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アレックス・ボディ、CRIFとともに透明性の高い投資と徹底した資金洗浄防止に注力
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Ο ALEX BODI δίνει έμφαση, σε συνεργασία με την CRIF, στις διαφανείς επενδύσεις και στη συστηματική πρόληψη της νομιμοποίησης εσόδων από παράνομες δραστηριότητες
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ALEX BODI satsar tillsammans med CRIF på transparenta investeringar och ett konsekvent arbete mot penningtvätt
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ALEX BODI sází ve spolupráci s CRIF na transparentní investice a důslednou prevenci praní špinavých peněz
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ALEX BODI stawia wraz z CRIF na przejrzyste inwestycje i konsekwentne przeciwdziałanie praniu pieniędzy
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एलेक्स बोदी क्रिफ के सहयोग से पारदर्शी निवेश और धनशोधन की कड़ाई से रोकथाम पर ज़ोर देते हैं
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알렉스 보디, CRIF와 함께 투명한 투자와 철저한 자금세탁방지에 주력
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ALEX BODI 攜手 CRIF,推動透明投資並貫徹洗錢防制
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Arizona enfrenta crise habitacional e tem 3 mil despejos por mês
Com colete à prova de balas e arma no cinto, Lennie McCloskey abre sua pasta e analisa as ordens judiciais: um, dois... onze despejos a serem executados. "É um dia devagar", diz o xerife do condado de Maricopa, Arizona.
Com a disparada do preço dos aluguéis devido à pandemia de covid-19 e a um mercado imobiliário inflacionado, não falta trabalho para oficiais como McCloskey neste estado no sul do território americano.
"Normalmente faço de 19 a 25 despejos por dia", disse McCloskey, um dos 26 xerifes do condado de Maricopa, o mais populoso do Arizona com 4,5 milhões de habitantes.
A média mensal é de 3 mil despejos em Maricopa, onde está localizada a cidade de Phoenix, uma das que mais cresce nos Estados Unidos e um local considerado fundamental para a disputa eleitoral entre Joe Biden e Donald Trump nas eleições presidenciais de novembro.
O aumento dos preços, a queda do poder de compra e o crescimento da população criam uma situação problemática.
"O que é particularmente dramático em Phoenix é o quão caro se tornou e a rapidez com que isso aconteceu", disse Glenn Farley, diretor do Common Sense Institute, que realiza pesquisas econômicas.
Para pagar uma hipoteca na região metropolitana de Phoenix, é preciso trabalhar cerca de 68 horas por semana, explica Farley, em comparação com 40 horas em 2019. "É um aumento de mais de 50%", enfatiza.
- "Não posso pagar" -
Em 19 anos executando ordens de despejo, McCloskey viu de quase tudo: casas transformadas em depósitos de drogas, pessoas sublocando a outras ou deixando menores sozinhos para evitar serem despejados, jogadores de beisebol abandonando todos os seus pertences no local.
Mas o que o xerife mais encontrou nos últimos anos são pessoas que não conseguem pagar um mês de aluguel, motivo suficiente para serem alvo de uma ordem de despejo.
"Tenho visto pessoas que trabalham, que para tentar se sustentar têm dois empregos, ou várias famílias que dividem o mesmo apartamento... os salários não acompanham o aluguel", descreve McCloskey, 68 anos.
Farley atribui números a essa percepção. "Os salários aumentaram muito, entre 20% e 30%. O problema é que só a inflação absorveu esse aumento e os custos da habitação aumentaram entre 40 e 60%".
Alex, um mecânico de cerca de 30 anos que McCloskey precisou despejar devido a um atraso de dois meses no pagamento do aluguel, sofre na pele essa realidade.
"Tenho dois empregos e isso não é suficiente", disse ele à AFP, enquanto tirava suas coisas da casa de dois quartos onde morava com sua esposa, filha e o cachorro Chester.
- "Problema sem fim" -
O Arizona está na mira de Biden e Trump na corrida pela Casa Branca. O presidente democrata venceu por cerca de 10 mil votos em 2020 neste estado que, com forte presença republicana, promete ser palco de uma batalha política.
Temas como o aborto e a migração têm impacto na população, assim como a situação econômica.
"Temos os custos de habitação mais elevados da história do estado. O aluguel baixou um pouco, mas ainda é historicamente muito alto, e um terceiro fator é a crise dos sem-teto", resumiu Farley.
O economista acredita que o aumento do número de pessoas em situação de rua, que chega a milhares em Phoenix, não é consequência exclusiva da situação imobiliária e exige soluções multidisciplinares.
Mas é inegável que existe uma crise habitacional, causada em parte pelo deslocamento durante a pandemia de milhares de pessoas de estados com custo de vida mais elevado, como a vizinha Califórnia, que procuravam mais espaço a um preço mais baixo.
A paralisação das atividades afetou a construção, setor que registra atualmente um déficit de cerca de 65 mil unidades, segundo estimativas do economista.
"Temos um aumento da procura, um aumento da população e um colapso da oferta. O resultado foi este rápido aumento dos preços", explica.
A situação jurídica local que rege o setor imobiliário, assim como o aumento dos preços das matérias-primas, acrescenta Farley, diminuíram a construção de habitações a preços acessíveis.
O paradoxo, afirma, é que o Estado precisa atrair migrantes para impulsionar o seu crescimento econômico, algo que considera inviável à medida que Phoenix perde a sua reputação como destino econômico.
"Isso torna tudo mais difícil para as pessoas", diz McCloskey. "Parece um problema sem fim."
S.Gantenbein--VB