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Presidente do Equador defende consulta popular em marcha e sindicatos protestam contra governo
O presidente Daniel Noboa liderou nesta quinta-feira (11), em Guayaquil, uma marcha pacífica para defender as perguntas de uma consulta popular prevista para o final do ano no Equador, onde organizações de trabalhadores também protestaram para exigir do governo saúde, educação e segurança.
O Tribunal Constitucional do Equador rejeitou na quinta-feira passada diversas propostas presidenciais de mudanças na Carta Magna, como aplicar castração química a estupradores, reabrir cassinos, realizar processos políticos contra magistrados da própria corte constitucional e eliminar um conselho encarregado de nomear autoridades como o procurador-geral.
Em agosto, o tribunal aprovou que a questão sobre o restabelecimento de bases militares estrangeiras no país para combater a violência do crime organizado fosse submetida a referendo.
"As pessoas votaram pela mudança [...] e mesmo assim querem manter tudo igual, querem estar ao lado dos estupradores, querem estar ao lado dos narcotraficantes, querem estar ao lado dos criminosos, querem estar ao lado de todas as pessoas que nos fizeram mal", disse o governante vestido de branco em um discurso diante de milhares de simpatizantes que ocuparam pelo menos seis quarteirões do centro de Guayaquil.
Mais tarde, em Quito, centenas de manifestantes caminharam em direção ao centro histórico da capital gritando "fora Noboa, fora". A mobilização foi dispersada por policiais motorizados.
Exigimos ao presidente que "tome as decisões mais acertadas que garantam segurança, saúde, educação e, nesse sentido, o povo estará sendo mais produtivo e não se mobilizando nas ruas", disse à AFP Ercilia Castañeda, vice-presidente da maior organização indígena do país (CONAIE).
Em agosto, Noboa marchou em Quito para protestar contra o Tribunal Constitucional por suspender temporariamente três leis que seu governo considerava essenciais para combater o crime.
"Precisamos levantar nossa voz, e não apenas isso, mas exigir que possamos decidir nas urnas qual é o rumo deste país", declarou Noboa em Guayaquil.
Ao seu redor, apoiadores agitavam bandeiras do Equador e balões brancos com a palavra "paz".
Rita Macías, simpatizante do presidente, disse à AFP que Noboa "está acabando com o narcotráfico, a delinquência e a corrupção" e o comparou ao chefe de Estado salvadorenho Nayib Bukele.
No poder desde 2023, Noboa conseguiu, um ano depois, a aprovação de medidas em uma consulta popular como a extradição de cidadãos equatorianos para outros países e o aumento de penas para crimes como tráfico de drogas e "terrorismo".
B.Baumann--VB