-
Assassinato de adolescente a caminho da escola deixa cidade francesa em estado de choque
-
UE anuncia acordo para proibir IA que cria imagens sexuais falsas
-
Japão lança mísseis durante exercícios e irrita a China
-
Rússia pede a diplomatas que abandonem Kiev diante de possível ataque
-
Fluminense empata com Independiente Rivadavia no fim (1-1) em noite de recorde de Fábio
-
Corinthians arranca empate no fim (1-1) contra o Santa Fe na Libertadores
-
Seleção mexicana excluirá da Copa do Mundo jogadores que faltarem ao início do período de treinos
-
Juiz dos EUA divulga suposta nota de suicídio de Jeffrey Epstein
-
Sem Arrascaeta, Flamengo enfrenta Independiente Medellín na Libertadores
-
Primeiro contágio de hantavírus em cruzeiro não poderia ter ocorrido no navio ou em escala, segundo OMS
-
Rússia pede a diplomatas que evacuem Kiev diante de possível ataque
-
Anthropic utilizará centros de dados da SpaceX para sua IA
-
'Não levaram o problema suficientemente a sério', diz passageiro de cruzeiro com hantavírus
-
PSG elimina Bayern e vai enfrentar Arsenal na final da Champions
-
Democratas acusam secretário de Comércio de Trump de encobrir caso Epstein
-
Em um ano eleitoral difícil, Lula visita Trump em Washington
-
Ex-presidente francês Sarkozy não precisará usar tornozeleira eletrônica novamente
-
Avião que decolou de Cabo Verde por surto de hantavírus faz escala nas Canárias
-
Fora da Copa, mas com Sinner: tênis desafia reinado do futebol na Itália
-
Justiça israelense rejeita libertar ativista brasileiro Thiago Ávila
-
Anistia Internacional designa dois líderes indígenas na Guatemala como 'prisioneiros de consciência'
-
Avião que decolou de Cabo Verde por surto de hantavírus pousou nas Canárias
-
Países asiáticos ainda não assinaram acordo para transmitir a Copa do Mundo
-
Fifa amplia punição do argentino Prestianni, que pode cumprir suspensão na Copa
-
Bienal de Veneza começa com polêmica por presença da Rússia
-
Ted Turner, fundador e 'alma' da CNN, morre aos 87 anos
-
Neymar e Robinho Jr. fazem as pazes após briga em treino
-
Trump aumenta pressão para alcançar acordo de paz e ameaça Irã com novos bombardeios
-
Ted Turner, fundador da CNN, morre aos 87 anos
-
Navio de cruzeiro com surto de hantavírus vai atracar nas Canárias
-
Prêmio Princesa de Astúrias reconhece criatividade do Studio Ghibli
-
Tribunal israelense rejeita libertação de Thiago Ávila e de ativista espanhol-palestino
-
Bienal de Veneza inicia com polêmica por presença da Rússia
-
Eleições locais no Reino Unido, um teste difícil para um governo trabalhista em baixa
-
Tradição, Trump e tênis: cinco pontos sobre o papa Leão XIV
-
Pontificado de Leão XIV: um ano de moderação ofuscado pela crise com Trump
-
Passageiros com suspeita de hantavírus são retirados de navio e levados aos Países Baixos
-
Papa Leão XIV celebrará missa na Sagrada Família de Barcelona em 10 de junho
-
Venezuela defende na CIJ seu direito 'irrenunciável' à região de Essequibo
-
Rússia ataca Ucrânia durante cessar-fogo decretado por Kiev
-
Rolling Stones lançarão novo álbum 'Foreign Tongues' em 10 de julho
-
Casemiro acha "difícil" United renovar seu contrato, apesar dos apelos da torcida
-
Trump suspende operação de escolta de navios em Ormuz para impulsionar acordo com Irã
-
Palmeiras vence Sporting Cristal (2-0) e assume liderança do Grupo F da Libertadores
-
Adolescente abre fogo em escola no Acre e deixa dois mortos
-
Musk 'ia me bater', diz cofundador da OpenAI em julgamento nos EUA
-
Hulk assina com Fluminense até o fim de 2027
-
Luis Díaz e Olise, os parceiros de Kane na 'operação virada' contra o PSG
-
Três casos suspeitos de hantavírus em cruzeiro serão evacuados para Cabo Verde
-
Bombardeios russos na Ucrânia deixam mais de 20 mortos horas antes de possível trégua
Governo espanhol publicará lista de símbolos franquistas que pretende remover
O governo espanhol anunciou, nesta quarta-feira (22), sua intenção de remover símbolos do franquismo dos espaços públicos a partir do próximo mês, data do 50º aniversário da morte do ditador Francisco Franco, que governou o país com mão de ferro de 1939 a 1975.
Meio século depois, os espanhóis continuam profundamente divididos sobre o legado da ditadura de Franco. Por isso, a iniciativa socialista para o 50º aniversário da morte do general, em 20 de novembro de 1975, e o início do caminho para a democracia, aumentou a tensão entre o governo de esquerda e a oposição de direita e extrema direita.
O conservador Partido Popular (PP) frequentemente acusa o presidente de Governo, Pedro Sánchez, de recorrer à carta "coringa de Franco" em momentos de fraqueza política.
"Antes do final de novembro, publicaremos o catálogo completo de elementos e símbolos franquistas no Diário Oficial do Estado para que possam ser removidos de uma vez por todas do nosso país e das nossas ruas", disse Sánchez no Congresso dos Deputados nesta quarta-feira.
O líder socialista não especificou o prazo para a remoção desses símbolos. Ele também não forneceu detalhes sobre o conteúdo dessa lista, mas, de acordo com o site "Debería Desaparecer", que monitora esses elementos, ainda existem mais de 6.000 símbolos da era franquista no território espanhol.
São monumentos, emblemas e ruas que prestam homenagem ao ditador ou a figuras do regime, fato denunciado em inúmeras ocasiões por associações e pelo próprio governo de esquerda de Sánchez.
- Controvérsia -
Após chegar ao poder depois de uma guerra civil que deixou centenas de milhares de mortos, Franco governou a Espanha com mão de ferro por 36 anos. Após sua morte, nenhum responsável pelo regime foi julgado, já que esse período foi sujeito a uma ampla anistia que beneficiou ambos os lados.
O governo do socialista José Luis Rodríguez Zapatero iniciou uma mudança de rumo em 2007 com a lei da "memória histórica", que exigia que os governos removessem dos espaços públicos os símbolos que fizessem apologia à ditadura.
Essa mudança se acelerou com a ascensão de Pedro Sánchez, outro socialista, ao poder em 2018.
Um ano depois, os restos mortais de Franco foram exumados de seu túmulo no Vale dos Caídos (renomeado Vale de Cuelgamuros), que havia se tornado um local de homenagem para os nostálgicos da ditadura.
Em 2022, foi aprovada uma lei da "memória democrática", que criou um registro das vítimas de Franco, anulou as condenações sumárias proferidas por seu regime e pressionou as prefeituras relutantes a remover os símbolos franquistas.
Essas medidas ainda encontram resistências.
O PP, principal partido da oposição, acusa o Executivo de tentar reabrir as feridas do passado sob o pretexto da memória e prometeu revogar a lei de 2022 se retornar ao poder.
F.Mueller--VB