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Israel reabre parcialmente a passagem de Rafah para moradores de Gaza
Israel reabriu parcialmente, neste domingo (1º), a passagem de Rafah, entre o Egito e a Faixa de Gaza, um ponto vital para o envio de ajuda humanitária, que no momento só pode ser utilizada pelos moradores do território palestino e sob condições drásticas.
O posto é o único ponto de entrada e saída entre a Faixa de Gaza e o exterior que não passa por Israel e estava fechado desde maio de 2024.
Sua reabertura tem sido insistentemente solicitada pela ONU e por ONGs internacionais para permitir o acesso da ajuda ao território palestino, devastado por dois anos de guerra contra o movimento islamista palestino Hamas.
O Cogat, o órgão do Ministério da Defesa israelense que supervisiona as questões civis nos Territórios Palestinos Ocupados, afirmou que a passagem de pessoas nos dois sentidos não começará antes de segunda-feira, uma vez "concluídos os preparativos", sem mencionar o tema da ajuda.
Israel anunciou que a passagem fronteiriça estará limitada "ao trânsito dos habitantes" da Faixa de Gaza.
Em meio à devastação na Faixa de Gaza, muitos palestinos esperam poder sair.
"Cada dia que passa, meu estado piora e minha vida está escapando de mim", lamenta Mohamed Shamiya, um homem de 33 anos que sofre de uma doença renal que requer tratamento de diálise e espera desesperadamente poder ir ao exterior para receber atendimento médico.
Segundo uma fonte do Ministério da Saúde de Gaza, que atua sob a autoridade do Hamas, "quase 200 pessoas enfermas" aguardavam a reabertura para receber tratamento no Egito.
Para Amine Al Hilu, esta abertura parcial "abre uma pequena porta de esperança para os doentes".
Este deslocado de 53 vive em uma tenda no norte do território e reivindica uma abertura "sem restrições".
"Precisamos que a passagem seja aberta completamente para o trânsito e para trazer bens sem restrições de Israel, e creio que isso exige uma pressão maior sobre Israel", afirmou.
Em um novo revés para as organizações humanitárias, Israel anunciou, neste domingo, que a ONG Médicos Sem Fronteiras (MSF) terá que deixar Gaza até 28 de fevereiro por ter se recusado a fornecer a lista de seus funcionários palestinos.
- Mediadores reiteram rejeição ao deslocamento -
A reabertura acontece no contexto de uma trégua frágil entre Israel e o movimento islamista palestino Hamas.
No sábado, vários bombardeios israelenses deixaram 32 mortos, segundo a Defesa Civil de Gaza, um dos dias mais violentos desde o início da trégua, em 10 de outubro de 2025.
Israel afirmou que respondeu a violações do cessar-fogo.
A passagem de fronteira está fechada desde que as forças israelenses assumiram o controle do posto, em maio de 2024, com exceção de uma reabertura limitada no início de 2025, no âmbito de uma trégua anterior.
A reabertura total está prevista no âmbito do plano do presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, para acabar em definitivo com a guerra iniciada em 7 de outubro de 2023 com o violento ataque do Hamas contra Israel.
Um porta-voz do movimento islamista palestino Hamas, Hazem Qasem, advertiu que "qualquer obstrução ou condição prévia imposta por Israel" constituiria "uma violação do acordo de cessar-fogo".
Os líderes do Egito e Jordânia reiteraram, neste domingo, sua rejeição a "qualquer tentativa de deslocar o povo palestino de sua terra".
Durante uma reunião no Cairo, o presidente do Egito, Abdel Fattah al-Sisi, e o rei Abdullah II da Jordânia também pediram o "acesso irrestrito da ajuda humanitária à Faixa de Gaza", segundo um comunicado da presidência egípcia.
Israel alertou na sexta-feira que seria necessária "uma autorização de segurança prévia" das autoridades israelenses para entrar e sair da Faixa de Gaza, em coordenação com o Egito e sob a supervisão da missão europeia.
"Ainda não foi alcançado nenhum acordo sobre o número de palestinos autorizados a entrar e sair", declararam algumas fontes na passagem de fronteira. Também indicaram que o Egito pretende permitir a entrada de "todos os palestinos autorizados por Israel a sair de Gaza".
A reabertura também deveria permitir a entrada em Gaza dos 15 membros do Comitê Nacional para a Administração de Gaza (NCAG), responsável por administrar o território durante um período transitório sob a supervisão do Conselho da Paz, presidido por Donald Trump.
Os Estados Unidos anunciaram, em meados de janeiro, a passagem para a segunda fase do plano que faz parte do acordo de cessar-fogo, que prevê, entre outras coisas, o desarmamento do Hamas, a retirada progressiva do Exército de Israel e o desdobramento de uma força internacional de estabilização.
M.Schneider--VB