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Rio respira ar latino antes do megashow da Shakira
Na Praia de Copacabana, cerca de cinquenta fãs ensaiam a coreografia de "Waka Waka", um dos maiores sucessos de Shakira. A ideia é estar pronto para o megashow que a estrela colombiana fará no sábado (2) no Rio de Janeiro.
"A cidade respira Shakira", afirma entusiasmado Levi Tavares, fã brasileiro da cantora há mais de vinte anos.
Sob a orientação do dançarino Christian Bazano, brasileiros e turistas estrangeiros, de roupa de banho ou traje esportivo, se esforçam, sob um sol escaldante, para reproduzir a famosa dança do ventre da cantora colombiana.
Atrás deles se ergue um palco monumental de 1.345 m², onde Shakira — hospedada desde sua chegada na quarta-feira no Copacabana Palace, de frente para a praia — fará seu show gratuito no sábado, das 21h45 à meia-noite.
Os organizadores esperam mais de dois milhões de espectadores, contra 2,1 milhões para Lady Gaga no ano passado e 1,6 milhão em 2024 para Madonna, que inaugurou esse evento anual, segundo dados da prefeitura.
Os holofotes estarão em uma das principais artistas da América hispânica, mas o evento é para o Brasil: o maior país da América Latina, o único a falar português, é historicamente resistente às músicas estrangeiras, inclusive à música latina, cantada em espanhol.
Em 2024, os diversos gêneros da música nacional ocuparam 84% do Top 50 do Spotify Brasil.
- "Coisa séria" -
Mas o país vem se abrindo pouco a pouco a essa música latino-americana que faz o mundo inteiro dançar. E recentemente se encantou pelo cantor porto-riquenho Bad Bunny, que animou o intervalo do Super Bowl com seu reggaeton.
Shakira, que fala português e já colaborou com Anitta, é vista nesse sentido como uma pioneira.
Tornada uma estrela mundial nos anos 2000 com músicas como "Hips Don't Lie" (Os quadris não mentem), ela já se apresentou diversas vezes no Brasil e conquistou muitos fãs.
Entre eles, Ana Rosemary de Oliveira, 70 anos, que usa orgulhosamente um figurino inspirado nos trajes de palco da colombiana.
"Para homenagear a diva, nossa loba, Shakira", explica, em referência ao apelido dado à cantora desde a música "She Wolf", de 2009.
Ela transmitiu essa paixão à sua neta, Thainara Raisa Vieira Gonçalves, 30 anos, que acompanha a estrela há mais de 17 anos. "Já fiquei em porta de hotel, já fui um dia antes pra acampar, pra conseguir ficar perto no show, já viajei atrás dela, e também fiz tatuagem dela", conta a jovem.
Juntas, elas gastaram 4.000 reais em produtos e hospedagem para o show de sábado.
Para a prefeitura, que organiza o evento com a empresa Bonus Track, esse show gratuito anual faz parte de uma estratégia bem-sucedida para impulsionar o turismo: a cidade recebeu 2,1 milhões de turistas estrangeiros em 2025, um recorde.
Com Shakira, a prefeitura espera um impacto econômico de 800 milhões de reais.
"Aqui para nós, no Rio de Janeiro, festa para gente é coisa séria", declarou o prefeito da cidade, Eduardo Cavaliere, em coletiva de imprensa na quarta-feira.
- "Ponte" -
Se cartazes se espalharam pela cidade e bolsas ou leques lembram que a estrela de cabelos loiros e cacheados será em breve a rainha de Copacabana, alguns comerciantes não estão tão animados.
No mercado do Saara, no centro histórico do Rio, lojistas dizem que o entusiasmo ainda não se traduziu em vendas.
"As vendas... ainda falta", observa Michelle Cruz, que vendeu apenas algumas camisetas com a imagem da cantora.
Segundo a Agência Brasileira de Promoção Internacional do Turismo (Embratur), as reservas aéreas aumentaram mais de 80% em relação a 2024 para esta semana. Os visitantes vêm principalmente do continente americano (Argentina, Estados Unidos, Uruguai, Chile e Colômbia).
Para Jouzeffer Fernandes Pereira, presidente do fã-clube brasileiro de Shakira, o sucesso no sábado é garantido, pois a cantora desempenha um papel único: "Ela serve como uma ponte para conectar o Brasil com essa cultura dos outros países da América Latina".
N.Schaad--VB