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EUA anuncia destruição do quartel-general da Guarda Revolucionária do Irã
Os Estados Unidos afirmaram neste domingo (1º) que destruíram o quartel-general do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica do Irã (IRGC, na sigla em inglês), depois de informar as primeiras baixas americanas no segundo dia de ataques para derrubar o governo iraniano.
O presidente americano Donald Trump disse neste domingo que prevê que as operações militares se estendam por quatro semanas, após o início da ofensiva no sábado.
"Calculamos que serão umas quatro semanas" de ataques, declarou Trump ao jornal britânico Daily Mail. Depois, prometeu vingar as mortes dos militares americanos caídos.
O Irã multiplicou neste domingo seus ataques de represália aos países do Golfo e a Israel, após jurar vingar a morte do líder supremo Ali Khamenei, durante bombardeios dos Estados Unidos e Israel na madrugada de sábado.
Mais cedo, o mandatário republicano assinalou que iria "conversar" com os líderes iranianos, mas não especificou quando nem com quem. Além de Khamenei, morreram o chefe da Guarda Revolucionária, o ministro da Defesa e o chefe do Estado-Maior.
O exército ideológico iraniano, por sua vez, garantiu que lançou um ataque de "grande escala" contra "o inimigo". Um funcionário de Teerã detalhou que seus alvos são as bases americanas nesses países, e não seus vizinhos.
Em Teerã, a televisão estatal iraniana afirmou que foi alvo de ataques, e vários meios de comunicação também reportaram um bombardeio ao hospital Gandhi. O Exército israelense afirmou que desferiu um "duro golpe" aos centros de comando e controle do Irã neste domingo.
A república islâmica está em uma situação delicada desde a repressão brutal dos protestos antigovernamentais em dezembro e janeiro que resultou em milhares de mortes. À época, Trump ameaçou atacar, mas se conteve até este sábado.
Washington também acusa Teerã de não ceder às exigências para alcançar um acordo sobre seu programa nuclear e balístico.
Por sua vez, no Estreito de Ormuz, a porta de entrada do Golfo, três embarcações foram atacadas. A Guarda Revolucionária iraniana declarou a passagem fechada "de fato", segundo a agência britânica de segurança marítima UKMTO.
Por ali transita 20% do petróleo consumido em nível mundial. Para tentar acalmar o mercado e conter uma escalada dos preços, Arábia Saudita, Rússia e outros seis membros da Opep+ aumentaram, neste domingo, suas cotas de produção de petróleo em 206.000 barris diários para o mês de abril.
- O Irã contra-ataca -
Nove pessoas morreram e 11 estão desaparecidas em Bet Shemesh, no centro de Israel, quando um prédio desmoronou pelo "impacto direto" de um míssil iraniano, anunciaram socorristas. No sábado, uma mulher morreu em Tel Aviv.
Neste domingo, o serviço de emergência israelense Magen David Adom reportou que algumas pessoas ficaram feridas nas imediações de Jerusalém.
Jornalistas da AFP ouviram explosões em Dubai, Doha, Riade e Manama. O Kuwait reportou uma morte e mais de 30 feridos.
Nos Emirados Árabes Unidos, três pessoas morreram e 58 ficaram feridas desde o sábado.
E o Sultanato de Omã, mediador das negociações retomadas em fevereiro entre Irã e Estados Unidos, foi atacado pela primeira vez neste domingo.
Estados Unidos lamentaram suas primeiras baixas este domingo: três militares, dos quais o Centro de Comando para o Oriente Médio (Centcom) não detalhou a identidade nem o local onde elas aconteceram.
Israel, por sua vez, anunciou a mobilização de 100.000 reservistas para a ofensiva contra o Irã, e a aviação intensificará suas operações em Teerã, segundo o primeiro-ministro Benjamin Netanyahu.
- O Oriente Médio 'tem muito a perder' -
A Otan informou que está ajustando suas forças na Europa para contrapor possíveis ameaças de "mísseis balísticos" ou drones que pudessem vir do Oriente Médio.
Os dirigentes de Alemanha, França e Reino Unido declararam que estavam dispostos a tomar medidas defensivas contra o Irã para defender seus interesses e os de seus aliados no Golfo.
A titular da diplomacia da União Europeia, Kaja Kallas, advertiu neste domingo que o Oriente Médio "tem muito a perder" em caso de uma guerra prolongada, e instou o Irã a se abster de lançar ataques indiscriminados em represália.
O anúncio da morte de Khamenei, de 86 anos, a quem Trump definiu como "uma das pessoas mais perversas da história", foi recebido com comemoração por alguns iranianos, mas quando ocorreu a confirmação, houve manifestações a favor do governo. "Morte aos Estados Unidos!", repetiam em coro os manifestantes.
Em contrapartida, um caminhoneiro de Teerã expressou seu pessimismo.
"Não sei o que vai acontecer no futuro, mas não será nada bom para os iranianos."
O país está nas mãos de um triunvirato composto pelo presidente Masoud Pezeshkian; o chefe do poder judiciário, Gholam-Hossein Mohseni-Eje'i, e Alireza Arafi, líder religioso, membro da Assembleia de Especialistas e do Conselho do Corpo de Guardiões da Revolução Islâmica.
Os ataques também provocaram a maior perturbação no transporte aéreo desde a pandemia de covid-19, com milhares de voos com destino ao Oriente Médio adiados ou cancelados.
A empresa de navegação dinamarquesa Maersk suspendeu a passagem de seus navios pelo Estreito de Ormuz "até novo aviso". E a empresa ítalo-suíça MSC, líder mundial do setor, ordenou neste domingo que todos os seus navios no Golfo permaneçam em segurança e suspendeu o transporte de carga para o Oriente Médio.
burs/dc/vl/erl-avl/an/mvv/rpr
H.Kuenzler--VB