-
Cada vez mais apagada no cenário mundial, Itália busca soluções para seu futebol
-
Algoz de Alcaraz, Sebastian Korda cai nas oitavas do Masters 1000 de Miami
-
Ucrânia é alvo de um dos maiores ataques da Rússia em plena luz do dia
-
Americano libertado no Afeganistão após mais de um ano de detenção chega aos Emirados
-
Lukaku está fora dos amistosos da Bélgica contra Estados Unidos e o México
-
Ministro da Defesa diz que combate a gangues na Guatemala ocorre sem 'abusos'
-
Giay, do Palmeiras, é convocado para substituir Montiel nos amistosos da Argentina
-
Governo Kast retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet à Secretaria-Geral da ONU
-
Argentina relembra legado doloroso da ditadura, que Milei quer revisar
-
Irã e Israel continuam se atacando apesar das declarações de Trump sobre negociações
-
Vítimas de pedofilia se deparam com muro de silêncio e impunidade na Áustria
-
Griezmann assina com Orlando City e jogará na MLS a partir de julho
-
Mercedes VLE elétrico: Preço e desempenho?
-
Israel assumirá controle de vasta área no sul do Líbano
-
Flotilha de ajuda humanitária chega a Cuba, mergulhada em crise
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista o Globo de Cristal do slalom gigante
-
Muito velho? Juiz que preside julgamento contra Nicolás Maduro tem 92 anos
-
Maduro volta a tribunal de Nova York na quinta-feira
-
Ásia recorre ao carvão diante do impacto energético da guerra no Oriente Médio
-
Bertha Navarro, a produtora que revelou Guillermo del Toro
-
Ataques russos matam cinco pessoas na Ucrânia
-
Austrália e UE fecham grande acordo comercial
-
Argentina recorda doloroso legado da ditadura, que Milei deseja revisar
-
Torcedores denunciam a Fifa à Comissão Europeia por preços elevados dos ingressos da Copa do Mundo
-
Dinamarca tem eleição legislativa acirrada; premiê é favorita para permanecer no poder
-
Pentágono endurece restrições à imprensa após sentença judicial
-
EUA vão poder deportar para a Costa Rica até 25 imigrantes por semana
-
Senado dos EUA confirma novo secretário de Segurança Interna
-
Barril do Brent volta a superar os US$ 100 e WTI sobe mais de 3%
-
Acidente com avião militar deixa mais de 60 mortos na Colômbia
-
Polícia de Londres investiga ataque a ambulâncias da comunidade judaica
-
Sinner vence Moutet e vai às oitavas do Masters 1000 de Miami; Zverev também avança
-
Trump anuncia conversas 'muito boas' com o Irã; Teerã nega
-
Acidente com avião militar deixa mais de 30 mortos na Colômbia
-
Comissão Europeia pede fim imediato de hostilidades no Oriente Médio
-
Lens se opõe ao adiamento do jogo do campeonato francês contra o PSG
-
Governo dos EUA pede calma à indústria petrolífera, inquieta por guerra no Oriente Médio
-
Sabalenka vence Zheng e vai às quartas de final do WTA 1000 de Miami
-
Maduro se exercita na prisão antes de audiência, conta filho
-
Preço do petróleo cai e bolsas se recuperam após declarações de Trump sobre Irã
-
Trump diz que negocia com Irã e suspende ataques previstos
-
EUA alcança acordo com TotalEnergies para trocar energia eólica por gás
-
Mbappé diz que lesão no joelho 'está superada' e quer enfrentar Brasil e Colômbia
-
Governo dos EUA pede calma ante alta do petróleo mas empresários mostram ceticismo
-
Bill Cosby deverá pagar US$ 19 milhões por acusações de abuso sexual
-
Audi Q9: Será que vai mesmo acontecer?
-
Governo da Itália sofre revés em referendo sobre reforma judicial
-
Avião militar cai com 125 pessoas a bordo e deixa 8 mortos na Colômbia
-
EUA envia agentes do ICE a aeroportos em meio a bloqueio orçamentário
-
Montiel é mais um desfalque por lesão para os amistosos da Argentina
ONU inicia negociações sobre recursos genéticos e propriedade intelectual
A ONU começou nesta segunda-feira (13) em Genebra as negociações que buscam alcançar um tratado para lutar contra a biopirataria e a exploração de recursos genéticos que afetam não só a natureza, mas também o conhecimento tradicional dos povos indígenas, após mais de duas décadas de diálogos.
Os 193 Estados-membros da Organização Mundial da Propriedade Intelectual(OMPI) estarão reunidos na cidade suíça de Genebra até 24 de maio para tentar entrar em consenso.
"Podemos mostrar que não há contradição entre um regime de propriedade intelectual sólido e previsível - que incentiva a inovação, atrai investimentos e estimula a pesquisa - e um regime que responde às necessidades de todos os países e de todas as comunidades, incluindo as locais e as dos povos indígenas", afirmou Daren Tang, diretor da OMPI.
O projeto de acordo determina que aqueles que apresentarem pedidos de patentes devem divulgar o país de origem dos recursos genéticos utilizados e os povos indígenas que forneceram o conhecimento tradicional empregado na invenção.
Mais de trinta países exigem a divulgação da origem das inovações, a maioria deles países em desenvolvimento, como China, Brasil, Índia e África do Sul, mas também países europeus, incluindo França, Alemanha e Suíça. No entanto, esses procedimentos variam e nem sempre são obrigatórios.
- "Lutar contra a biopirataria" -
"Trata-se de lutar contra a biopirataria, ou seja, a utilização de conhecimentos tradicionais ou de recursos genéticos sem o acordo de quem os possui e sem que sejam beneficiados", explicou o chefe da delegação francesa, Christophe Bigot.
Estes recursos – como plantas medicinais, variedades vegetais e espécies animais – são cada vez mais utilizados em muitas inovações na pesquisa e nas indústrias cosmética, farmacêutica, biotecnológica ou de suplementos alimentares.
Como neste momento não é obrigatório publicar a origem das inovações, muitos países em desenvolvimento estão preocupados com o fato de as patentes serem concedidas sem o conhecimento dos povos indígenas ou de serem concedidas a outras inovações.
Os opositores ao tratado temem que isto prejudique a inovação.
Para seus defensores, "contribuirá para garantir que estes conhecimentos e recursos sejam usados com a autorização dos países e comunidades de procedência, o que permitiria que as inovações os beneficiassem de alguma forma", diz Wend Wendland, diretor do Departamento de Conhecimentos Tradicionais do OMPI.
"Embora o novo instrumento [jurídico] não crie novos direitos, sua adoção encerraria mais de duas décadas de negociações sobre uma questão muito importante para vários países", indicou.
O rascunho do texto esbarra principalmente no estabelecimento de sanções e nas condições de cancelamento de patentes.
Há dois anos, os países decidiram convocar uma conferência com o objetivo de concluir um acordo, o mais tardar, em 2024. Apenas os Estados Unidos e o Japão "desvincularam-se oficialmente da decisão", sem oposição ao consenso.
T.Germann--VB