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Ataques russos contra Kiev deixam 14 mortos

Ataque russo deixa 23 mortos em Kiev e ameaça esforços de paz
Ao menos 23 pessoas morreram em Kiev, entre elas quatro menores, em um dos maiores ataques aéreos russos contra a Ucrânia, que os Estados Unidos consideraram, nesta quinta-feira (28), uma ameaça aos esforços de paz de Donald Trump.
Moscou continuava bombardeando cidades ucranianas, apesar do impulso do presidente americano para encerrar a guerra - iniciada pela invasão russa em fevereiro de 2022 -, que até o momento não trouxe resultados concretos.
Trump "não está feliz" com a notícia dos ataques à capital ucraniana, mas "tampouco está surpreso", descreveu a secretária de imprensa da Casa Branca, Karoline Leavitt.
A reação do presidente americano foi diferente da do enviado especial para a Ucrânia, Keith Kellogg, que denunciou "ataques cruéis que ameaçam a paz".
Charles Kushner, embaixador dos Estados Unidos em Paris, insistiu por sua vez em uma entrevista à televisão francesa que Trump conseguiu avanços para o fim do conflito, enquanto os europeus "não conseguiram nada".
Em paralelo, no entanto, Washington anunciou nesta quinta-feira que aprovou a venda a Kiev de 3.350 mísseis de longo alcance e equipamentos no valor de 825 milhões de dólares, o que, assegurou, deve ajudar a Ucrânia a se defender melhor.
Esse ataque massivo lançado pela Rússia tirou a vida de 23 pessoas, entre elas quatro menores, e deixou cerca de 50 feridos, segundo um novo balanço anunciado na madrugada de sexta-feira por Timur Tkatchenko, chefe da administração militar de Kiev.
Atingiu áreas centrais da capital ucraniana e causou danos importantes na representação da União Europeia e no escritório do British Council. Os embaixadores russos em Bruxelas e Londres foram convocados.
- "Gritamos" -
Em um bairro do leste de Kiev, as equipes de resgate retiraram vários cadáveres de um edifício residencial totalmente destruído, constataram jornalistas da AFP.
Uma bomba deixou uma cratera fumegante em outro bloco de cinco andares que ficou partido ao meio pelo bombardeio. Uma creche também foi danificada e um centro comercial foi atingido.
"Os vidros voavam (...). Gritamos quando as bombas explodiram", disse Galina Shcherbak em um estacionamento próximo.
O Exército ucraniano detalhou que a Rússia utilizou 598 drones e 31 mísseis, incluindo dois supersônicos Kinzhal, no que foi o segundo maior ataque aéreo contra todo o país desde o início da invasão russa em fevereiro de 2022.
O presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, qualificou o ataque como uma "horrível e deliberada matança de civis".
"A Rússia não tem nenhum interesse na diplomacia. Prefere continuar matando a pôr fim à guerra", acrescentou o dirigente, que pediu novas sanções.
"Já foram descumpridos todos os prazos e destruídas dezenas de oportunidades para a diplomacia. A Rússia deve se sentir responsável por cada ataque, por cada dia desta guerra", insistiu.
- Interesse na diplomacia -
O Kremlin, que afirmou ter atacado alvos militares, insistiu que continua interessado na diplomacia, mas que seus bombardeios contra a Ucrânia "continuarão".
"As forças armadas russas cumprem sua missão. Continuam atacando alvos militares e paramilitares", declarou à imprensa o porta-voz da presidência russa, Dmitri Peskov, em resposta a uma pergunta da AFP.
"Ao mesmo tempo, a Rússia segue interessada em dar continuidade ao processo de negociação para alcançar seus objetivos por meios políticos e diplomáticos", acrescentou.
O ataque contra Kiev acontece depois de três anos e meio da invasão russa e com as negociações de paz bloqueadas, apesar da pressão americana.
Líderes mundiais, incluindo os da França e do Reino Unido, condenaram esse novo ataque russo.
O presidente do Conselho Europeu, António Costa, assegurou, após os danos à missão da União Europeia em Kiev, que o bloco "não se deixará intimidar" pela Rússia.
O presidente francês, Emmanuel Macron, condenou o "terror e a barbárie" russos, enquanto o chefe de governo alemão, Friedrich Merz, afirmou que "a Rússia mostrou sua verdadeira face".
O secretário-geral da ONU, António Guterres, afirmou que "os ataques contra civis e infraestruturas civis violam o direito internacional humanitário, são inaceitáveis e devem cessar imediatamente".
T.Egger--VB