-
Congressista democrata não se dobra após ser atacada com líquido em comício nos EUA
-
Petróleo brasileiro gera inveja e debate na Guiana Francesa
-
Primeiro-ministro britânico visita a China para defender associação 'pragmática'
-
Otan deve se tornar mais europeia, afirma chefe da diplomacia da UE
-
Ex-primeira-dama da Coreia do Sul condenada a 20 meses de prisão por recebir subornos
-
Djokovic avança às semifinais do Aberto da Austrália após desistência de Musetti
-
Rybakina vence Swiatek e enfrentará Pegula nas semifinais do Aberto da Austrália
-
Rybakina vence Swiatek e vai às semifinais do Aberto da Austrália
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam 12 pessoas e atingem trem de passageiros
-
Trump alerta para 'coisas ruins' se republicanos perderem eleições de meio de mandato
-
América Latina e Caribe impulsionam plano de ajuda ao Haiti
-
'A transição não começou', diz opositora venezuelana ao sair da clandestinidade
-
Liga dos Campeões se prepara para uma emocionante "super quarta-feira"
-
Estudo aponta cerca de 2 milhões de baixas militares em guerra na Ucrânia
-
'Não há planos de eleições' presidenciais na Venezuela, diz filho de Maduro
-
Trump promete 'desescalar um pouco' a situação em Minnesota, mas descarta demissões
-
Vasco contrata atacante colombiano Marino Hinestroza
-
Wembanyama diz estar "horrorizado" com a morte de civis em Minneapolis
-
Senado dos EUA convoca chefes das principais agências migratórias
-
Como vence Fiorentina (3-1) e vai enfrentar Napoli nas quartas da Copa da Itália
-
Celebridades convocam protestos contra ações da polícia migratória dos EUA
-
Hoffenheim vence Werder Bremen (2-0) e se mantém em 3º no Alemão; Leipzig tropeça
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam 11 pessoas e atingem trem de passageiros
-
River Plate ampliará capacidade do estádio Monumental para 101.000 espectadores
-
Kolo Muani e Odobert estão bem após acidente e enfrentarão Eintracht, diz técnico do Tottenham
-
Melania Trump faz 'apelo à unidade' após mortes em Minneapolis
-
Presidente do Equador acusa Colômbia de 'abandono' na fronteira
-
Juiz da Califórnia reabre processo contra Marilyn Manson por agressão sexual
-
Com chuva em Barcelona, Ferrari e Red Bull vão à pista no 2º dia de testes da F1
-
Bombardeios russos na Ucrânia matam ao menos 10 pessoas e atingem usinas energéticas
-
Trump lamenta morte de ativista em Minneapolis, mas descarta demissões
-
Especialistas da ONU denunciam 'grave violação' dos direitos humanos de menores nos EUA
-
Pró-Trump, Asfura assume Presidência de Honduras com promessa de combate à insegurança
-
Governo Trump é processado por morte de 2 homens em ataque a narcolanchas no Caribe
-
Duas amigas de Amy Winehouse teriam se aproveitado de descuido de seu pai para leiloar itens da cantora
-
Atacante Tammy Abraham deixa Besiktas e vai jogar no Aston Villa
-
Joelinton desfalca Newcastle e Bruno Guimarães é dúvida contra o PSG
-
Irã alerta que 'ameaças' dos EUA só provocarão 'instabilidade' na região
-
'Arbeloa é como um filho para mim', diz Mourinho sobre novo técnico do Real Madrid
-
Lula e Macron pedem o fortalecimento da ONU ante Conselho da Paz de Trump
-
LDU anuncia contratação do atacante Deyverson
-
Bournemouth contrata atacante Rayan, joia de 19 anos do Vasco
-
UE ajudará Google a abrir Android para serviços de IA concorrentes
-
Relógio do Juízo Final está mais perto do que nunca da catástrofe
-
Dor e indignação em Minnesota após a morte do enfermeiro Alex Pretti
-
Agentes migratórios começam a deixar Minneapolis enquanto avança investigação sobre morte de ativista
-
Califórnia investiga TikTok por censurar críticas a Trump
-
Aliado de Trump, Nasry Asfura assume a Presidência de Honduras
-
Adani e Embraer anunciam acordo para fabricar aviões na Índia
-
'American Doctor', o documentário que retrata a brutalidade da guerra em Gaza
Emissões de CO2 da Amazônia dispararam no governo Bolsonaro, aponta estudo
As emissões de dióxido de carbono da Amazônia dispararam em 2019 e 2020, em consequência da redução da vigilância ambiental naquela região, cada vez mais frágil, durante o mandato do ex-presidente Jair Bolsonaro, apontaram pesquisadores nesta quarta-feira (23).
A maior floresta tropical do mundo, devorada pelo desmatamento e por incêndios provocados para ganhar terras para a pecuária e agricultura, é fundamental para mitigar as mudanças climáticas. Mas estudos mostram que ela começou a emitir mais CO2 do que absorve, aproximando-se de um perigoso ponto de não retorno, que a levaria a se tornar uma savana.
Usando amostras de ar em voos de pesquisa, cientistas observaram que as emissões dispararam de 240 milhões de toneladas por ano, em média, de 2010 a 2018, para 440 milhões em 2019 (+83%) e 520 milhões em 2020 (+117%).
Publicado na revista "Nature", o estudo foi conduzido por pesquisadores do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe), que foram os primeiros a detectar que a Amazônia havia passado de sequestradora líquida a emissora líquida de carbono, uma vez que as árvores, quando morrem, liberam na atmosfera o CO2 armazenado.
- Desmantelamento -
O novo estudo aponta que o desmatamento na Amazônia Legal - em território brasileiro, que abrange 60% de toda a floresta tropical, que se estende por nove países - aumentou 80% no período 2019-2020, em comparação com a média de 2010-2018.
As áreas queimadas de toda a Bacia Amazônica aumentaram 14% em 2019 e 42% em 2020, frente à média dos oito anos anteriores, o que coincidiu com o declínio acentuado da vigilância ambiental sob o governo de Bolsonaro (2019-2022) e seu polêmico ministro do Meio Ambiente Ricardo Salles, destacou a autora principal do estudo, Luciana Gatti.
Os órgãos ambientais "pararam de aplicar multas, de embargar terras implicadas em crimes ambientais, de queimar os equipamentos usados nos crimes", assinalou Luciana à AFP. "Essas medidas despencaram durante o governo Bolsonaro", afirmou.
Segundo os pesquisadores, os resultados indicam que esse desmonte das políticas ambientais levou a um aumento do desmatamento, dos incêndios e da degradação dos ecossistemas, aumentando as emissões de CO2 da Amazônia.
- Teste iminente -
O desmatamento já destruiu cerca de um quinto da floresta tropical no Brasil, com a pecuária como principal causa. O setor do agronegócio aliou-se estreitamente a Bolsonaro e é um player poderoso no país, maior exportador mundial de carne bovina e soja.
As causas da destruição da Amazônia, no entanto, vão além do Brasil, observou Luciana. "O mundo quer carne barata, soja para ração, e estamos destruindo a floresta para criar gado e soja. É o motor que está por trás da destruição", afirmou.
O desmatamento na Amazônia brasileira diminuiu desde que Luiz Inácio Lula da Silva sucedeu Bolsonaro, em janeiro, com a promessa de que o país retomaria a luta contra as mudanças climáticas. A queda foi de 42,5% de janeiro a julho, em relação ao mesmo período do ano passado.
Especialistas ressaltam, no entanto, que o verdadeiro teste para o novo governo começa agora, com o início da temporada mais seca na Amazônia, quando o desmatamento costuma aumentar. O fenômeno climático El Niño também cria condições mais quentes e secas naquela região, o que deve alimentar os incêndios na floresta.
O.Krause--BTB