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Comitê legislativo dos EUA aprova processo contra casal Clinton no caso Epstein
Um comitê da Câmara dos Representantes dos Estados Unidos aprovou nesta quarta-feira (21) iniciar um procedimento por desacato ao Congresso contra Bill e Hillary Clinton por se recusarem a depor em uma investigação sobre o criminoso sexual Jeffrey Epstein.
O Comitê de Supervisão da Câmara, de maioria republicana, acusa o ex-presidente e a ex-secretária de Estado democratas de desobedecerem, há uma semana, intimações para comparecer pessoalmente e depor sobre seus vínculos com Epstein, que morreu na prisão em 2019.
Agora, a Câmara dos Representantes, também dominada por republicanos, deverá decidir, em data ainda a ser definida, se cita formalmente os Clinton por desacato e os encaminha ao Departamento de Justiça para enfrentar possíveis ações penais.
"Nenhuma testemunha, seja ex-presidente ou um simples cidadão, pode desafiar deliberadamente uma intimação do Congresso sem consequência", disse o republicano James Comer, presidente do poderoso Comitê, durante a votação, que recebeu apoio de ambos os partidos.
"Foi isso que os Clinton fizeram", acrescentou.
O Comitê examina como as autoridades conduziram investigações anteriores sobre Epstein, cuja morte, enquanto aguardava julgamento por acusações de tráfico sexual, foi considerada um suicídio.
Os Clinton afirmam que a investigação está sendo usada para atacar adversários políticos do presidente Donald Trump, que, por sua vez, foi amigo de Epstein anos atrás e não foi chamado a depor.
"Donald Trump lidera o encobrimento da Casa Branca dos arquivos sobre Epstein. Todos sabemos que o próprio Epstein disse que Donald Trump foi seu melhor amigo durante dez anos", afirmou o deputado Robert Garcia, líder democrata no Comitê.
Trump passou meses tentando bloquear a divulgação dos arquivos relacionados a Epstein.
O presidente e funcionários do Departamento de Justiça são acusados pelos democratas de encobrimento, por terem publicado apenas uma fração dos autos do caso, apesar de uma lei exigir que eles fossem tornados públicos integralmente há mais de um mês.
Nem Trump nem os Clinton foram acusados de conduta criminosa relacionada a Epstein.
Mas os republicanos sustentam que os vínculos passados desse casal democrata com Epstein, incluindo o uso por Bill Clinton de seu avião particular no início dos anos 2000, justificam um interrogatório presencial sob juramento.
Os Clinton consideram que as intimações são inválidas porque carecem de um propósito legislativo claro.
Ambos apresentaram declarações juramentadas por escrito descrevendo o que sabem sobre Epstein e sua cúmplice Ghislaine Maxwell, que cumpre uma pena de 20 anos de prisão por tráfico sexual.
Maxwell deverá depor perante o painel em 9 de fevereiro, embora seja esperado que invoque seu direito constitucional de permanecer em silêncio.
G.Schmid--VB