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Liberdade de imprensa cai a nível mais baixo em 25 anos, alerta RSF
A liberdade de imprensa no mundo caiu ao seu nível mais baixo em um quarto de século, advertiu nesta quinta-feira (30) a organização Repórteres Sem Fronteiras (RSF) em sua classificação anual, na qual vários países da América Latina são afetados por uma "espiral de violência e repressão". Em contrapartida, o Brasil subiu 58 posições desde 2022.
"Em 25 anos, a pontuação média do conjunto de países estudados nunca havia sido tão baixa", explicou a ONG na nota que acompanha a lista, que conta com cinco níveis (de "muito grave" a "bom").
Segundo a organização, 52,2% dos países do mundo estão em situação "difícil" ou "muito grave", um número que pouco tem a ver com os 13,7% de 2002.
RSF atribui em parte essa deterioração ao "desenvolvimento de um arsenal legislativo cada vez mais restritivo, especialmente vinculado às políticas de segurança nacional" desde 2001, ano dos atentados de 11 de setembro nos Estados Unidos.
A ONG também alerta para a queda acentuada do percentual da população que vive em um país onde a situação da liberdade de imprensa é "boa", que passa de 20% para "menos de 1%" em um quarto de século. Apenas sete países do norte da Europa, com a Noruega na liderança, fazem parte dessa categoria.
- Ataques de Trump -
"Os ataques contra os jornalistas estão mudando. Continuam assassinando jornalistas, continuam prendendo jornalistas, mas as pressões também são econômicas, políticas e jurídicas", diz à AFP Anne Bocandé, diretora editorial da RSF.
Os Estados Unidos, que já haviam passado de uma situação "muito boa" para "problemática" em 2024, ano da reeleição de Donald Trump, perdem sete posições e ficam em 64º lugar.
Além dos ataques do presidente americano contra a imprensa, "uma prática sistemática", a situação nos Estados Unidos foi marcada pela prisão e posterior expulsão do jornalista salvadorenho Mario Guevara, que informava sobre as detenções de migrantes, segundo o relatório.
Também pesou a drástica redução do financiamento dos serviços audiovisuais externos, como a Voice of America (VOA) e a Radio Free Europe/Radio Liberty (RFE/RL).
A organização também destaca os "fervorosos defensores" de Trump na América Latina, o presidente argentino Javier Milei e o seu homólogo salvadorenho Nayib Bukele, cujos países igualmente recuam na lista.
A Argentina cai 11 posições e passa a ocupar o 98º lugar, enquanto El Salvador perde oito posições e fica em 143º.
Essa queda se deve, em parte, à deterioração "dos indicadores políticos e sociais, que revela um aumento da hostilidade e das pressões governamentais sobre a imprensa".
Na região latino-americana, vários países "entram em uma espiral de violência e repressão", alertou RSF.
- Equador e Peru -
O Equador registrou a maior queda regional na classificação, perdendo 31 posições e caindo para o 125º lugar.
Segundo a RSF, o país sul-americano "enfrenta uma erosão sem precedentes da segurança dos jornalistas, à medida que a violência ligada ao crime organizado se expande e agentes públicos cada vez mais hostis intensificam a pressão sobre a imprensa".
É também o caso do Peru (144º, -14), onde quatro repórteres foram assassinados em 2025, acrescentou a ONG.
Esse país recuou 67 posições na classificação desde 2022, "em grande medida devido a uma série de alarmantes iniciativas legislativas, assédio judicial e campanhas de difamação dirigidas contra os meios de comunicação independentes".
Para a organização, é "preocupante" observar que algumas dessas tendências se assemelham a formas mais tradicionais de censura, como a repressão estatal e os ataques diretos, que prevalecem em países como Nicarágua, Cuba e Venezuela, onde a liberdade de imprensa ocupa os níveis mais baixos da região.
Outros países latino-americanos, em contrapartida, progrediram, como o Brasil (52º), que subiu 58 posições desde 2022, assim como a Colômbia (102º) e o Uruguai (48º).
"As leis de segurança nacional, contra o terrorismo, por exemplo, ou para proteger o segredo de defesa, restringem cada vez mais o campo do jornalismo. A Rússia é campeã na matéria, mas o impacto também se faz sentir até mesmo em democracias", ressaltou Bocandé.
No plano mundial, a Arábia Saudita (176º, -14), onde o conhecido colunista Turki al Jaser foi executado em junho pelo Estado, rivaliza com a Rússia, o Irã e a China pelas últimas posições do índice, que é fechado pela Eritreia (180º).
F.Mueller--VB