-
SCANDIC FINANCE ने एलेक्स बोडी को समूह का उपाध्यक्ष नियुक्त किया
-
SCANDIC FINANCE แต่งตั้งอเล็กซ์ โบดี เป็นรองประธานกลุ่มบริษัท
-
SCANDIC FINANCE Grubu, Alex Bodi’yi başkan yardımcılığına atadı
-
Alex Bodi wiceprezesem grupy SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди е назначен за вицепрезидент на групата SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi a SCANDIC FINANCE vállalatcsoport új alelnöke
-
Ο Άλεξ Μπόντι νέος αντιπρόεδρος του ομίλου SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi byl jmenován viceprezidentem skupiny SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi utsedd till vicepresident för SCANDIC FINANCE-koncernen
-
تعيين أليكس بودي نائبًا لرئيس مجموعة SCANDIC FINANCE
-
SCANDIC FINANCEグループ、アレックス・ボディ氏を副社長に任命
-
SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
-
亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
-
Алекса Боді призначено віцепрезидентом групи SCANDIC FINANCE
-
Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi nomeado vice-presidente do grupo SCANDIC FINANCE
-
Alex Bodi, numit vicepreședinte al grupului SCANDIC FINANCE
-
Niterói escolhe Corte Momesca do Carnaval 2027 na quadra da Viradouro
-
Senado aprova PEC da Segurança Pública em dois turnos e envia texto à promulgação
-
Sporting derrota Shakhtar Donetsk por 1-0 na Liga dos Campeões
-
Cancro do pâncreas causou mais de duas mil mortes em Portugal num ano
-
Montenegro convoca PS e Chega para reuniões sobre crise da habitação
-
Lucro do novobanco recua 4,1% para 585,6 milhões de euros até setembro
-
Ministro espanhol dos Transportes demite-se após acidente ferroviário mortal
-
Óculos inteligentes da Meta levantam novas dúvidas sobre privacidade e vigilância
-
Trump responsabiliza guerra no Irão pela derrota republicana nas intercalares
-
Francisco Rodrigues dos Santos deixa CDS e critica aproximação à direita radical
Mudanças no clima aumentam em 25% riscos de incêndios florestais extremos (estudo)
As mudanças climáticas aumentam exponencialmente os riscos de incêndios florestais de rápida propagação. É o que mostra um estudo publicado nesta quarta-feira (30), que traz novas pistas para a prevenção após as recentes catástrofes ocorridas em Canadá, Grécia e Havaí.
O aquecimento causado pelo homem aumentou em 25%, em média, a frequência dos "incêndios florestais extremos" em comparação à era pré-industrial, concluiu esse estudo publicado na revista Nature pelo instituto californiano Breakthrough Institute.
Ao examinar uma série de incêndios entre 2003-2020, os cientistas analisaram o efeito das temperaturas médias mais elevadas e de condições mais secas nos incêndios de propagação muito rápida, ou seja, aqueles que queimam mais de 4.000 hectares por dia.
O efeito das mudanças climáticas varia: sob condições de seca parcial, o aquecimento foi suficiente para exceder os limites-chave de umidade do ar ou da vegetação que tornam os incêndios extremos muito mais prováveis, enquanto o impacto do aquecimento é muito menos nítido em condições já muito secas.
"Isso significa que nós devemos dar mais atenção aos locais e aos períodos que, historicamente, experimentaram condições logo abaixo desses limites", declarou à AFP o autor principal do estudo, Patrick Brown.
- Queimadas preventivas -
O risco pode aumentar em média 59% até o fim do século em um cenário "de baixas emissões" (+1,8°C de aquecimento em relação ao clima da era pré-industrial), e até 172% em um cenário incontrolável de fortes emissões. O clima já sofreu um aquecimento de 1,2°C.
Segundo Brown, a identificação de limiares-chave de seca pode facilitar as medidas de prevenção, ajudando a escolher os locais prioritários para a derrubada ou a queima controlada da vegetação, a fim de reduzir o combustível seco dos quais os incêndios se alimentam.
"Na maioria das condições, o impacto das reduções de combustíveis perigosos pode compensar totalmente o efeito das mudanças climáticas", assegura o especialista, considerando, inclusive, que "o risco de incêndio pode diminuir consideravelmente apesar das mudanças climáticas" se essas medidas forem aplicadas em larga escala.
Os resultados também podem ajudar a orientar melhor as campanhas de vigilância e o deslocamento dos meios de combate aos incêndios.
O estudo foi publicado ao final de um verão no hemisfério norte marcado por incêndios que mataram pelo menos 115 pessoas no Havaí e bateram todos os recordes no Canadá, onde 200.000 pessoas tiveram que deixar suas casas. Na Grécia, o maior incêndio florestal já registrado na União Europeia, avança em uma frente de 10 quilômetros.
rlp/mh/bl/ico/dch/dd/mvv
L.Dubois--BTB