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Entre a festa e o glamour, Festival de Cannes também deverá ter reivindicações
A 77ª edição do Festival de Cinema de Cannes começa em uma semana com 22 candidatos à Palma de Ouro, incluindo Francis Ford Coppola, homenagens à velha guarda de Hollywood e, nos bastidores, a tensão no cinema francês devido às denúncias de abusos.
O Brasil será representado na mostra oficial com "Motel Destino", de Karim Ainouz.
O festival se tornou uma vitrine de glamour, plataforma de negócios e também palco para todo o tipo de reivindicações, e esta edição (14 a 25 de maio) promete servir o mesmo coquetel.
Um coletivo de trabalhadores do evento, "Sous les écrans, la dèche", convocou uma greve durante o evento para protestar contra suas condições de trabalho.
O grupo, independente das grandes centrais sindicais francesas, convocou a mobilização após uma reunião na segunda-feira (6).
O Festival de Cannes, bem como as sessões paralelas, reagiram nesta terça-feira (7) com uma oferta de diálogo, após reconhecerem que estão "conscientes das dificuldades sofridas por alguns de seus trabalhadores que encadeiam diferentes contratos para festivais de cinema".
- A megalomania de Coppola -
Aos 85 anos, Coppola atrai grande parte das atenções com "Megalopolis", filme estrelado por Adam Driver, produção na qual investiu boa parte de sua fortuna, assim como há 45 anos com o lendário "Apocalypse Now", com o qual triunfou em Cannes.
Há muitos outros nomes conhecidos dessa geração que estão fora da competição, como George Miller, que exibe "Furiosa", mais um episódio de sua saga "Mad Max".
O americano Oliver Stone ("Platoon", "JFK - A Pergunta Que Não Quer Calar") retorna aos documentários, desta vez com "Lula", obra dedicada ao presidente Luiz Inácio Lula da Silva, alinhado com a sua visão esquerdista da história recente da América Latina.
Kevin Costner também faz seu retorno com "Horizon: An American Saga", com um de seus temas preferidos, a conquista do Velho Oeste, que será apresentado fora da competição.
O festival homenageará com Palmas de Ouro honorárias George Lucas ("Star Wars") e a atriz Meryl Streep, que retorna a Cannes após uma longa ausência de mais de três décadas, além do estúdio de animação japonês Ghibli, na primeira vez que o festival concede a honraria a um grupo.
- Tráfico de drogas e transexualidade -
Coppola terá de lidar com uma representação variada do cinema mundial.
O cinema musical é representado pelo francês Jacques Audiard, com "Emilia Perez", uma história de tráfico de drogas e transexualidade ambientada no México.
Destacam-se também o iraniano Ali Abbasi com "The Apprentice", sobre a juventude de Donald Trump, ou o grego Yorgos Lanthimos, que regressa com "Kinds of Kindness", ao lado da sua atriz favorita do momento, Emma Stone (vencedora do Oscar por "Pobres Criaturas").
Paul Schrader, premiado roteirista de "Taxi Driver" e autor de "Gigolô Americano", apresentará "Oh Canada", estrelado por Richard Gere.
Novas estrelas também estarão em alta no evento, como Jacob Elordi, Barry Keoghan, Margaret Qualley e outros.
- Novos valores -
Do lado ibero-americano, o espanhol Jonás Trueba estreia em Cannes com "Volveréis", dirigido por sua parceira Itsaso Arana. Esta comédia concorre na Quinzena dos Realizadores junto com "Algo viejo, algo nuevo, algo prestado" do argentino Hernán Rosselli, o documentário "A queda do céu", filmado por Eryk Rocha e Gabriela Carneiro da Cunha na Amazônia e o chileno "Los Hiperbóreos", de Cristóbal León e Joaquín Cociña.
A Semana da Crítica, presidida pelo espanhol Rodrigo Sorogoyen ("As bestas"), recebe "Simón de la Montaña", do argentino Federico Luis, "Baby", do brasileiro Marcelo Caetano e em uma sessão especial, o curta "Las novias del sur", de Elena López Riera.
Do lado das reivindicações está a questão da presença da atriz Judith Godrèche, que abalou o cinema francês com suas acusações de estupro contra os diretores Benoît Jacquot e Jacques Doillon.
Godrèche poderia apresentar um curta-metragem filmado após suas denúncias.
Apenas 20% da seleção de filmes foi dirigida por mulheres, critica uma associação feminista francesa que luta pela igualdade de gênero.
Outra questão é se o iraniano Mohammad Rasoulof, cineasta assediado pelo regime, poderá viajar a Cannes para competir pela Palma de Ouro com "The Seed of the Sacred Fig".
O júri deste ano é presidido pela cineasta Greta Gerwig, diretora do sucesso de bilheteria "Barbie", e conta ainda com, entre outros, o diretor espanhol Juan Antonio Bayona ("A sociedade da neve") e a atriz indígena americana Lily Gladstone.
L.Maurer--VB