-
Consórcio assume Arena Niterói por 35 anos com R$ 28,1 milhões previstos
-
Phantom Blade Zero se afasta da fórmula tradicional dos soulslike
-
OpenAI apresenta GPT-6 Cyber para pesquisa e defesa digital
-
Marvel avalia ator de Shogun para novo Wolverine, diz rumor
-
Entregas da Black Friday podem ampliar congestionamentos nas metrópoles
-
Pré-download de GTA 6 começa em 10 de novembro nos consoles
-
Novembro reúne estreias de GTA 6, Zelda e outros jogos
-
Detran-SP permite pedir pela internet autorização para nova placa
-
GWM lidera avaliação de pós-venda no prêmio Os Eleitos 2026
-
Renault prepara Boreal híbrido 4x4 com eixo traseiro elétrico para 2027
-
Quatro Rodas de novembro traz teste do Haval H7 e resultado de Os Eleitos
-
Yangwang U9 Xtreme alcança 503,17 km/h e estabelece novo recorde
-
INSS cria reanálise para auxílio negado apenas por documentos
-
Lutador é detido no Rio por invasões e agressões contra vizinhas
-
Daniel Sikkema recebe prisão perpétua por morte do galerista Brent Sikkema
-
Paolla Oliveira compartilha rotina de exercícios voltada ao bem-estar mental
-
Scheila Carvalho relata inchaço após procedimento estético no rosto
-
Deputado destinou R$ 4,9 milhões a ONG presidida por empresário investigado
-
Parque de Ideias reúne Aline Midlej e Teresa Cristina em programação gratuita
-
Senac RJ leva experiências de negócios e tecnologia ao Sebrae Rio Summit
-
Câmara do Rio reconhece Academia do Tijolinho como patrimônio imaterial
Presidente do Irã ordena forças de segurança a não reprimir manifestantes
O presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, ordenou, nesta quarta-feira (7), às forças de segurança que não reprimam os protestos e distinguiu entre os manifestantes e aqueles que chamou de "vândalos".
Pezeshkian não é a figura mais importante do governo da república islâmica, representada pelo líder supremo, aiatolá Ali Khamenei.
Mas o fato de Pezeshkian ter se sentido obrigado a ordenar que as forças de segurança mostrem moderação é interpretado como um sinal de que o governo está preocupado.
O país vive seu décimo primeiro dia de uma onda de protestos contra as dificuldades econômicas provocadas pelo aumento dos preços e pelo colapso da moeda.
Em um vídeo publicado pela agência de notícias Mehr após uma reunião do gabinete, o vice-presidente Mohammad Jafar Ghaempanah disse que Pezeshkian "ordenou que não fossem adotadas medidas de segurança contra os manifestantes".
"Quem porta arma de fogo, facas, facões e ataca delegacias e locais militares são vândalos, e é preciso distinguir entre manifestantes e vândalos", acrescentou Ghaempanah.
As forças de segurança mataram ao menos 27 manifestantes, informou, na terça-feira, a ONG Iran Human Rights (IHR), com sede na Noruega.
Os meios de comunicação iranianos, citando fontes oficiais, relataram 13 mortes, incluindo membros das forças de segurança e um policial.
O general Amir Hatami, comandante do exército iraniano, alertou que Teerã não tolerará ameaças externas.
Segundo a agência de notícias Fars, Hatami disse que "se o inimigo cometer um erro", a resposta do Irã seria mais contundente do que durante a guerra de 12 dias com Israel, em junho de 2025.
Nos últimos dias, o presidente americano, Donald Trump, ameaçou intervir no Irã "se começar a matar pessoas como fez no passado" e o primeiro-ministro de Israel, Benjamin Netanyahu, expressou seu apoio aos protestos.
As manifestações não atingiram a magnitude do movimento de 2022-2023 nem dos protestos em massa de 2009 que se seguiram à eleição.
Ainda assim, o movimento, que começou em 28 de dezembro em um mercado de telefones celulares, afeta ou já afetou pelo menos 45 cidades, segundo o levantamento da AFP com base em anúncios oficiais e da mídia.
F.Mueller--VB