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SCANDIC FINANCE 그룹, 알렉스 보디 부사장 선임
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亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
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Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
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Trump chega à China para pressionar por abertura às empresas americanas
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, chegou a Pequim nesta quarta-feira (13) com um grupo de executivos de grandes empresas e o objetivo de pedir a seu homólogo, Xi Jinping, que "abra" o mercado chinês para as empresas americanas, em seu primeiro encontro bilateral desde 2017.
Ao desembarcar do Air Force One, o republicano ergueu o punho em sinal de vitória. Na pista, foi recebido com flores, um tapete vermelho e 300 jovens vestidos com uniformes brancos e que entoavam "welcome" (bem-vindo).
Trump foi seguido pelos diretores executivos da Tesla, Elon Musk, e da Nvidia, Jensen Huang, símbolos dos acordos comerciais que o presidente quer firmar na primeira visita de um mandatário americano à China em quase dez anos.
Na quinta-feira, ele será recebido por Xi às 10h00 locais (23h00 de quarta-feira em Brasília) no Palácio do Povo, na praça Tiananmen (Paz Celestial) da capital.
"Pedirei ao presidente Xi, um líder de extraordinária distinção, que 'abra' a China para que estas pessoas brilhantes possam fazer sua mágica e ajudar a levar a República Popular a um nível ainda mais elevado!", escreveu o republicano em sua plataforma, Truth Social, durante o voo.
"A China dá as boas-vindas ao presidente Trump em sua visita de Estado à China", declarou o porta-voz do Ministério das Relações Exteriores, Guo Jiakun, em uma entrevista coletiva. "A China está disposta a colaborar com os Estados Unidos para ampliar a cooperação e administrar as diferenças", acrescentou.
Esta é a primeira visita à China de um presidente dos Estados Unidos desde uma viagem de Trump durante seu primeiro mandato, em 2017. Os dois líderes passarão muito tempo juntos em uma agenda que inclui recepções, banquetes, almoços e reuniões bilaterais.
Uma das principais questões será a prorrogação da trégua alcançada em outubro na guerra tarifária.
Os dois países mantêm muitas divergências, incluindo terras raras, semicondutores, propriedade intelectual e a questão de Taiwan.
- "Longa conversa" sobre o Irã -
A guerra com o Irã, iniciada em 28 de fevereiro pelo ataque conjunto de Israel e dos Estados Unidos contra a República Islâmica, abalou a economia mundial e o mercado de energia em particular.
Segundo o governo americano, Trump quer pressionar Pequim, um parceiro estratégico e econômico fundamental de Teerã, a utilizar sua influência e contribuir para uma saída da crise no Golfo.
O republicano tem tentado pôr fim às compras de petróleo iraniano por parte da China com diversas sanções, medidas condenadas pelo governo de Pequim, mas que não provocaram uma crise diplomática aberta.
"Teremos uma longa conversa" sobre o Irã, disse Trump na terça-feira a jornalistas na Casa Branca. Pouco depois, porém, acrescentou que "não precisa de ajuda com o Irã".
Segundo Trump, a China, principal importadora de petróleo iraniano, não causou "problemas" desde que os Estados Unidos implementaram, em meados de abril, um bloqueio aos portos iranianos.
"Nos damos bem" com Xi Jinping, declarou. "Acho que verá que coisas boas vão acontecer", acrescentou.
Na terça-feira, o chefe da diplomacia chinesa, Wang Yi, pediu ao Paquistão que "intensifique" os esforços de mediação entre Teerã e Washington, segundo a agência estatal Xinhua.
Estados Unidos e China travam, há alguns anos, uma competição feroz nos campos estratégico, tecnológico e econômico.
Em 2025, após o retorno de Donald Trump à Casa Branca, as duas superpotências travaram uma guerra comercial acirrada, com repercussões globais, e a imposição mútua de tarifas exorbitantes, além de múltiplas restrições.
Paralelamente à reunião de cúpula na China, o secretário do Tesouro americano, Scott Bessent, e o vice-primeiro-ministro chinês, He Lifeng, se reuniram na Coreia do Sul para "consultas econômicas e comerciais", noticiou a imprensa de Pequim.
As partes tiveram uma "conversa franca, profunda e construtiva sobre a resolução de questões econômicas e comerciais de interesse mútuo e a ampliação da cooperação prática", destacou a Xinhua.
pfc-aue-lal-dla/cr-arm-pc/avl/fp-jc/yr/mvv
S.Spengler--VB