-
Ataques russos e ucranianos deixam seis mortos
-
França e Reino Unido firmam novo acordo para frear fluxo migratório no Canal da Mancha
-
Irã descarta reabrir Ormuz após apreender 2 navios, um de bandeira panamenha
-
Candidata a secretária-geral classifica ONU como 'conservadora em matéria de riscos'
-
Seria 'uma grande perda' se Verstappen deixasse a F1, dizem Norris e Piastri
-
Barça vence Celta (1-0) e segue firme rumo ao título; Lamine Yamal se lesiona
-
México e Washington trocam acusações após morte de dois agentes dos EUA
-
Nice vence na visita ao Strasbourg (2-0) e vai enfrentar Lens na final da Copa da França
-
Manchester City rebaixa Burnley (1-0) e assume liderança da Premier League
-
Bayern vence Leverkusen (2-0) e vai à final da Copa da Alemanha
-
Medo e incerteza entre latino-americanos retidos no Congo após expulsão dos EUA
-
Atlético de Madrid tem Almada expulso e perde (3-2) na visita ao Elche
-
Papa pede na Guiné 'respeito aos direitos de cada cidadão' após visitar uma prisão
-
PSG vence Nantes (3-0) em jogo adiado e abre 4 pontos na liderança do Francês
-
Robôs movidos por IA dão esperança e novas perspectivas à indústria alemã
-
'Colômbia Solar': símbolo da ambiciosa, mas limitada, transição energética de Petro
-
Gnabry anuncia que vai desfalcar Alemanha na Copa do Mundo de 2026
-
Médicos e pacientes protestam contra crise no sistema de saúde do Equador
-
Irã afirma que apreendeu dois navios no Estreito de Ormuz
-
Chelsea demite técnico Liam Rosenior após apenas três meses e meio
-
'Gás do riso' gera preocupação na França por seu impacto sobre os jovens
-
Irã intensifica repressão com prisões e execuções durante a guerra
-
'Detox digital' avança entre jovens nos EUA
-
Starmer descarta se demitir por nomear embaixador ligado a Epstein
-
Supremo Tribunal da Espanha confirma absolvição de Neymar
-
Irã anuncia apreensão de navios que tentavam atravessar o Estreito de Ormuz
-
Papa critica condições dos pobres e dos presos na Guiné Equatorial
-
Censo demográfico na Índia, um desafio do tamanho do país
-
Ucrânia retoma transporte de petróleo russo para a Europa
-
Papa visitará prisão na última etapa de sua viagem pela África
-
Nasa revela novo telescópio espacial Roman, que criará um 'atlas do universo'
-
TPI rejeita recurso no caso do ex-presidente filipino Duterte
-
Petro interrompe negociações de paz com uma das maiores guerrilhas da Colômbia
-
Anthropic investiga acesso não autorizado ao seu modelo de IA Mythos
-
Índia estabelece 'sino da água' nas escolas para combater a onda de calor
-
Toluca denuncia racismo contra o brasileiro Helinho
-
Petro encerra negociações de paz com uma das maiores guerrilhas da Colômbia
-
Virgínia aprova novo mapa eleitoral antes das 'midterms' nos EUA
-
Trump estende trégua indefinidamente, diante de um Irã desafiador
-
Bachelet espera que o mundo esteja 'preparado' para uma mulher na chefia da ONU
-
Chefe de órgão eleitoral do Peru renuncia após irregularidades no pleito
-
Kevin Warsh, de linha-dura contra a inflação a aliado de Trump
-
Homem é executado na Flórida após passar 35 anos no corredor da morte
-
Trump estende cessar-fogo com Irã, que ameaça países do Golfo
-
Com gols de Vini e Mbappé, Real Madrid vence Alavés (2-1) e fica a 6 pontos do líder Barça
-
Inter vence Como de virada (3-2) e avança à final da Copa da Itália
-
Lens vence Toulouse (4-1) e vai à final da Copa da França
-
Ataque armado em pirâmide no México foi planejado, dizem autoridades
-
Chelsea perde para o Brighton (3-0) no Inglês, sua 5ª derrota consecutiva sem marcar gol
-
Leicester, campeão da Premier League em 2016, é rebaixado para a 3ª divisão inglesa
Trump estende cessar-fogo com Irã, que ameaça países do Golfo
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, decidiu nesta terça-feira (21) estender indefinidamente o cessar-fogo com o Irã, que havia ameaçado destruir a capacidade de produção de petróleo de seus vizinhos do Golfo caso fosse atacado por esses países.
Trump afirmou em sua plataforma Truth Social que a extensão foi solicitada pelo Paquistão, "dado o fato de o governo iraniano estar seriamente fragmentado, o que não é surpreendente".
"Fomos solicitados a suspender nosso ataque ao Irã até que seus líderes e representantes apresentem uma proposta unificada", declarou.
"Estenderei o cessar-fogo", afirmou, ordenando às forças armadas que "continuem o bloqueio naval" dos portos iranianos.
Mais cedo, Trump havia se vangloriado da "posição sólida" de seu país em relação a possíveis negociações. "Vamos fechar um ótimo acordo. Acho que eles não têm outra opção", disse ele à CNBC.
O primeiro-ministro do Paquistão, Shehbaz Sharif, agradeceu ao presidente dos EUA pela prorrogação.
"Espero sinceramente que ambos os lados continuem a cumprir o cessar-fogo e consigam concluir um 'Acordo de Paz' abrangente durante a segunda rodada de negociações, agendada para Islamabad, para um fim permanente do conflito", escreveu no X.
- "Podem dar adeus ao petróleo" -
A Guarda Revolucionária do Irã, o exército ideológico da república islâmica, ameaçou nesta terça-feira destruir a produção de petróleo no Oriente Médio.
"Se a sua geografia e as suas instalações forem usadas a serviço de inimigos para atacar a nação iraniana, podem dar adeus à produção de petróleo no Oriente Médio", advertiu o comandante da Força Aeroespacial da Guarda Revolucionária, Majid Mousavi, aos países do Golfo, segundo a agência de notícias Fars.
Antes dessas ameaças, os preços do petróleo subiam em meio à incerteza sobre se as negociações no Paquistão seriam retomadas poucas horas antes do fim do cessar-fogo.
Teerã se recusa a enviar uma delegação de volta ao Paquistão para uma segunda rodada de negociações com os Estados Unidos, após o fracasso da primeira sessão em 11 de abril.
A Casa Branca confirmou na tarde desta terça-feira que o vice-presidente, JD Vance, não viajaria ao Paquistão para as negociações com o Irã.
O porta-voz do Ministério das Relações Exteriores do Irã havia declarado anteriormente que seu país ainda não havia tomado uma decisão final sobre sua participação.
"O motivo não é a indecisão; o motivo dessa situação é que estamos enfrentando mensagens contraditórias, comportamentos contraditórios e ações inaceitáveis por parte dos Estados Unidos", declarou o porta-voz Esmaeil Baqaei.
A primeira rodada de negociações terminou sem avanços em questões substanciais, como o programa nuclear iraniano, o que aumentou as tensões no Estreito de Ormuz, onde os Estados Unidos acusam Teerã de disparar contra navios.
O presidente do Parlamento iraniano, Mohammad Bagher Ghalibaf, principal negociador nas conversas, afirmou que o país não aceitaria o diálogo "sob a sombra das ameaças" de Trump e que "jogaria novas cartas no campo de batalha" caso a guerra recomeçasse.
O ministro das Relações Exteriores iraniano, Abbas Araghchi, alertou que o Irã sabe como "resistir a intimidações", denunciando o bloqueio americano aos portos do país como "um ato de guerra e, portanto, uma violação do cessar-fogo".
- "Libertar" mulheres iranianas -
Antes de anunciar a prorrogação do cessar-fogo, Trump pediu a Teerã que "libertasse" várias mulheres que supostamente corriam o risco de serem executadas. Afirmou que seria "um ótimo começo para as negociações".
A AFP não pôde confirmar essas ameaças de execução nem a identidade das mulheres cujas fotos o presidente americano exibiu para apoiar seu pedido.
O Irã negou ter feito qualquer ameaça de execução contra elas.
Em Teerã, os principais aeroportos reabriram na segunda-feira, após várias semanas, em uma tentativa de recuperar a normalidade.
Alguns moradores da capital, contatados pela AFP em Paris, aproveitam o cessar-fogo para relaxar, embora com o receio de que a guerra retorne em breve.
"Saí sem estresse, fiz caminhadas, fui a cafés e restaurantes", contou Mobina Rasoulian, uma estudante de 19 anos, que passeava por Teerã.
- Trégua frágil -
Um cessar-fogo de 10 dias permanece em vigor no Líbano, mas muitos moradores temem que a trégua seja rompida. O exército israelense afirmou ter atacado um lançador de foguetes do Hezbollah nesta terça-feira, depois que o movimento xiita apoiado pelo Irã disparou contra suas tropas posicionadas no país vizinho.
Em um comunicado, o Hezbollah disse que estava "em defesa do Líbano e de seu povo, e em resposta às flagrantes" violações do cessar-fogo por Israel.
O Líbano se tornou uma outra frente na guerra depois que o Hezbollah o arrastou para o conflito em 2 de março, lançando foguetes contra Israel em apoio ao Irã. Pelo menos 2.454 pessoas morreram em bombardeios israelenses.
Israel e Líbano realizarão uma segunda rodada de negociações em Washington na quinta-feira, afirmou um funcionário do Departamento de Estado americano à AFP.
burs-jfx/arm-erl/dbh-an/dbh/an/cjc/aa
T.Ziegler--VB