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Ucrânia e Rússia realizam nova troca de prisioneiros
Ucrânia e Rússia realizaram, nesta quinta-feira (5), a primeira troca de prisioneiros em vários meses, definida durante negociações realizadas em Abu Dhabi. No entanto, segundo os Estados Unidos, país que atua como mediador, ainda há muito trabalho a ser feito para se chegar a um acordo que ponha fim à guerra.
As negociações representam a mais recente tentativa diplomática de interromper o conflito mais sangrento da Europa desde a Segunda Guerra Mundial, que deixou centenas de milhares de mortos, milhões de pessoas forçadas a fugir de suas casas e grande parte do leste e sul da Ucrânia devastada.
Enquanto as partes negociavam, grande parte da capital ucraniana permanecia sem aquecedor em temperaturas abaixo de zero, após sucessivos ataques russos que cortaram a energia de centenas de prédios residenciais em Kiev.
"Eles concordaram em trocar 314 prisioneiros, a primeira troca desse tipo em cinco meses", relatou o enviado dos EUA, Steve Witkoff, nas redes sociais.
O Ministério da Defesa russo confirmou posteriormente que os dois lados trocaram 157 prisioneiros cada. Witkoff descreveu as negociações como "detalhadas e produtivas", mas reduziu as expectativas, afirmando que "ainda há muito trabalho a ser feito".
Kiev e Moscou também indicaram que o diálogo estava em um bom caminho, mas não mencionaram se houve algum avanço na questão territorial. E não há sinais de que a Rússia esteja disposta a fazer concessões.
"Certamente não é fácil, mas a Ucrânia tem sido e continuará sendo o mais construtiva possível", disse o presidente ucraniano, Volodimir Zelensky, em uma coletiva de imprensa em Kiev. "Queremos resultados mais rápidos", acrescentou.
O enviado russo Kirill Dmitriev criticou o que chamou de tentativas europeias de "interromper o progresso".
Na quarta-feira, Zelensky reconheceu pelo menos 55.000 baixas em combate desde a invasão russa em fevereiro de 2022, um número menor do que muitas estimativas independentes apontam.
A Rússia não divulgou quantos de seus soldados morreram. A BBC e o veículo de imprensa independente Mediazona, que monitoram obituários e comunicados de familiares, encontraram os nomes de mais de 160.000 militares russos mortos no conflito.
- "Passos concretos" -
Antes do início das negociações de dois dias, a Rússia lançou seu mais recente ataque em larga escala contra a infraestrutura elétrica da Ucrânia. Muitas pessoas ficaram sem energia e tremendo de frio extremo, com temperaturas próximas a -20 ºC.
O principal negociador ucraniano afirmou na quarta-feira que o primeiro dia havia se concentrado em "medidas concretas e soluções práticas".
Mas o porta-voz do Kremlin, Dmitri Peskov, disse a jornalistas que os combates continuariam "até que o regime de Kiev tome as decisões corretas".
O principal ponto de discórdia nas negociações é o destino a longo prazo do território no leste da Ucrânia.
Moscou exige que Kiev retire suas tropas de grandes áreas do Donbass e quer que a comunidade internacional reconheça que as terras tomadas durante a invasão pertencem à Rússia.
- "Manter a pressão" -
Kiev se recusa a deixar a região, mas teme que Washington apoie a posição de Moscou.
O presidente americano, Donald Trump, tem pressionado ambos os lados a negociarem o fim da guerra desde que retornou ao cargo.
Zelensky considera o papel de Washington crucial. Em uma entrevista exibida na quarta-feira pela televisão francesa, disse que "Putin só tem medo de Trump".
O presidente dos Estados Unidos poderia impor sanções econômicas à Rússia ou enviar armas à Ucrânia para "manter a pressão sobre Putin", disse Zelensky, acrescentando que a Ucrânia não cederá sua soberania.
A Rússia ocupa cerca de 20% da Ucrânia. Reivindica as regiões de Donetsk, Luhansk, Kherson e Zaporizhzhia como suas e controla áreas em pelo menos outras três regiões ucranianas no leste.
A Ucrânia ainda controla quase 20% da região de Donetsk e alertou que ceder território encorajará Moscou.
D.Bachmann--VB