-
Sem Marcelo Moreno, Bolívia anuncia convocados para repescagem da Copa do Mundo
-
Detidos por lançar explosivos em protesto em NY são acusados de terrorismo
-
Começa julgamento contra Gerry Adams por denúncias de vítimas do IRA
-
Trump diz que Austrália concederá asilo a algumas jogadoras da seleção de futebol do Irã
-
Guerra no Oriente Médio põe à prova aliança entre Trump e Infantino
-
Live Nation chega a acordo com governo dos EUA em caso antimonopólio
-
Guerra no Oriente Médio faz petróleo disparar e gera perdas nas bolsas
-
G7 considera liberar reservas estratégicas de petróleo, mas 'ainda não'
-
Fórmula 1 organiza primeiro GP da temporada com sucesso, apesar da guerra no Oriente Médio
-
A estratégia ucraniana para neutralizar os drones iranianos
-
Ex-Farc reafirmam 'compromisso' com a paz em despedida como partido político na Colômbia
-
Benicio del Toro diz que seu personagem indicado ao Oscar tem 'muito' de si
-
Xavi diz que presidente do Barcelona vetou retorno de Messi em 2023
-
Otan derruba segundo míssil iraniano no espaço aéreo da Turquia
-
Governo da Bélgica denuncia 'ato antissemita' após explosão diante de sinagoga em Liege
-
Mojtaba Khamenei, novo líder supremo do Irã e influente sucessor de seu pai
-
Como uma estrada no deserto da Califórnia redefiniu 'Uma Batalha Após a Outra'
-
Demanda europeia mantém o comércio de armas em alta, aponta estudo
-
Cotação do petróleo dispara após eleição do filho de Khamenei como novo líder do Irã
-
Mulheres 50+ ganham visibilidade na moda
-
Bolsas registram quedas expressivas e cotação do petróleo dispara com a guerra no Oriente Médio
-
Redução da presença militar chinesa perto de Taiwan provoca dúvidas
-
Esquerda de Petro será uma das principais forças no Congresso da Colômbia
-
João Fonseca atropela Tommy Paul e vai enfrentar Sinner nas oitavas de Indian Wells
-
Manifestações do 8-M: 'Não à guerra' nas marchas do Dia da Mulher
-
Ex-presidente da Colômbia nega vínculos com caso Epstein
-
Milan vence Inter e diminui distância para rival no Italiano; Roma sai do G4
-
Genesis GV60 Magma antes do lançamento
-
Irã nomeia filho de Khamenei como novo líder supremo
-
Mojtaba Khamenei, um sucessor influente de seu pai
-
Radares de velocidade: uma fraude descarada ou uma necessidade?
-
Alemanha: o «boom» dos carros elétricos continua frágil
-
Talento local e disciplina japonesa: a mistura do Brasil no Clássico Mundial de Beisebol
-
Alemanha: A fúria dos combustíveis e o ano eleitoral de 2026
-
Polícia diz que explosivo improvisado foi lançado perto de protesto antimuçulmano em Nova York
-
Villarreal vence Elche e segue na cola do Atlético de Madrid no Espanhol
-
Sunderland e Fulham caem nas oitavas de final da Copa da Inglaterra
-
Trump alerta que novo líder iraniano 'não vai durar muito' sem a sua aprovação
-
Depósitos de combustível incendiados mergulham Teerã na escuridão
-
Lucas Pinheiro Braathen termina em 3º no slalom de Kranjska Gora
-
Lens vence Mets e fica a um ponto do líder PSG
-
Polícia da Noruega cita possível motivação terrorista em explosão na embaixada dos EUA
-
Colômbia define o Congresso antes da eleição presidencial
-
Venezuela libera 17 presos políticos duas semanas após anistia
-
Ataque israelense contra hotel em Beirute deixa quatro mortos
-
Sob intensos bombardeios, Irã define sucessor de Ali Khamenei
-
George Russell vence GP da Austrália de F1 com dobradinha da Mercedes; Bortoleto é 9º
-
Líbano anuncia quatro mortos em ataque a hotel de Beirute
-
Kuwait denuncia ataque com drones contra aeroporto internacional
-
Trump diz que Cuba 'vive últimos momentos'
Covid-19 - cronologia de uma crise mundial
Desde sua detecção, no fim de 2019 na China, à suspensão da situação de emergência sanitária mundial, a covid-19 passou por uma fase de propagação pandêmica, com muitas variantes, que deixou milhões de mortos e paralisou a economia global.
- Surgimento -
Em 31 de dezembro de 2019, a Organização Mundial da Saúde (OMS) recebe a informação de casos de uma pneumonia "de origem desconhecida" na cidade chinesa de Wuhan (centro).
Em 7 de janeiro de 2020, a causa é identificada: um novo vírus da família dos coronavírus. Quatro dias depois, a China anuncia a primeira morte oficial provocada por uma doença que posteriormente se chamaria covid-19.
Em 23 de janeiro, as autoridades confinam toda a população de Wuhan para tentar conter a epidemia.
O primeiro óbito oficial fora da Ásia é registrado em 15 de fevereiro: um turista chinês hospitalizado na França.
- Pandemia -
Em 6 de março, a epidemia supera a marca dos 100 mil casos no mundo. A Itália, primeiro país europeu afetado, impõe um confinamento no norte, que depois estende ao resto do território.
- A Europa se entrincheira -
Em 16 de março, a Alemanha insta sua população a "ficar em casa" e o Reino Unido pede que se evite qualquer "contato social". Um dia depois, a França entra em confinamento.
- Metade da humanidade confinada -
Em 2 de abril, mais de 3,9 bilhões de pessoas, metade da humanidade, são obrigadas ou instadas a se confinar, segundo balanço da AFP. A marca de um milhão de casos é superada.
- A polêmica hidroxicloroquina -
Em 22 de maio, um estudo internacional de amplo alcance qualifica como ineficaz o tratamento anticovid com hidroxicloroquina, medicamento antimalária, promovido para tratar a doença pelo médico francês Didier Raoult e apoiado pelos então presidentes dos Estados Unidos, Donald Trump, e do Brasil, Jair Bolsonaro.
- Brasil e Estados Unidos afetados -
Em 7 de junho, a pandemia supera os 400 mil mortos e avança rapidamente pela América Latina. O Brasil se torna o segundo país com mais vítimas fatais, atrás dos Estados Unidos.
- Boicote às máscaras -
Vários países europeus impõem o uso de máscaras nos transportes públicos, nas ruas, em escolas e empresas.
No fim do verão, são convocadas manifestações contra as máscaras em Berlim, Londres, Paris e Roma.
- Segunda e terceira ondas -
Em 28 de setembro, é superada a marca do milhão de mortos.
Na Europa, os contágios voltam a disparar em outubro e vários países decretam novas medidas de confinamento e toques de recolher.
- Vacinas em tempo recorde -
Vacinas são criadas em tempo recorde e, no fim de 2020, as primeiras doses são aplicadas nos Estados Unidos e na Europa.
- Novas variantes -
O número de mortos chega aos dois milhões em 15 de janeiro.
- Esperança nas vacinas -
Campanhas de vacinação têm início em dezembro em Reino Unido, Rússia, Estados Unidos e na União Europeia. A China começa a vacinar em julho.
No começo de março, a pandemia dá sinais de desaceleração nos Estados Unidos, mas volta a crescer na Europa e na América Latina.
- A origem do coronavírus -
Em janeiro e fevereiro de 2021, uma delegação da Organização Mundial da Saúde (OMS) investiga, na China, a origem do novo coronavírus.
O mundo científico considera que a pandemia começou porque um animal transmitiu o vírus aos humanos, provavelmente no mercado de Huanan, em Wuhan. Pesquisadores e autoridades americanos defendem a hipótese do vazamento de um laboratório em um instituto científico de Wuhan.
- Delta, ômicron: variantes temidas -
Muito mais transmissível, a variante delta provoca uma hecatombe em abril e maio de 2021 na Índia, que se torna o terceiro país com mais mortes no mundo.
No fim de novembro, uma variante ainda mais contagiosa, a ômicron, aparece no sul da África. A nova cepa se propaga rapidamente no começo de 2022 e causa um número recorde de casos, embora seus sintomas sejam mais leves.
- Onda epidêmica na China -
A inflexível política de "covid zero" chinesa, baseada em confinamentos drásticos, provoca, em novembro, uma onda de protestos inédito desde as mobilizações pró-democracia na Praça Tiananmen, de Pequim, em 1989.
Em resposta, em 7 de dezembro de 2022, a China abranda as regras sanitárias e em seguida suspende as principais restrições, provocando uma onda de contágios.
- Suspensão das medidas -
Em março de 2023, a OMS assegura que, em pouco tempo, a covid não será mais perigosa do que a gripe sazonal.
Progressivamente, os países suspendem a emergência sanitária e suas medidas anticovid.
- Suspensão do alerta máximo -
Em 5 de maio, a OMS suspende o nível de alerta máximo. Seu diretor-geral, Tedros Adhanom Ghebreyesus, considera que a pandemia provocou "pelo menos 20 milhões" de mortes, quase três vezes mais que o balanço oficial da organização.
burs-eg/jvb/js/mvv
M.Odermatt--BTB