-
Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru
-
Alerta de calor extremo em Kansas City é emitido antes de Colômbia x Gana
-
Retorno da seleção iraniana é adiado para terça-feira
-
Keiko Fujimori, herdeira de um sobrenome que divide os peruanos
-
Djokovic sofre, mas vence em sua estreia em Wimbledon
-
Chicago Fire, da MLS, anuncia contratação de Lewandowski
-
Argentino Nico Paz seguirá no Como após acordo com Real Madrid
-
Keiko Fujimori é eleita presidente do Peru com 50,13% dos votos
-
Mirra Andreeva, atual campeã de Roland Garros, vence em sua estreia em Wimbledon
-
Embalada, França estreia no mata-mata da Copa contra Suécia
-
Mercosul dá forte apoio a governo da Bolívia
-
'Não tenho nem palavras', diz Martinelli após gol decisivo
-
Brasil vence Japão de virada (2-1) e vai às oitavas da Copa do Mundo
-
Homem armado mata seis pessoas em abrigo para mulheres na Alemanha
-
Noruega e Costa do Marfim se enfrentam em busca de vaga nas oitavas da Copa
-
Coco Gauff vence em Wimbledon sua 1ª partida na grama em dois anos
-
Onda de calor que assola a Europa bate recorde na Eslováquia e põe Ucrânia à prova
-
EUA busca acelerar envio de ajuda à Venezuela; mortos em terremotos passam de 1.700
-
Sabalenka estreia com vitória tranquila e vai à 2ª rodada de Wimbledon
-
'Temos muita confiança', diz João Félix antes de duelo entre Portugal e Croácia
-
Bombas em frente a sedes estatais no Equador causam danos e deixam um ferido
-
Espanha retoma treinos sem três jogadores lesionados
-
Após decepção na Copa, República Tcheca demite técnico Miroslav Koubek
-
Sinner sofre na estreia, mas avança à 2ª rodada de Wimbledon
-
Ataque a tiros deixa seis mortos em cidade do norte da Alemanha
-
Irã na Copa do Mundo de 2026: o ponto final de uma participação conturbada
-
João Fonseca vence espanhol Roberto Bautista e vai à 2ª rodada de Wimbledon
-
Ataques russos deixam 9 mortos na Ucrânia
-
Funerárias de Paris, sobrecarregadas após onda de calor recorde
-
Suprema Corte dos EUA rejeita tentativa de Trump de demitir governadora do Fed
-
Uma Copa do Mundo com menos faltas, dribles e finalizações
-
Comcast vai desmembrar NBCUniversal e Sky
-
França aprova lei para frear o auge da moda ultrarrápida
-
Busca por sobreviventes dos terremotos na Venezuela chega ao 'último minuto'
-
Ataque a tiros deixa cinco mortos em cidade do norte da Alemanha
-
Bolívia libera cotação do dólar em meio a grave crise econômica
-
Trump afirma que Irã solicitou reunião no Catar
-
Manchester City anuncia Enzo Maresca como novo treinador
-
Estrelas do circuito de tênis desistem de reduzir compromissos com imprensa em Wimbledon
-
Fraternidade São Pio X pode levar Igreja Católica ao cisma
-
CazéTV, o canal de YouTube que quebra recordes na Copa
-
Brasil e Alemanha buscam redenção em vaga para as oitavas de final da Copa
-
Cabo Verde, um refúgio para a comunidade LGBTQIA+ na África
-
Cães desaparecem antes da proibição da carne canina na Coreia do Sul
-
Complexo de plano habitacional de Hugo Chávez desaba após terremotos na Venezuela
-
Irã e EUA anunciam pausa nas hostilidades
-
Princesa Kate completa desafio das três montanhas em apoio à associação de combate ao câncer
-
Austrália anuncia amistosos contra o Brasil em setembro
-
Ataques aéreos do Paquistão provocam dezenas de mortes no leste do Afeganistão
-
Coreia do Sul vai investir US$ 1,2 trilhão em chips e centros de dados de IA
Cobertos de sangue, feridos jazem no chão em frente a hospital de Mianmar após forte terremoto
Corpos ensanguentados se contorcendo de dor jazem no chão, devido à falta de espaço, do lado de fora do pronto-socorro de um hospital na capital birmanesa, Naypyidaw, após o violento terremoto que abalou o país nesta sexta-feira (28).
"É um lugar reservado para as inúmeras vítimas", disse um funcionário desta unidade, que tem cerca de mil leitos, pedindo aos jornalistas que se retirassem.
Alguns feridos, cobertos de sangue e poeira, chegaram em carros, outros em caminhonetes ou macas.
"Há muitos feridos chegando", disse um médico à AFP, admitindo estar exausto. "Nunca vi nada assim. Estamos tentando administrar a situação".
Um médico do centro disse que, até agora, "cerca de 20 pessoas morreram após chegarem ao hospital".
Alguns dos afetados gritam e se contorcem de dor, outros ainda parecem atordoados, em estado de choque, com soro intravenoso nos braços. Seus familiares tentam confortá-los.
Os que esperam para serem atendidos, sentados e com aparência completamente abatida, colocam a cabeça entre as mãos.
Dentro do hospital, as pessoas correm em todas as direções. Alguns choram, outros tremem enquanto tentam desesperadamente entrar em contato com seus parentes para ter certeza de que estão vivos.
- "Centenas de feridos" -
"Centenas de feridos estão chegando (...) Mas o prédio do pronto-socorro também desabou", explicaram os seguranças.
Do lado de fora, um engarrafamento bloqueia a estrada que leva a um dos maiores hospitais de Naypyidaw. Enquanto uma ambulância passa entre os veículos, um socorrista grita, implorando para que lhe deixem passar para chegar ao hospital mais rápido.
A capital de Mianmar está localizada cerca de 250 quilômetros ao sul do epicentro do terremoto pouco profundo e de magnitude 7,7, que ocorreu 16 quilômetros a noroeste da cidade de Sagaing, pouco depois do meio-dia.
Um tremor secundário de magnitude 6,4 ocorreu alguns minutos depois do terremoto, anunciou o Serviço Geológico dos EUA (USGS).
Vários jornalistas da AFP estavam no Museu Nacional em Naypyidaw quando o terremoto ocorreu. Alguns pedaços do telhado caíram e as paredes racharam.
Fortes tremores também foram sentidos na China e na Tailândia, dois países vizinhos de Mianmar.
Na capital tailandesa, Bangcoc, a 1.000 km do epicentro, cenas de pânico eclodiram. Escritórios e empresas foram evacuados e alguns serviços de metrô foram suspensos.
Um prédio em construção com mais de 30 andares desabou com dezenas de trabalhadores dentro. Os serviços de resgate indicaram que já começaram a procurar os funcionários presos no local.
"Quando cheguei para inspecionar o local, ouvi pessoas pedindo ajuda", disse Worapat Sukthai, subdiretor de polícia do distrito de Bang Sue, à AFP.
"Estimamos que haja centenas de feridos, mas ainda estamos no processo de apuração do número de vítimas", explicou. O oficial disse que temia que "muitas vidas tenham sido perdidas. Nunca vivenciamos um terremoto com um impacto tão devastador".
burs-pjm/juf/oaa/hgs/meb/aa
F.Wagner--VB