-
Uefa e Concacaf mantêm pressão sobre Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Concacaf pede 'revisão integral' da liderança de Infantino na Fifa
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta em meio à crise diplomática
-
Ofensiva judicial de Trump contra a imprensa perde força
-
Federação Alemã pede 'investigação completa' sobre plano abortado pela Fifa
-
Uefa faz duras críticas a Infantino, apesar da retirada de plano de investimento privado
-
Bombardeios em Gaza deixam dois mortos e provocam danos em hospital
-
Richarlison dá vitória ao Tottenham sobre o Chelsea em amistoso na Austrália
-
Atentado deixa 11 feridos na Colômbia a seis dias da posse de Espriella
-
Empresa confirma morte do alpinista Nirmal Purja em avalanche no Paquistão
-
Espanha anuncia 'normalidade' em Ceuta e pede reunião urgente sobre migração
-
Bombeiros lutam para salvar complexo turístico na Grécia
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam 10 mortos em Kiev
-
Japão encerra busca por vítimas em shopping destruído após terremoto
-
Ataques russos com mísseis balísticos deixam nove mortos em Kiev
-
Espanha reforça fronteira com Marrocos e destaca situação 'quase' normal
-
Humala é solto após anulação de sentença no Peru
-
Fifa retira plano de investimento privado após reação mundial negativa
-
Incêndio é controlado na Catedral de São Basílio, em Moscou
-
Presidente da Costa Rica acusa magistrados da Suprema Corte de serem "golpistas"
-
Venezuela retoma resgate de corpos em prédio demolido após terremotos
-
Os números por trás da corrida por alternativas à exportação de petróleo via Ormuz
-
Conmebol solicita à Fifa 'informações adicionais' sobre projeto de investimento privado
-
CEO da Hugging Face pede que OpenAI assuma responsabilidade por ciberataque
-
Wall Street fecha impulsionada pela Amazon após um mês de altos e baixos
-
Atual campeão, De Minaur é eliminado por Nakashima nas quartas do ATP 500 de Washington
-
Argentina e Coreia do Sul assinam memorando para cooperação em minerais críticos
-
Peru anuncia 'incorporação' próxima ao Escudo das Américas, promovido pelos EUA
-
Wembanyama renova com a Nike e terá tênis com sua assinatura
-
Explosões israelenses perto de castelo ameaçam acordo-quadro, diz Líbano
-
Com gol de Douglas Luiz, Juventus vence Nice (2-0) em amistoso em Turim
-
Grécia evacua parte do subúrbio de Atenas devido a incêndio
-
Avalanche de migrantes paralisa vida cotidiana em Ceuta
-
Itália suspende livre circulação com Espanha após onda migratória em Ceuta
-
Vozinha adia chegada ao futebol chileno 'por motivos pessoais'
-
Rubio considera "feito extraordinário" a crescente influência dos EUA na América Latina
-
Emerse Faé deixa cargo de técnico da Costa do Marfim
-
Paraguai manifesta rejeição a declarações de Lula sobre guerra no século XIX
Presidente de Harvard é criticada após audiência sobre antissemitismo no Congresso
A presidente da prestigiosa Universidade de Harvard, Claudine Gay, enfrentou fortes críticas nesta quarta-feira (6) e é alvo de pedidos de demissão após uma audiência no Congresso dos Estados Unidos sobre o antissemitismo nos campi universitários.
Não é a primeira vez que Gay e sua instituição se encontram no centro da polêmica: o conflito entre Israel e Hamas despertou paixões em muitas das universidades mais renomadas dos Estados Unidos, e Harvard, em particular, recebeu pedidos de doadores para condenar os grupos estudantis pró-palestinos.
Na terça-feira, Gay e outros dois reitores universitários compareceram a uma comissão parlamentar sobre este tema, cujo objetivo declarado era fazê-los "prestar contas" após as "inúmeras manifestações antissemitas".
A deputada republicana Elise Stefanik comparou os apelos de alguns estudantes a uma "intifada" - termo árabe que significa "levante" e se refere especialmente à primeira revolta palestina de 1987 contra a ocupação israelense - com uma incitação ao "genocídio contra os judeus em Israel e no mundo".
Stefanik exigiu que Gay respondesse se esse tipo de slogan era contrário ao código de conduta de Harvard.
"Temos um compromisso com a liberdade de expressão, mesmo de opiniões censuráveis, insultantes e cheias de ódio", respondeu Gay.
"Quando a expressão se torna um comportamento que viola nossas políticas, incluindo as relacionadas ao assédio e intimidação, tomamos medidas". O argumento não agradou a Stefanik, que exigiu a renúncia "imediata" de Gay.
O senador republicano Ted Cruz disse na rede X que a resposta da presidente de Harvard era "vergonhosa", enquanto o professor de Direito Laurence Tribe lamentou "as respostas hesitantes, estereotipadas e estranhamente evasivas de Claudine Gay".
O colunista e pesquisador Shadi Hamid também considerou "embaraçosa" a resposta de Gay, mas "porque aceitou a premissa de Stefanik de que dizer 'intifada' equivale a chamar ao genocídio, o que é ridículo".
Gay foi obrigada a esclarecer seus comentários em uma breve declaração nesta quarta-feira.
"Alguns confundiram o direito à liberdade de expressão com a ideia de que Harvard toleraria apelos à violência contra os estudantes judeus. Quero ser clara: os apelos à violência ou ao genocídio contra a comunidade judaica, ou contra qualquer outro grupo étnico ou religioso, são desprezíveis", disse.
Esses apelos "não têm lugar em Harvard, e aqueles que ameaçam nossos estudantes judeus terão que prestar contas", afirmou.
A.Zbinden--VB