
-
Luca Guadagnino convida à reflexão pós-‘Me Too’ em seu último filme ‘Depois da Caçada’
-
Empresa bananeira 'Chiquita' retorna ao Panamá e vai recontratar milhares de trabalhadores demitidos
-
Premiê italiana repudia megaescândalo de difusão na web de fotos íntimas de mulheres
-
Mais de 280 mil pessoas estão desaparecidas por guerras e migrações
-
Neonazista começa a cumprir pena em prisão feminina após mudar de gênero
-
'Bicudo-vermelho' destrói palmeiras e alarma Brasil e Argentina
-
Naufrágio de barco de migantes na Mauritânia deixa pelo menos 69 mortos
-
Trump retira proteção do Serviço Secreto a Kamala Harris
-
Inflação nos EUA permanece estável em julho, em 2,6% em termos anuais
-
A angústia de milhares de detentos sem acusações ou sentença em El Salvador
-
Donald Trump e seu estilo 'ditador chique' na cidade de Washington
-
Julia Roberts estreia no tapete vermelho do Festival de Veneza
-
Corte Constitucional da Tailândia destitui primeira-ministra
-
Fenerbahçe demite Mourinho após eliminação da Liga dos Campeões
-
Japão propõe orçamento de defesa recorde que amplia arsenal de drones
-
Compositor Rodion Shchedrin, autor do balé 'Anna Karenina', morre aos 92 anos
-
Estados Unidos acabam com isenções tarifárias para pacotes pequenos
-
Ataques russos deixam 2 mortos na região ucraniana de Dnipropetrovsk
-
Soldados retidos em zona guerrilheira são libertados na Colômbia
-
Brasil estuda responder a Trump com tarifas recíprocas
-
Vini Jr e Rodrygo: duas questões que Xabi Alonso precisa solucionar no Real Madrid
-
Ataque russo deixa 23 mortos em Kiev e ameaça esforços de paz
-
'Não há como entrarem na Venezuela', afirma Maduro frente a 'ameaças' dos EUA
-
Lyon-Olympique de Marselha é destaque da 3ª rodada da Ligue 1
-
Jovem que lançou sanduíche em policial em Washington é acusado de infração
-
EUA aprova venda de mísseis para a Ucrânia por US$ 825 milhões
-
Escultura de sapos da civilização mais antiga da América é encontrada no Peru
-
Besiktas anuncia demissão do técnico norueguês Solskjaer
-
Venus Williams e Leylah Fernández vencem na estreia nas duplas do US Open
-
Atirador de Minneapolis estava "obcecado com a ideia de matar crianças", segundo autoridades
-
Cientistas descobrem 'estranho' dinossauro coberto por armadura de espinhos
-
Sinner vence Popyrin e avança à terceira rodada do US Open
-
Milei culpa 'grupelho violento' por pedradas e nega corrupção
-
Kai Havertz, do Arsenal, passa por cirurgia no joelho
-
Ataque russo deixa 21 mortos em Kiev e ameaça esforços de paz
-
F1 retorna no GP dos Países Baixos com aguardado duelo entre McLarens
-
Pequenos pacotes no limbo antes de entrada em vigor de tarifas nos EUA
-
Robert Kennedy Jr. critica agência de saúde dos EUA após demitir sua diretora
-
Jessica Fox, campeã olímpica de canoagem, se recupera após remoção de tumor
-
Unesco alerta para escassez mundial de professores
-
Chefe da ONU lamenta 'catálogo de horrores sem fim' em Gaza, onde Israel amplia ofensiva
-
Messi, Mastantuono e duas novidades na lista de convocados da Argentina
-
Goleiro Arnau Tenas troca PSG pelo Villarreal
-
Plataforma Kick afirma que França 'se aproveita' da morte de usuário em live
-
Meio-campista dominicano Pablo Rosario deixa Nice e assina com Porto
-
Medvedev é multado em US$ 42.500 por conduta antidesportiva no US Open
-
ONU aprova retirada das forças de paz do Líbano em 2027
-
Caminho difícil para PSG e Real Madrid na Liga dos Campeões, Barça tem mais sorte
-
Swiatek perde um set mas se classifica para 3ª rodada do US Open
-
Bia Haddad vence e avança à 3ª rodada do US Open

Suprema Corte dos EUA reduz o poder das agências federais
A Suprema Corte dos Estados Unidos, de maioria conservadora, reduziu nesta sexta-feira (28) a liberdade de ação das agências federais, na mira dos círculos ultraliberais que lutam contra a "burocracia", ao anular uma jurisprudência de 1984.
Essa jurisprudência dava a última palavra às agências governamentais em questões de meio ambiente, proteção social e defesa do consumidor.
"Os tribunais não podem acatar a interpretação da lei por parte de uma agência simplesmente porque um estatuto é ambíguo", afirmou em um documento o presidente do tribunal, John Roberts, em nome da maioria de seis juízes conservadores da corte.
Conhecida como a "doutrina Chevron", a jurisprudência atual desde uma decisão de 1984 diz que os juízes devem ceder a estas agências a determinação de uma interpretação "razoável" da lei se houver ambiguidades ou lacunas. A doutrina “Chevron fica anulada”, acrescentou Roberts.
Para a juíza progressista Elena Kagan, que votou contra a anulação, essa doutrina “se tornou um pilar do governo moderno, apoiando esforços regulatórios de todo tipo; para citar alguns: sobre a qualidade do ar e da água, a segurança dos alimentos e medicamentos, e a honestidade dos mercados financeiros”.
- “Choque” para o sistema legal -
Os detratores desta jurisprudência argumentam que a interpretação das leis cabe ao Poder Judiciário e não às agências federais, que estão sob o Poder Executivo.
"Uma reversão da jurisprudência Chevron provocará um choque injustificado para o sistema legal", argumentou durante os debates em janeiro a assessora jurídica do governo do presidente democrata Joe Biden, Elizabeth Prelogar, destacando a instabilidade que a decisão traria.
Segundo sua hipótese, isso provocaria uma cacofonia jurídica, com "regras diferentes em diferentes lugares do país".
Mas a maioria dos juízes conservadores não se convenceu com esses argumentos.
Um deles, Brett Kavanaugh, alegou que essa instabilidade é inerente às instituições democráticas. "A própria jurisprudência de Chevron provoca um choque no sistema quando chega um novo governo", replicou, em referência ao mandato presidencial de quatro anos, renovável uma vez.
Essas alterações afetam as regulações tanto "das telecomunicações, dos mercados financeiros, quanto da concorrência e do meio ambiente", enumera Kavanaugh.
Paradoxalmente, quando foi adotado em 1984, o caso foi uma vitória para o presidente republicano Ronald Reagan, que acusou os juízes federais do país de linha progressista de sufocar as empresas americanas sob montanhas de trâmites burocráticos desnecessários e restritivos.
Mas desde então, a direita criticou a decisão, argumentando que ela concede injustamente poderes ao governo federal sobre o sistema judicial e permite que as agências alterem o significado dos estatutos, dependendo de quem esteja no comando.
L.Stucki--VB