-
Câncer de Joe Biden se espalhou, anuncia filho
-
MP do Equador acusa sete supostos idealizadores do assassinato de Villavicencio
-
Fifa contra-ataca e denuncia 'um esforço orquestrado para minar seu presidente'
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio de Janeiro
-
Atentados marcam primeiro dia do novo governo na Colômbia
-
Swiatek vence Kostyuk de virada e avança às quartas de final WTA 1000 de Toronto
-
Turistas da Colômbia morrem em acidente de helicóptero no Rio (imprensa)
-
Espanha inicia controle na fronteira com Itália após crise migratória
-
Após renovar com Real Madrid, Vini joga com braçadeira de capitão na vitória sobre o Ferencvaros
-
Simeone reafirma que decisão sobre Julián Álvarez já foi tomada
-
Bulgária convoca embaixador da Ucrânia após explosão de drone
-
O adeus ao voluntário que dedicou sua vida a recuperar corpos na guerra na Ucrânia
-
Atlético de Madrid acerta transferência de Thiago Almada para o River Plate
-
Espanha inicia controles fronteiriços com a Itália após crise migratória
-
Bruno Guimarães deixa Newcastle e assina com Arsenal
-
Hamas diz que segue disposto a avançar com plano de paz para Gaza
-
Pai de Lionel Messi morre aos 68 anos
-
Emirados Árabes afirmam que Irã atacou petroleiro no Estreito de Ormuz
-
Ex-advogado de Trump é confirmado como procurador-geral dos EUA
-
Ex-premiê candidato à presidência da França denuncia suspeita de interferência russa
Situação elétrica se degrada em Cuba após curto alívio com petróleo russo
O sistema de energia elétrica de Cuba atravessa um de seus momentos mais críticos do ano com apagões prolongados e recordes no déficit de geração nos últimos dias, em um contexto de crescente escassez de combustível.
Na terça-feira (12), 65% do território cubano, onde vivem 9,6 milhões de pessoas, sofreu apagões simultâneos, segundo dados oficiais compilados pela AFP.
A ilha enfrenta uma grave crise energética desde meados de 2024, agravada desde janeiro por um bloqueio petrolífero de fato imposto pelos Estados Unidos, que ameaça com represálias os países que forneçam combustíveis a Havana. Esta situação provocou uma paralisação quase total da economia cubana.
Desde o fim de janeiro, Washington só permitiu a chegada de um navio russo com 100 mil toneladas de petróleo bruto à ilha.
Em Havana, são registrados cortes que superam 19 horas diárias, enquanto os apagões se estendem por dias inteiros em várias províncias. Isto significa que a maioria dos cubanos passa mais tempo sem serviço elétrico do que com fornecimento.
A situação marca um retrocesso após uma ligeira melhora registrada em abril, depois da chegada do petroleiro russo, que permitiu aliviar temporariamente a geração de energia elétrica.
Segundo o ministro de Energia e Minas, Vicente de la O Levy, "Cuba precisa de oito navios mensais para a economia e a geração de energia, com todos os combustíveis: gasolina, diesel, gás liquefeito".
A geração elétrica na ilha depende em grande parte de sete usinas termelétricas envelhecidas, algumas com mais de 40 anos de exploração, que sofrem avarias frequentes ou precisam ficar fora de serviço para manutenção.
O país produz cerca de 40 mil barris diários de petróleo bruto pesado, destinado principalmente a estas termelétricas. A elas se soma uma rede de grupos geradores de reserva, abastecidos com diesel importado.
Desde o final de 2024, Cuba sofreu sete apagões generalizados, incluindo dois em março deste ano.
Para reduzir sua dependência do petróleo e enfrentar a crise, o governo cubano está promovendo o desenvolvimento de fontes renováveis, em particular a energia solar, com o apoio da China.
Entre 2025 e desde o início de 2026, foram instalados 56 parques solares fotovoltaicos, que aportam mais de 1.000 megawatts. Segundo dados do início do ano, isto representa cerca de 10% da geração elétrica do país, em comparação aos 3% registrados no final de 2024.
As autoridades preveem encerrar 2026 com 15% da geração de energia elétrica por energia solar.
K.Hofmann--VB