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Trump está 'cada vez mais impaciente' com a Rússia por causa da Ucrânia, diz vice dos EUA
O vice-presidente dos Estados Unidos, JD Vance, advertiu nesta quarta-feira (24) que Donald Trump está "cada vez mais impaciente" com Moscou, um dia depois de Washington endurecer sua posição perante a Rússia após a estagnação dos esforços diplomáticos para encerrar a guerra na Ucrânia.
O presidente americano fez uma reviravolta surpreendente na ONU na terça-feira, ao sugerir que a Ucrânia não apenas poderia recuperar todo o território que perdeu militarmente para a Rússia, mas "inclusive ir além".
"O presidente está ficando cada vez mais impaciente com os russos porque sente que não estão contribuindo o suficiente para encerrar a guerra", disse Vance a jornalistas durante uma viagem à Carolina do Norte.
"Se os russos se negam a negociar de boa-fé, acho que será muito, mas muito ruim para o seu país", acrescentou o vice-presidente americano.
Em uma reunião realizada na manhã desta quarta-feira em Nova York, o titular da diplomacia americana, o secretário de Estado Marco Rubio, pareceu entrar em conflito com seu colega russo, Sergei Lavrov, ao pedir o fim da "matança" na Ucrânia e exigir que Moscou "tome medidas significativas para uma solução duradoura", de acordo com o Departamento de Estado.
Lavrov respondeu, segundo uma nota do Ministério das Relações Exteriores da Rússia, destacando "o caráter inaceitável dos planos promovidos por Kiev e algumas capitais europeias destinados a prolongar o conflito".
Mais cedo, o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, havia elogiado Trump após sua inesperada mudança de postura sobre o conflito, mas advertiu que a Otan por si só não poderia garantir a segurança de seu país.
"Devido ao fato de as instituições internacionais serem fracas demais, esta loucura continua. Mesmo que faça parte da aliança militar de longa data [Otan], isso não significa automaticamente que você está seguro", declarou Zelensky perante a Assembleia Geral da ONU em Nova York.
Zelensky fez um balanço positivo da reunião que manteve na terça-feira com Trump, que descartou o ingresso de Kiev na Otan.
"Tivemos uma boa reunião com o presidente Trump, e também falei com muitos outros líderes fortes, e juntos podemos mudar muitas coisas", relatou Zelensky.
"Obviamente, estamos fazendo tudo o que é possível para garantir que a Europa ajude e, certamente, contamos com os Estados Unidos", acrescentou.
A sugestão de Trump de que Kiev poderia vencer a guerra, com o apoio da União Europeia e da Otan, marcou uma mudança de 180° na postura do mandatário americano, após passar meses afirmando que a Ucrânia não recuperaria partes de seu território tomadas pela Rússia.
Até agora, Trump vinha sendo crítico com Zelensky e próximo a seu colega russo Vladimir Putin, com quem se reuniu no Alasca em 15 de agosto para tentar colocar fim à invasão da Ucrânia.
- Risco na Moldávia -
Zelensky também advertiu nesta quarta-feira sobre o perigo que representa para Europa perder influência sobre a Moldávia em favor da Rússia, o que já aconteceu com Belarus e Geórgia.
"A Rússia está tentando fazer com a Moldávia o que o Irã fez em seu momento com o Líbano, e a resposta global, mais uma vez, não é suficiente. Já perdemos a Geórgia na Europa... e, durante muitos, mas muitos anos, Belarus também vem avançando para a dependência da Rússia. A Europa não pode se permitir perder também a Moldávia", afirmou o líder ucraniano.
A Moldávia é uma ex-república soviética que realizará eleições neste domingo, no momento em que sua presidente, a pró-europeia Maia Sandu, enfrenta uma onda de vídeos falsos e outros tipos de desinformação vinculadas à Rússia.
O líder ucraniano advertiu sobre o desenvolvimento de drones autônomos e veículos aéreos não tripulados capazes de disparar contra outros drones e infraestruturas sensíveis.
"Agora estamos vivendo a corrida armamentista mais destrutiva da história humana, porque, desta vez, inclui a inteligência artificial", advertiu.
"Se o mundo não puder responder a todas as ameaças e não houver uma plataforma sólida para a segurança internacional, haverá alguma paz na Terra?", questionou.
K.Hofmann--VB