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亞歷克斯・博迪獲任命為 SCANDIC FINANCE 集團副總裁
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Алекс Боди назначен вице-президентом группы SCANDIC FINANCE
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Chanceleres do BRICS se reúnem na Índia com Irã e petróleo como pano de fundo
Os chanceleres do grupo BRICS, incluindo os ministros da Rússia e do Irã, se reúnem nesta quinta-feira (14) na Índia, com o conflito no Oriente Médio e a crise no mercado de petróleo como pano de fundo.
"Nos reunimos em um momento de considerável fluxo nas relações internacionais", declarou o ministro das Relações Exteriores da Índia, Subrahmanyam Jaishankar, em seu discurso antes do início das reuniões a portas fechadas.
O grupo, integrado inicialmente por Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul, foi ampliado para incluir países como Irã, Arábia Saudita e Emirados Árabes Unidos, que estão em lados opostos na guerra iniciada por Israel e Estados Unidos no fim de fevereiro.
Entre os participantes do encontro estão o chanceler russo, Sergei Lavrov, e o ministro iraniano Abbas Araghchi. O chefe da diplomacia brasileira, Mauro Vieira, também está na capital indiana.
"Os conflitos em curso, as incertezas econômicas e os desafios em termos de comércio, tecnologia e clima estão moldando o cenário global", declarou Jaishankar.
"Há uma expectativa crescente, especialmente por parte dos mercados emergentes e dos países em desenvolvimento, de que os BRICS desempenhem um papel construtivo e estabilizador", disse.
As perturbações nas rotas de transporte marítimo no Golfo, devido ao bloqueio do Estreito de Ormuz, estão provocando volatilidade nos mercados de petróleo e gás, o que aumenta a pressão sobre as economias importadoras de energia, como a Índia.
O país mais populoso do mundo costuma obter quase metade de seu petróleo bruto através do Estreito de Ormuz. Também importa quantidades importantes de fertilizantes por esta via.
O grupo BRICS foi criado em 2009 como um fórum para as principais economias emergentes, que buscavam maior influência em instituições dominadas pelas potências ocidentais.
As atuais divisões entre seus membros em questões como a guerra no Oriente Médio e as críticas às potências ocidentais podem levar, no entanto, a reunião dos chanceleres a terminar sem uma declaração conjunta.
R.Buehler--VB