-
EUA e Irã assinam acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Gana vence Panamá nos acréscimos (1-0) na estreia na Copa de 2026
-
Raúl Castro apoia reformas econômicas em Cuba
-
Do G7 a Versalhes: a relação de ouro entre Macron e Trump
-
Técnico da Coreia do Sul minimiza impacto de drone que sobrevoou treino de sua equipe
-
EUA e Irã confirmam que assinaram acordo para encerrar guerra no Oriente Médio
-
Inglaterra mostrou o nível que pode alcançar na vitória sobre a Croácia, diz Kane
-
Em busca do 1º lugar do Grupo A, México enfrenta Coreia do Sul em Guadalajara
-
Com 2 gols de Kane, Inglaterra vence Croácia (4-2) em sua estreia na Copa
-
Messi faz trabalho de recuperação após seu primeiro show na Copa de 2026
-
Lula brinca sobre 'contratar' Messi para jogar na Seleção
-
Hezbollah diz que Líbano vive 'momento decisivo' após acordo Irã-EUA
-
Estreia ruim 'assustou', mas Brasil pode fazer boa Copa, diz Danilo
-
Últimos desdobramentos ligados ao acordo entre Irã e EUA
-
Fed mantém taxas de juros e não descarta aumentá-las até final do ano
-
Los Angeles sediará décima edição da Laver Cup em 2027
-
Real Madrid envia ofício à Uefa para que 'Caso Negreira' seja retomado
-
G7 pede que empresas de tecnologia criem ferramentas para proteger menores online
-
Últimos desdobramentos do acordo entre Irã e EUA
-
Tigre, continência, K-pop, camisa da seleção: os símbolos do 2º turno na Colômbia
-
Parlamento Europeu aprova criação de centros de deportação de migrantes fora da UE
-
Casemiro, o homem de confiança de Ancelotti que está sob pressão
-
Zapatero defende sua honestidade após depor por mais de três horas à Justiça espanhola
-
'Toy Story 5': os brinquedos declaram guerra às telas
-
Empresa dinamarquesa elimina chefias para melhorar desempenho
-
Messi será o melhor 'até quando quiser', diz Scaloni
-
Princesa das Astúrias homenageia a pioneira do espaço Christina Koch
-
Real Madrid anuncia contratação do português Bernardo Silva até 2028
-
Princesa da Noruega recebe transplante de pulmão 'bem-sucedido'
-
'Eu sou o chefe', afirma Trump aos líderes reunidos no G7
-
Líderes do G7 celebran avanços no Irã e Ucrânia antes de debate sobre IA
-
Museu do Louvre está 'no limite', alerta novo presidente
-
AIE reduz previsão de demanda mundial de petróleo para 2026
-
Presidente sul-coreano pede ajuda de Trump em conflito com a Coreia do Norte
-
Áustria derrota Jordânia por 3-1 em partida do Grupo J da Copa
-
'São estatísticas e nada mais', diz Messi ao igualar Klose como artilheiro das Copas
-
Com hat-trick histórico de Messi, Argentina vence Argélia (3-0) em sua estreia na Copa
-
'Quero aproveitar cada jogo', diz Modric antes de estrear em sua quinta Copa do Mundo
-
'É como a primeira Copa' para Cristiano Ronaldo, diz técnico de Portugal
-
'Venho da minha melhor temporada', adverte Kane antes da estreia da Inglaterra
-
Lionel Messi é o primeiro jogador da história a jogar em seis Copas do Mundo
-
Sean Penn vai dirigir filme sobre ataque ao Capitólio dos EUA
-
Com 2 de Haaland, Noruega goleia Iraque (4-1) em sua estreia na Copa do Mundo
-
Investigações contra governador da Califórnia não foram ordenadas por Washington
-
'Mbappé é um jogador fora do comum', comemora Deschamps
-
SpaceX supera brevemente Microsoft e Amazon em valor de mercado
-
'Não há medo', afirma técnico da RD Congo antes do jogo contra Portugal
-
Justiça do Canadá confirma negativa de visto ao jogador ganês Thomas Partey
-
Mbappé nega 'conta pendente' após marcar dois gols na vitória da França
-
Secretário-geral da ONU pede perdão a vítimas de grupos armados no Haiti
Opep prevê aumento contínuo da demanda de petróleo até 2045
A Organização dos Países Exportadores de Petróleo (Opep) espera que a demanda global de petróleo continue aumentando até 2045, de acordo com as suas novas projeções, dados que vão na direção oposta aos esforços para limitar a mudança climática.
"O nosso cenário de referência prevê que a demanda de petróleo atinja os 116 milhões de barris por dia (mbd) em 2045, cerca de 6 mbd a mais" em relação a uma estimativa anterior para 2022 (109,8 mbd), indicou a organização no seu relatório de 2023 publicado nesta segunda-feira (9).
Esta procura tem "potencial para ser ainda maior", afirmou o secretário-geral do cartel, o kuwaitiano Haitham Al Ghais.
"O que está claro é que o mundo continuará precisando de mais energia nas próximas décadas", destacou na introdução do relatório sobre as perspectivas da demanda global de petróleo.
O documento, de 298 páginas, foi publicado menos de oito semanas antes da próxima reunião global sobre o clima, a COP28, em Dubai, que abordará o futuro dos combustíveis fósseis.
De acordo com a Opep, a demanda global de petróleo será impulsionada pelos países que não pertencem à OCDE, com a Índia na liderança, enquanto diminuirá nos países-membros da organização.
O cartel prevê um aumento na procura de petróleo de 16,5% até 2045 em comparação com 2022 (99,6 mbd). Especificamente, espera-se que aumente para 106,1 mbd em 2025, 112 mbd em 2030, antes de aumentar mais moderadamente a partir de 2035, passando de 114,4 mbd para 116 mbd em 2045.
- Sem "solução única" -
As previsões da Opep baseiam-se em um cenário de referência que adota "uma abordagem realista da demanda energética global e da demanda de petróleo".
O cartel dos países exportadores de petróleo destaca que "não existe uma solução única para responder ao crescimento global das necessidades energéticas", em um momento em que há uma aposta crescente nos veículos elétricos e na energia solar.
Para a Opep, a demanda de petróleo só poderá ser cumprida com investimentos estimados em 14 trilhões de dólares (72,6 trilhões de reais na cotação atual) no setor entre agora e 2045, ou seja, cerca de 610 bilhões de dólares (3,1 trilhões de reais) em média por ano.
"É benéfico tanto para os produtores como para os consumidores", segundo Haitham Al Ghais.
Este discurso coincide com o dos Emirados Árabes Unidos, membro da Opep e organizador da COP28, cujo presidente Sultan Al Jaber reiterou que não é possível desligar o atual sistema energético e que é necessário começar a triplicar a capacidade das energias renováveis.
O cenário parece contradizer o proposto pela Agência Internacional de Energia (AIE) para que o mundo alcance a neutralidade do carbono em 2050 e limite o aquecimento global a +1,5°C em comparação com a era pré-industrial.
Em 2021, a agência da OCDE surpreendeu o mundo ao apelar ao abandono imediato de todos os novos projetos de exploração de hidrocarbonetos.
A Opep respondeu com uma advertência. "Os apelos para deter os investimentos em novos projetos são equivocados e podem levar ao caos energético e econômico", alertou Haitham Al Ghais.
P.Vogel--VB