.
"Se sou cortês, diria que o mundo não estava preparado. Está agora? Espero que sim", declarou Bachelet aos jornalistas ao final de três horas de audiência perante os Estados-membros.
"Seria um sinal muito positivo [...] Daria esperança a muita gente", acrescentou.
Em um mundo atravessado por guerras, a candidata pediu aos Estados-membros que se trabalhe por reconstruir a confiança na ONU, particularmente dando continuidade à reforma da organização, atolada em uma crise política e financeira.
Também defendeu um secretário-geral "bastante presente no terreno", que seja "a voz da moralidade" e capaz de "dizer o que pensa", mesmo sob a pressão dos Estados poderosos.
Embora a desconfiança em relação à ONU fique constantemente evidente com a paralisia do Conselho de Segurança em diversos temas relevantes, Bachelet reconheceu que não tem uma fórmula para mudar as coisas.
"Não tenho uma poção mágica que possa dar aos Estados-membros, particularmente ao P5 [os cinco membros permanentes do Conselho de Segurança], para que bebam e todos se tornem amigos", declarou aos jornalistas.
Outros dois latino-americanos e um africano concorrem para obter o que a presidente da Assembleia Geral, Annalena Baerbock, descreveu como "um dos trabalhos mais difíceis do mundo".
Até esta quarta-feira, os outros candidatos serão ouvidos pelos Estados-membros: o argentino Rafael Grossi, de 65 anos, a costarricense Rebeca Grynspan, de 70, e o senegalês Macky Sall, de 64.
Perguntada sobre o que a torna a melhor candidata para suceder ao português Guterres em 1º de janeiro de 2027, Michelle Bachelet, de 74 anos, insistiu em sua "ampla experiência". Mas "não venham me falar da idade", comentou. "Sempre digo que tenho uma juventude acumulativa."
Nesta terça, Grossi também foi ouvido em audiência. O diplomata argentino ressaltou a necessidade de que o próximo secretário-geral compareça "de verdade" no terreno, ao destacar sua experiência nesse sentido à frente da Agência Internacional de Energia Atômica (AIEA).
"Espero que tenhamos, e que eu seja para vocês, um secretário-geral que não somente tome partido, mas que também atue e seja parte da solução para os problemas relacionados com o uso da força nas relações internacionais", declarou.
Guterres tem sido criticado por não se envolver diretamente, ou não exercer influência, nos conflitos na Ucrânia e no Oriente Médio.
H.Kuenzler--VB