-
Nasa prevê lançamento de missão para troca de astronautas da ISS em 11/2
-
Governo dos EUA suspende agentes envolvidos em ataque em Minneapolis
-
Steven Adams, pivô do Houston Rockets, vai perder restante da temporada da NBA
-
Agentes dispersam protesto por detenção de imigrante de 5 anos nos EUA
-
Lula defende soberania do Panamá sobre o Canal, questionada por Trump
-
Quando os goleiros se vestem de artilheiros
-
FBI realiza buscas em centro eleitoral no estado da Geórgia
-
Com gol de goleiro nos acréscimos, Benfica avança e manda Real Madrid para repescagem da Champions
-
Copom mantém taxa Selic em 15%, mas prevê 'flexibilização'
-
SpaceX quer fazer IPO em data que coincida com alinhamento planetário e aniversário de Musk
-
Rubio espera restabelecer laços com a Venezuela e traça futuro levemente otimista
-
Governo Trump suspende dois agentes de imigração envolvidos em ataque a tiros em Minneapolis
-
Atual campeão PSG e Real Madrid terão que disputar repescagem da Champions
-
Napoli, Olympique, Athletic Bilbao, PSV e Ajax são eliminados da Champions
-
Arsenal termina fase de liga da Champions com 100% de aproveitamento; Bayern passa em 2º
-
'Ninguém tem fé' na presidente interina, diz líder opositora venezuelana nos EUA
-
McLaren vai à pista e Mercedes acumula voltas em mais um dia de testes da F1
-
Raheem Sterling chega a acordo com Chelsea para rescindir seu contrato
-
Bruce Springsteen lança canção mordaz contra Donald Trump e sua polícia de imigração
-
Irã promete responder a qualquer ataque dos EUA, mas abre porta a diálogo nuclear
-
Douglas Luiz volta ao Aston Villa por empréstimo até o fim da temporada
-
Petro propõe a Noboa diálogo sobre crise entre Colômbia e Equador
-
Trump adverte prefeito de Minneapolis sobre migração e tensão volta a escalar
-
Fed mantém taxas de juros inalteradas e desafia pressão de Trump
-
Sarah Mullally é confirmada como primeira mulher líder da Igreja Anglicana
-
MP do Equador investiga se Venezuela financiou campanha da esquerda à Presidência
-
Irã adverte que 'vai responder como nunca' em caso de ataque dos EUA
-
LaLiga pagará torcedores que denunciarem transmissões ilegais de jogos do Campeonato Espanhol
-
Violência do narcotráfico vira o 'pão de cada dia' na Costa Rica
-
Uma das últimas sobreviventes do Holocausto alerta para ressurgimento do antissemitismo
-
Rubio espera restabelecer relações com a Venezuela 'em breve' e traça futuro cautelosamente otimista
-
Putin e presidente da Síria trocam elogios em reunião sobre bases militares russas
-
Lula critica divisão da América Latina sobre a Venezuela
-
Mundo não está preparado para o aumento do calor extremo, dizem cientistas
-
Lucas Paquetá volta ao Flamengo em transferência recorde no futebol sul-americano
-
Elie Saab celebra noites douradas em Paris e IA invade desfile de alta-costura
-
Trump acusa prefeito de Minneapolis de 'brincar com fogo' sobre imigração
-
Com US$ 13,11 bilhões em transferências, futebol bateu mais um recorde em 2025
-
Suécia planeja proibir celulares em escolas de níveis fundamental e médio
-
Amazon corta 16 mil empregos como parte de estratégia para investir em IA
-
Hamas diz estar disposto a transferir o governo de Gaza
-
Venezuela almeja retorno da bonança com impulso dos EUA
-
'Quadribol', o esporte de Harry Potter que conquistou a Uganda
-
Brasil defende açaí da Amazônia contra 'biopirataria'
-
Japão ainda está longe de alcançar a paridade de gênero nas eleições legislativas
-
Captura de Maduro é um cenário de pesadelo para Kim Jong Un, diz ex-diplomata da Coreia do Norte
-
Sinner e Djokovic vão à semifinal do Aberto da Austrália; Swiatek é eliminada
-
Patrulha de trenós Sirius: a elite que vigia os confins inóspitos do Ártico na Groenlândia
-
Reino Unido quer permitir que sites rejeitem a IA do Google
-
Irã descarta negociações com EUA se ameaças não cessarem
Em julgamento, Zuckerberg atribui sucesso de Instagram e WhatsApp ao Facebook
O Instagram teria "muitas dificuldades" para crescer sem o Facebook, e o WhatsApp "não tinha ambição suficiente", afirmou, nesta quarta-feira (16), Mark Zuckerberg, em um tribunal de Washington para defender as decisões do grupo Meta de adquirir esses dois aplicativos.
Zuckerberg compareceu pelo terceiro dia consecutivo perante um tribunal em um caso no qual os Estados Unidos acusam a Meta de ter comprado Instagram e WhatsApp há mais de dez anos para evitar a concorrência contra Facebook e Messenger.
Se o juiz do tribunal federal decidir a favor da agência de defesa do consumidor, a FTC, a empresa pode ser obrigada a se desfazer das duas plataformas.
Mark Zuckerberg garante que esses dois serviços não teriam atingido tanto sucesso entre os usuários sem os investimentos de sua companhia.
"É muito difícil chegar a este tamanho. Temos que inovar e resolver muitos problemas técnicos, organizacionais e jurídicos", argumentou ele sobre o Instagram, que conta com 2 bilhões de usuários em todo o mundo.
Isso teria sido impossível sem a empresa californiana? "Impossível: certamente que não. Mas provável? Na realidade, não", respondeu.
Quanto ao aplicativo de mensagens WhatsApp, era "tecnicamente impressionante", segundo o bilionário, mas seus fundadores "careciam de ambição".
- Criar ou comprar -
O julgamento começou na segunda-feira, cinco anos depois da denúncia apresentada durante o primeiro mandato do presidente Donald Trump, e espera-se que dure oito semanas.
Para a FTC, a Meta (então Facebook) adquiriu o Instagram em 2012 por 1 bilhão de dólares (R$ 5,8 bilhões, na cotação atual) e o WhatsApp em 2014 por 19 bilhões de dólares (R$ 111 bilhões, na cotação atual) com o objetivo de "eliminar as ameaças imediatas".
Mark Zuckerberg, entretanto, voltou a rechaçar essa interpretação.
"Estávamos interessados na perícia [do Instagram] em fotografia e no intercâmbio de imagens, mas não víamos o aplicativo como uma rede real que competisse com o que estávamos fazendo naquele momento", assegurou.
O Facebook trabalhava em sua própria ferramenta de fotografia à época, e suas equipes avaliaram os prós e contras entre um desenvolvimento interno ou a aquisição.
"A intenção nunca foi deixar de oferecer o Instagram a seus usuários ou torná-lo pior", disse.
Além de defender os interesses dos consumidores, o julgamento se desenvolverá sobre a definição do mercado.
A FTC diz que os serviços de Meta são parte das "redes sociais pessoais", que permitem às pessoas manter contato com familiares e amigos, e que a experiência piorou para os usuários, que são obrigados a tolerar muitos anúncios, por exemplo.
- 'Melhores que nós' -
A companhia de Menlo Park (Vale do Silício) garante enfrentar uma concorrência feroz de outras plataformas populares importantes.
Diante da ascensão meteórica do TikTok, "vimos que nosso crescimento desacelerou drasticamente", detalhou Zuckerberg nesta quarta-feira.
Seu grupo respondeu com o "Reels", vídeos curtos com o mesmo formato que deu ao aplicativo chinês seu tremendo sucesso.
"Mas o TikTok continua sendo maior que Facebook ou Instagram, e não me agrada que nossos competidores estejam melhores que nós", acrescentou.
O YouTube é o outro grande rival da Meta em termos de usuários, mas também na atração de criadores de conteúdo, que se tornaram imprescindíveis para todas as redes sociais, segundo o executivo.
"Especialmente nos últimos 10 anos, o vídeo se tornou o principal meio para expressar e consumir conteúdo on-line", argumentou.
"O YouTube tem um sistema muito bem desenhado para os criadores, é um competidor importante para nós", concluiu.
Mark Zuckerberg fez de tudo para ganhar a simpatia do presidente Donald Trump e tentar resolver o caso fora dos tribunais, mas a FTC, inclusive sob a presidência republicana, parece decidida a continuar com uma das ações antimonopólio mais importantes dos últimos anos no setor tecnológico.
O Google foi declarado culpado de abusar de sua posição dominante no mercado de buscas on-line em agosto do ano passado. Apple e Amazon também enfrentam processos.
D.Schlegel--VB