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Jogos Paralímpicos de Inverno começam com a Rússia e polêmicas
Em meio a tensões e um boicote à cerimônia de abertura em Verona por sete países, os Jogos Paralímpicos de Inverno de Milão-Cortina começam oficialmente nesta sexta-feira(6), marcados pela presença de atletas russos e bielorrussos com suas bandeiras e símbolos nacionais, e não como integrantes de delegações neutras.
Desde 2014, o hino nacional russo não é tocado em nenhum evento olímpico ou paralímpico, inicialmente devido a escândalos de doping e, posteriormente, por causa da invasão da Ucrânia em 2012.
O retorno da Rússia e Belarus foi aprovado na Assembleia Geral do Comitê Paralímpico Internacional (CPI) em setembro, apesar do conflito na Ucrânia, uma medida que provocou grande oposição.
A Ucrânia se recusou a enviar seus atletas para a cerimônia em Verona, e os comitês paralímpicos de outros seis países europeus — República Tcheca, Polônia, Estônia, Letônia, Lituânia e Finlândia — seguiram o exemplo.
Na esfera política, também houve baixas significativas em repúdio a presença de símbolos russos, principalmente do comissário da União Europeia para a Juventude e o Esporte, e de diversos governos, como os da França e do Reino Unido, que não enviarão representantes ao evento.
"O CPI respeita a decisão", declarou a organização paralímpica à AFP na quinta-feira.
"Diante dos conflitos e aspectos negativos do mundo, continuamos precisando de inclusão. E o esporte deve servir a esse propósito. O esporte é o que devemos tentar defender durante estes Jogos", afirmou seu presidente, o brasileiro Andrew Parsons.
O boicote anunciado por diversos países se limita às cerimônias e à representação política, não à competição em si, da qual nenhum país retirou sua participação.
O evento terá duração de 10 dias e acontecerá em várias regiões: Milão, Cortina d'Ampezzo e Val di Fiemme. Um total de 56 países estarão representados.
A.Ammann--VB