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OpenAI faz enorme encomenda de chips da AMD e entrará em seu capital acionário
A start-up californiana de inteligência artificial OpenAI chegou a um acordo estratégico com a fabricante americana de semicondutores AMD, da qual se tornará acionista, para comprar um volume maciço de chips, anunciaram as empresas nesta segunda-feira (6).
Segundo um comunicado conjunto, este pedido abrange placas gráficas, também chamadas de GPU (graphics processing unit), essenciais para o desenvolvimento da Inteligência Artificial (IA).
No total, a AMD se comprometeu a fornecer GPUs com uma potência total de 6 gigawatts (GW). Na abertura de Wall Street, a AMD estava cotada em alta de mais de 30%.
Embora não seja possível determinar o número exato de processadores exclusivamente com base nesta cifra, isto representa vários milhões de GPUs.
Com esta aliança, a OpenAI demonstra sua intenção de diversificar suas fontes de fornecimento de semicondutores para não depender unicamente da gigante do setor, a empresa americana Nvidia.
No fim de setembro, a Nvidia anunciou um investimento de até 100 bilhões de dólares (aproximadamente R$ 534,9 bilhões) na OpenAI para criar uma infraestrutura para a inteligência artificial (IA) de última geração.
Isto representa um grande benefício para o grupo sediado em Santa Clara, Califórnia, que, segundo especialistas, enfrenta a concorrência, além da Nvidia, da chinesa Huawei, assim como da Amazon e da Google.
Estes dois gigantes desenvolveram seus próprios chips para responder às suas enormes necessidades: o Trainium para a Amazon Web Services (AWS), filial da Amazon dedicada à informática na nuvem (cloud computing) e a Tensor Processing Unit (TPU) para a Google.
O ritmo de investimentos do criador do ChatGPT é inédito na história do capitalismo americano. Além dos megacontratos celebrados com Nvidia ou AMD, a OpenAI também está está envolvida no projeto faraônico Stargate, que implica 500 bilhões de dólares (R$ 2,67 trilhões) em investimentos em novos centros de dados (data centers).
- "Avanço para a AMD" -
A situação é ainda mais especial porque a OpenAI só vai gerar 13 bilhões de dólares (R$ 69,5 bilhões) em receitas este ano e não prevê um primeiro lucro antes de 2029, admitiu seu diretor, Sam Altman.
Os equipamentos para centros de dados representaram aproximadamente metade do faturamento da AMD no ano passado. O grupo registrou um aumento de 94% em suas receitas neste segmento em 2024.
"É um avanço para a AMD", avaliou Matt Britzman, analista da Hargreaves Lansdown. "Demonstra que seus chips de nova geração (esperados para o próximo ano) constituem uma opção viável para os maiores players da IA".
Em virtude do convênio anunciado nesta segunda-feira, a AMD emitirá, com destino à OpenAI, 160 milhões de "warrants", produtos financeiros derivados que podem se tornar ações sob certas condições.
Esta conversão poderá ser feita "à medida que certos objetivos forem cumpridos", segundo o comunicado. Também está condicionada a outros critérios, como a evolução do preço das ações da AMD e o cumprimento dos objetivos comerciais da OpenAI.
Se todos estes "warrants" forem convertidos em ações, a OpenAI controlaria pouco menos de 10% do capital da AMD ao final da operação. A fórmula adotada pelos dois grupos se estende ao longo de cinco anos.
A AMD, que não fabrica ela própria seus chips, prevê os primeiros envios de GPUs a serviço da OpenAI para o segundo semestre de 2026.
"É uma enorme demonstração de confiança (para a AMD) por parte da OpenAI e (de Sam) Altman", avaliaram os analistas da Wedbush Securities. Para eles, o acordo "dissipa as poucas inquietações relacionadas com a AMD, pois lhes oferece uma plataforma importante para monetizar a revolução da IA".
A.Ruegg--VB