-
Stuttgart empata com Union Berlin (1-1) e segue fora do Top 3
-
Polícia da Guatemala liberta reféns em uma das prisões onde membros de gangues estavam amotinados
-
Irã restabelece parcialmente a internet, segundo organização de cibersegurança
-
Alcaraz estreia no Aberto da Austrália com vitória (3-0) sobre Walton
-
Jordi Cruyff é o novo diretor técnico do Ajax
-
Países europeus ameaçados por Trump pela Groenlândia prometem 'permanecer juntos'
-
Sabalenka estreia com vitória no Aberto da Austrália
-
Aos 45 anos, Venus Williams vence um set mas é eliminada no Aberto da Austrália
-
Triunvirato, petróleo, Nobel: para onde caminha a Venezuela?
-
Quem foi convidado para o Conselho de Paz para Gaza de Trump?
-
Exército sírio toma várias cidades e campos de petróleo das forças curdas
-
Membros de gangues amotinados fazem mais de 40 guardas reféns em prisões da Guatemala
-
Socorristas indonésios encontram destroços de avião desaparecido
-
Trump viaja para Davos, de olho em casa
-
Irã avalia restabelecer acesso à internet 'de forma progressiva'
-
Ataque em região da Ucrânia ocupada pela Rússia deixa 200.000 casas sem energia
-
Chile decreta estado de catástrofe por incêndios no sul do país
-
Europeus se mobilizam frente às ameaças dos EUA sobre a Groenlândia
-
Portugal realiza eleições presidenciais com opções para a extrema direita
-
Israel questiona composição de órgão do Conselho de Paz para Gaza
-
Marrocos-Senegal: quem será coroado 'Rei Leão' do futebol africano?
-
Arsenal empata na visita ao Nottingham Forest (0-0), mas City e Liverpool não aproveitam
-
Trump ameaça Europa com novas tarifas até EUA adquirir a Groenlândia
-
Bayern reage e goleia na visita ao Leipzig (5-1)
-
Mercosul e UE assinam acordo comercial histórico e reivindicam multilateralismo
-
Exército amplia controle no norte da Síria
-
Nigéria vence Egito nos pênaltis e termina Copa Africana em 3º lugar
-
Lens vence Auxerre (1-0) e recupera liderança do Francês
-
Djokovic diz que seu vício em tênis o impede de se aposentar aos 38 anos
-
Trump convida mais líderes a se unirem ao 'Conselho da Paz' para Gaza
-
Negociadores ucranianos estão nos EUA para discutir fim da guerra com Rússia
-
Borussia Dortmund vence lanterna St Pauli (3-2) com gol de pênalti nos acréscimos
-
'Escolhemos o comércio justo em vez das tarifas', diz chefe da UE sobre acordo com Mercosul
-
Inter vence Udinese (1-0) com gol de Lautaro e aumenta vantagem na liderança do Italiano
-
Milhares protestam em Dinamarca e Groenlândia contra planos de Trump
-
Iranianos relatam o 'pesadelo' da repressão dos aiatolás
-
Presidente de Uganda garante sétimo mandato em clima de intimidação
-
Sob vaias, Real Madrid reage e vence Levante (2-0) no Espanhol
-
Milhares de manifestantes pedem em Copenhague que Trump se afaste da Groenlândia
-
Na estreia de seu novo técnico, United vence City (2-0), que pode ver Arsenal disparar
-
Juíza dos EUA limita poderes de agentes de imigração no estado de Minnesota
-
Milei e outros líderes anunciam convite de Trump para integrar 'conselho de paz' para Gaza
-
Sem Lula, Mercosul e UE assinam acordo histórico de livre comércio
-
Trump nomeia Marco Rubio e Tony Blair para 'conselho de paz' em Gaza
-
Presidente interina da Venezuela destitui ministro apontado como laranja de Maduro
-
Brasil e UE exaltam acordo UE-Mercosul como vitória do multilateralismo
-
Suprema Corte dos EUA vai analisar recurso da Bayer em caso de herbicida com glifosato
-
Os opositores que continuam presos na Venezuela pós-Maduro
-
Com 2 de Dembélé, PSG vence Lille (3-0) e dorme na liderança do Francês
-
Cuba consegue atender apenas metade de sua necessidade de eletricidade
Governo americano anuncia acordo 'histórico' para reduzir preço de medicamentos
O presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, e sua vice-presidente, Kamala Harris, anunciaram nesta quinta-feira (15) a redução do preço de 10 medicamentos para os idosos graças a um acordo "histórico" com empresas farmacêuticas, em uma tentativa de impulsionar a candidatura democrata a três meses das eleições.
O acordo dos produtores economizará 1,5 bilhão de dólares (8,20 bilhões de reais) dos beneficiários do seguro de saúde federal Medicare – ou seja, pessoas com 65 anos ou mais – e quase US$ 6 bilhões (R$ 32,8 bilhões) para os contribuintes no primeiro ano de sua entrada em vigor, em 2026, segundo a Casa Branca.
Biden, que desistiu da candidatura à reeleição em julho e cedeu a vaga na chapa a Kamala Harris, chamou a medida de um "passo histórico". Os dois celebrarão a novidade nesta quinta-feira durante uma viagem conjunta na região de Washington.
Os preços dos medicamentos, que não são regulamentados a nível nacional nos Estados Unidos, são frequentemente muito mais elevados do que em outros países desenvolvidos. Muitas vezes, os segurados precisam pagar uma parte do custo do próprio bolso.
"Durante anos, milhões de americanos foram obrigados a escolher entre comprar seus medicamentos ou os alimentos", afirmou o presidente em um comunicado. "Enfrentamos (os laboratórios) e vencemos".
O presidente, que geralmente anuncia sozinho seus grandes projetos econômicos, dividiu os créditos nesta ocasião com a vice-presidente, a apenas três meses das eleições de novembro, nas quais a democrata enfrentará o republicano Donald Trump.
A vice-presidente, que inclusive recebeu mais espaço no comunicado da Casa Branca que Biden, prometeu que o governo não vai parar nesta medida, destacando que o custo de outros remédios será discutido nos próximos anos.
As negociações entre o Medicare e as empresas farmacêuticas começaram em fevereiro.
Os 10 tratamentos do acordo incluem o Farxiga (para diabetes), do grupo anglo-sueco AstraZenec, o Entresto (problemas cardíacos), do laboratório suíço Novartis, e o Eliquis (anticoagulante), da americana Bristol-Myers Squibb (BMS).
Segundo a Casa Branca, estes medicamentos foram prescritos em 2022 a quase nove milhões de beneficiários.
A reforma é parte da principal legislação do mandato de Biden, a Lei de Redução da Inflação, um vasto programa de transição energética e para melhorar o poder aquisitivo.
Harris planeja anunciar na sexta-feira as linhas gerais de seu programa econômico para governar o país. O custo de vida elevado é uma das áreas de ataque favoritas de Trump.
W.Huber--VB