-
Rybakina vence Swiatek e vai às semifinais do Aberto da Austrália
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam 12 pessoas e atingem trem de passageiros
-
Trump alerta para 'coisas ruins' se republicanos perderem eleições de meio de mandato
-
América Latina e Caribe impulsionam plano de ajuda ao Haiti
-
'A transição não começou', diz opositora venezuelana ao sair da clandestinidade
-
Liga dos Campeões se prepara para uma emocionante "super quarta-feira"
-
Estudo aponta cerca de 2 milhões de baixas militares em guerra na Ucrânia
-
'Não há planos de eleições' presidenciais na Venezuela, diz filho de Maduro
-
Trump promete 'desescalar um pouco' a situação em Minnesota, mas descarta demissões
-
Vasco contrata atacante colombiano Marino Hinestroza
-
Wembanyama diz estar "horrorizado" com a morte de civis em Minneapolis
-
Senado dos EUA convoca chefes das principais agências migratórias
-
Como vence Fiorentina (3-1) e vai enfrentar Napoli nas quartas da Copa da Itália
-
Celebridades convocam protestos contra ações da polícia migratória dos EUA
-
Hoffenheim vence Werder Bremen (2-0) e se mantém em 3º no Alemão; Leipzig tropeça
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam 11 pessoas e atingem trem de passageiros
-
River Plate ampliará capacidade do estádio Monumental para 101.000 espectadores
-
Kolo Muani e Odobert estão bem após acidente e enfrentarão Eintracht, diz técnico do Tottenham
-
Melania Trump faz 'apelo à unidade' após mortes em Minneapolis
-
Presidente do Equador acusa Colômbia de 'abandono' na fronteira
-
Juiz da Califórnia reabre processo contra Marilyn Manson por agressão sexual
-
Com chuva em Barcelona, Ferrari e Red Bull vão à pista no 2º dia de testes da F1
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam ao menos 10 pessoas e atingem usinas energéticas
-
Trump lamenta morte de ativista em Minneapolis, mas descarta demissões
-
Especialistas da ONU denunciam 'grave violação' dos direitos humanos de menores nos EUA
-
Pró-Trump, Asfura assume Presidência de Honduras com promessa de combate à insegurança
-
Governo Trump é processado por morte de 2 homens em ataque a narcolanchas no Caribe
-
Duas amigas de Amy Winehouse teriam se aproveitado de descuido de seu pai para leiloar itens da cantora
-
Atacante Tammy Abraham deixa Besiktas e vai jogar no Aston Villa
-
Joelinton desfalca Newcastle e Bruno Guimarães é dúvida contra o PSG
-
Irã alerta que 'ameaças' dos EUA só provocarão 'instabilidade' na região
-
'Arbeloa é como um filho para mim', diz Mourinho sobre novo técnico do Real Madrid
-
Lula e Macron pedem o fortalecimento da ONU ante Conselho da Paz de Trump
-
LDU anuncia contratação do atacante Deyverson
-
Bournemouth contrata atacante Rayan, joia de 19 anos do Vasco
-
UE ajudará Google a abrir Android para serviços de IA concorrentes
-
Relógio do Juízo Final está mais perto do que nunca da catástrofe
-
Dor e indignação em Minnesota após a morte do enfermeiro Alex Pretti
-
Agentes migratórios começam a deixar Minneapolis enquanto avança investigação sobre morte de ativista
-
Califórnia investiga TikTok por censurar críticas a Trump
-
Aliado de Trump, Nasry Asfura assume a Presidência de Honduras
-
Adani e Embraer anunciam acordo para fabricar aviões na Índia
-
'American Doctor', o documentário que retrata a brutalidade da guerra em Gaza
-
Exportações do México aumentam em 2025, ano de tensões comerciais com os EUA
-
Ex-vice-presidente do Panamá é preso por suspeita de enriquecimento ilícito
-
Onda expansiva do bombardeio dos EUA deixa psique dos venezuelanos 'em pedacinhos'
-
City precisa 'jogar melhor' para ajudar Haaland, diz Guardiola
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam 6 pessoas e atingem usinas energéticas
-
'O Agente Secreto' recebe duas indicações ao Bafta
-
Grande tempestade de inverno deixa pelo menos 30 mortos nos EUA
COP30: as principais reações ao acordo climático
Quase 200 países chegaram neste sábado a um acordo modesto na conferência climática COP30, em Belém. Alguns deles consideraram o documento aceitável, em meio a negociações tensas e à ausência dos Estados Unidos. Outros acharam o compromisso insuficiente.
Segue abaixo um resumo das principais reações:
- Lula -
O presidente Luiz Inácio Lula da Silva, que apostou no sucesso do que chamou de "COP da verdade", aplaudiu o que considerou uma vitória do multilateralismo nas negociações.
"Mobilizamos a sociedade civil, a academia, o setor privado, os povos indígenas e os movimentos sociais, para fazer dessa a COP com a segunda maior participação da História", declarou o presidente brasileiro.
- Europa -
"Não vamos esconder que preferiríamos ter mais, mais ambição em tudo", disse o comissário da União Europeia (UE) para o Clima, Wopke Hoekstra, embora tenha considerado o acordo um passo "na direção correta".
A ministra francesa da Transição Ecológica, Monique Barbut, foi mais crítica: "Não posso dizer que esta COP tenha sido um sucesso." Embora "este acordo não eleve nosso nível geral de ambição, tampouco altera o impulso anterior", ressaltou.
O secretário de Energia britânico, Ed Miliband, disse à AFP: "Assim é este processo da COP. Se você olhar ao longo da História, gerou mudanças. Cada COP tem suas frustrações."
- Colômbia -
O presidente colombiano, Gustavo Petro, criticou duramente a falta de um plano para a eliminação gradual dos combustíveis fósseis, e disse que seu país "não aceita" que a declaração "não diga claramente, como faz a ciência, que a causa da crise climática são os combustíveis fósseis".
- Brasil, Índia, África do Sul, China -
A Índia elogiou o acordo, que considerou "significativo". “Apoiamos plenamente a presidência da COP30 e reconhecemos os esforços extraordinários da equipe presidencial, que incluíram muitas noites em claro trabalhando para garantir que levemos algo significativo de Belém”, disse um representante indiano, em nome do grupo Basic (Brasil, África do Sul, Índia e China).
A China expressou satisfação com o resultado. Seu vice-ministro de Ecologia e Meio Ambiente, Li Gao, disse à AFP que a COP30 seria lembrada como "um sucesso em uma situação muito difícil”.
- Países menos desenvolvidos -
Evans Njewa, que representou um grupo de 44 países menos desenvolvidos, destacou: “Não vencemos em todas as frentes, mas conseguimos triplicar o financiamento para a adaptação até 2035”.
“Obrigado por apoiar 1,6 bilhão de pessoas vulneráveis”, disse Njewa. “Essa era a nossa prioridade, e a tornamos uma linha vermelha.”
A Aliança dos Pequenos Estados Insulares considerou o acordo “imperfeito”, mas, ainda assim, um passo para "o progresso".
- Guterres -
O secretário-geral da ONU, António Guterres, elogiou as semanas de esforços, mas disse entender que muitos poderão ficar decepcionados com os resultados, incluindo os povos indígenas, os jovens e aqueles que sofrem agora os piores impactos das mudanças climáticas.
“Não posso fingir que a COP30 conseguiu tudo o que era necessário. A lacuna entre a nossa situação atual e o que a ciência exige continua perigosamente grande. Continuarei promovendo mais ambição e solidariedade", acrescentou o secretário.
- ONGs -
As conversas também foram acompanhadas por ONGs que atuam no setor climático. O diretor do Instituto de Recursos Mundiais, Ani Dasgupta, elogiou a COP30 por fazer “avanços para triplicar o financiamento para a adaptação, proteger as florestas do mundo e dar voz aos povos indígenas como nunca antes".
As negociações formais, no entanto, foram insuficientes em muitos aspectos, apontou Dasgupta, principalmente devido à falta de um plano para a eliminação gradual dos combustíveis fósseis, o que resultou em um acordo “enfraquecido”, segundo ele.
O diretor para a América Latina e o Caribe da organização 350.org, Ilan Zugman, destacou que “a falta de compromissos concretos no texto final da COP30 nos mostra quem continua se beneficiando com o atraso: a indústria dos combustíveis fósseis e os ultrarricos, e não aqueles que vivem a crise climática diariamente”.
L.Maurer--VB