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Lula pede na COP30 prioridade para abandono de energias fósseis
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva deixou claro nesta quarta-feira (19) que o abandono das energias fósseis deve ser a prioridade da COP30, mas pontuou que cada país deve poder fazê-lo no seu ritmo, na reta final das negociações em Belém.
O Brasil quer a todo custo que a primeira COP realizada na Amazônia seja um sucesso, e a flexibilidade é um componente imprescindível nas negociações climáticas.
Lula retornou à COP30 para dar um empurrão nas negociações. Ele defendeu que "cada país seja dono de determinar o que pode fazer dentro do seu tempo, das suas possibilidades", para abandonar as energias fósseis.
Os quase 200 países-membros da COP anunciaram há dois anos que seu objetivo era fazer uma transição para o abandono desses combustíveis emissores de gases do efeito estufa. Agora, mais de 80 países formam uma aliança cada vez mais poderosa, que exige um mapa do caminho, com prazos e pautas, para virar essa página.
Esse mapa é motivo de uma das discussões mais calorosas em Belém, e países produtores, como a Arábia Saudita, não querem ceder mais espaço. "A gente precisa mostrar para a sociedade que nós queremos" deixar essas energias, disse Lula, que governa o oitavo maior produtor mundial de petróleo.
O presidente brasileiro disse que espera "algum dia" poder convencer o colega Donald Trump do perigo representado pelas mudanças climáticas, e se mostrou feliz com o avanço das negociações.
"O presidente Lula falou como se a COP já tivesse terminado, mas não é assim. Precisamos ver todo esse otimismo refletido no texto final", reagiu a organização ambientalista Greenpeace.
O Brasil também anunciou que a Alemanha vai investir € 1 bilhão em outra iniciativa brasileira lançada na COP30, o Fundo Florestas Tropicais para Sempre (TFFF).
- Reclusa o dia inteiro -
A presidência brasileira da conferência permaneceu reclusa o dia inteiro, para trabalhar em um novo rascunho do acordo, que deve ser divulgado amanhã. A estratégia é aprovar primeiramente um texto mais político e complexo, e depois votar o restante das medidas.
Além do possível mapa do caminho para o abandono dos combustíveis fósseis, os outros pontos controversos são como financiar a adaptação às mudanças climáticas e uma possível menção às medidas comerciais unilaterais, um tema que aborrece particularmente a União Europeia (UE).
O bloco tem uma medida ambiental conhecida como "imposto sobre o carbono", que uma maioria de países considera uma barreira comercial unilateral. O argumento dos europeus é que permitir a entrada de produtos que não atendem aos padrões ambientais da UE representa uma concorrência desleal.
A UE avisou que não está disposta a abrir novamente a discussão sobre o financiamento da luta climática. No ano passado, a COP29 aprovou triplicar esse financiamento para 1,3 trilhão de dólares (R$ 6,9 trilhões) em 2035, e, agora, os países em desenvolvimento querem discutir a composição exata deste montante e reequilibrá-la.
Mais de 64% do dinheiro investido anualmente no mundo contra as mudanças climáticas serve para mitigar seus efeitos, e 19% para se adaptar a eles.
"Mais do que reabrir, temos que repensar todo esse montante global de 1,3 trilhão [de dólares]. Como conseguimos que não só a parte pública seja a protagonista, mas como alavancamos tanto o financiamento privado quanto os diferentes bancos multilaterais", explicou a jornalistas a ministra espanhola de Transição Ecológica, Sara Aagesen.
N.Schaad--VB