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PCC é alvo de operação contra lavagem de dinheiro em Campinas
O Ministério Público e a Polícia Militar do estado de São Paulo lançaram, nesta quinta-feira (30), uma operação de combate à lavagem de dinheiro contra o Primeiro Comando da Capital (PCC), uma das maiores facções do crime organizado do país, anunciou o MPSP.
A mobilização em Campinas ocorre dois dias após a megaoperação policial mais letal do Brasil, que deixou pelo menos 121 mortos nos complexos da Penha e do Alemão, no Rio de Janeiro, contra o Comando Vermelho (CV), facção criminosa dominante na cidade.
Ambos os grupos controlam o tráfico de cocaína no Brasil.
Agentes do Ministério Público e da Polícia Militar do estado de São Paulo tentavam cumprir nove mandados de prisão e 11 mandados de busca e apreensão no município de Campinas, informou o MPSP em comunicado.
Imóveis e contas bancárias também foram bloqueados.
O objetivo da operação é "combater esquemas de lavagem de dinheiro operados por empresários, traficantes de drogas e integrantes do PCC", segundo o comunicado.
A imprensa local noticiou que quatro pessoas foram presas e uma morreu durante a operação. As autoridades ainda não confirmaram essa informação.
Na operação de terça-feira no Rio, 117 suspeitos e quatro policiais morreram nos confrontos. As autoridades também efetuaram 113 prisões e apreenderam mais de uma tonelada de drogas e mais de cem armas.
Organizações internacionais e da sociedade civil, como a Anistia Internacional, condenaram a ação policial.
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) sancionou, nesta quinta-feira, uma lei que fortalece o combate ao crime organizado e aumenta a proteção de policiais e promotores. Entre outras medidas, a lei tipifica como crimes a conspiração e a obstrução de ações contra organizações criminosas.
Na quarta-feira, Lula pediu que o combate ao crime organizado seja conduzido de forma a não colocar em risco policiais ou civis.
"Não podemos aceitar que o crime organizado continue destruindo famílias, oprimindo moradores e espalhando drogas e violência pelas cidades", declarou Lula na rede X.
"Precisamos de um trabalho coordenado que atinja a espinha dorsal do tráfico sem colocar policiais, crianças e famílias inocentes em risco", acrescentou.
Lula citou como exemplo outra operação realizada em agosto, descrita pelas autoridades como a maior contra o crime organizado na história do país.
A operação desmantelou um esquema maciço de lavagem de dinheiro, conduzido pelo PCC, que atuava dentro da cadeia de produção de combustíveis. Acredita-se que tenha lavado quase R$ 52 bilhões entre 2020 e 2024.
H.Kuenzler--VB