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JD Vance e Rubio emergem como possíveis herdeiros republicanos na era pós-Trump
Durante a última década, o presidente Donald Trump tem sido a força gravitacional da direita dos Estados Unidos, mas na Conferência de Ação Política Conservadora deste ano há uma pergunta urgente que movimenta as conversas nos corredores: quem o substituirá?
Naquele que é anunciado como o maior encontro conservador do mundo, não há um consenso claro, mas já começa a se delinear uma disputa antecipada.
Pela primeira vez em muito tempo, o presidente, de 79 anos e em seu segundo mandato, não participará da conferência, o que permitirá que outras figuras do Partido Republicano saiam das sombras.
O evento costuma ser realizado em Washington, mas neste ano ocorrerá em Dallas (Texas).
Entre os participantes, o vice-presidente JD Vance e o secretário de Estado Marco Rubio despontaram como os principais aspirantes a liderar um Partido Republicano após a era Trump, com apoio dividido em uma disputa que segue em aberto.
Pesquisas indicam que Vance mantém uma vantagem confortável em nível nacional entre os eleitores republicanos.
Mas no terreno, no Texas, a divisão parece mais equilibrada. Aproximadamente metade parece apoiar Vance, enquanto outra parte significativa se inclina por Rubio, ou ao menos o considera igualmente capacitado.
"Tenho plena confiança tanto em JD Vance quanto em Marco Rubio para dirigir o país", disse Suzy Phillips, de 68 anos, enfermeira aposentada de Dallas. "Seriam minhas duas primeiras opções".
- Uma disputa entre dois -
Para muitos, a escolha deve refletir um equilíbrio entre continuidade e experiência.
O apelo de Vance reside em seu alinhamento com o movimento de Trump e em sua história pessoal: crescer na pobreza em uma comunidade dos Apalaches afetada pela dependência de opioides.
"Adorava JD Vance antes de ele entrar na política... Adorei sua história da pobreza à riqueza, de alguém que viu um caminho melhor e o seguiu", disse Phillips.
Outros destacaram suas habilidades de comunicação e sua flexibilidade ideológica.
"Ele é muito eloquente e educado", disse Laura McGarraugh, uma enfermeira de emergência de 52 anos.
"Tem grande domínio diante de qualquer tipo de pergunta que possam fazer. É um pouco mais diplomático do que Trump. Quero dizer, Trump também me agrada, mas sinto que JD Vance é um pouco mais cuidadoso", afirmou.
Até mesmo as críticas que Vance fez a Trump no passado foram deixadas de lado.
"As pessoas mudam e evoluem. Eu não tive as mesmas opiniões toda a minha vida", disse McGarraugh.
Os apoiadores de Rubio, por outro lado, enfatizaram a experiência e a estabilidade, especialmente no cenário internacional.
"Marco Rubio é um estadista extraordinário", afirmou Brian Su, de 60 anos, consultor de Chicago.
"Ele tem uma visão muito clara sobre como lidar com as relações internacionais. Pessoalmente, eu gosto muito", disse.
Phillips acrescentou que, no fim das contas, se inclinaria por Rubio, citando "sua diplomacia internacional" e sua origem como filho de imigrantes.
- A lealdade importa -
Apesar da divisão, ambos os candidatos são avaliados com base no mesmo critério: sua relação com Trump e com o movimento que ele transformou.
Nenhum é visto como uma ruptura com o trumpismo. Pelo contrário, são considerados herdeiros em disputa.
Essa dinâmica deixa pouco espaço, por enquanto, para que figuras alternativas ganhem impulso.
Levi Mikula, de 35 anos, assistente de mídia de Dallas, disse que preferiria o governador da Flórida, Ron DeSantis, embora reconheça que Rubio tem mais chances de se impor.
"No começo eu não confiava em (Rubio), mas ele tem sido muito mais firme", comentou Mikula. "E acho que Donald Trump é a razão disso. Mas, em política externa, neste momento, ele é incrível".
Um grupo reduzido de participantes mencionou outras possibilidades, incluindo candidatos na linha antiestablishment de Trump. Em alguns casos, até mesmo um retorno do próprio Trump, apesar do impedimento constitucional para um terceiro mandato.
Esse interesse persistente em Trump ressalta a tensão central que define a disputa.
Embora os ativistas tenham começado a considerar possíveis sucessores, muitos ainda não estão preparados para virar a página.
"Esperamos que ele continue por mais quatro anos", disse Phillips. "Mas temos que encarar o fato de que estamos chegando ao fim da era Trump".
L.Meier--VB