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De Verstappen a Hamilton, estrelas divergem sobre novo regulamento da Fórmula 1
Para Max Verstappen, a Fórmula 1 se assemelha a uma corrida sem graça de carros elétricos. Lewis Hamilton, por outro lado, confessa que está redescobrindo a alegria do kart na infância: as estrelas do grid têm visões divergentes sobre as novas regras da principal categoria do automobilismo.
Verstappen, tetracampeão mundial com a Red Bull, mas que vem enfrentando dificuldades neste início de temporada, é um crítico da versão de 2026 da F1, cujo regulamento sobre motores, chassis e aerodinâmica mudaram completamente.
Um dos objetivos da categoria e da Federação Internacional de Automobilismo (FIA) é melhorar o espetáculo, favorecendo as ultrapassagens nas corridas.
"Se alguém gosta disso, é porque não entende realmente o que é o automobilismo", disse em entrevista coletiva em Xangai o piloto holandês, irritado com o mau desempenho no Grande Prêmio da China, segunda etapa do Mundial.
Verstappen afirma que pilotar o novo carro é como estar no jogo de videogame "Mario Kart". Anteriormente, ele já havia dito que a nova F1 é como uma "Fórmula E com esteroides".
- "Uma piada" -
Verstappen dominou de 2021 a 2024 e, no ano passado, ficou a dois pontos do quinto título consecutivo, mas o campeão foi o britânico Lando Norris (McLaren).
Seu início de temporada está sendo decepcionante: sexto colocado no GP da Austrália, em 8 de março, ele conseguiu apenas o nono lugar na corrida sprint do GP da China, no último sábado, e abandonou a prova principal no domingo, faltando dez voltas para o fim, devido a um problema mecânico.
"Um fim de semana especialmente ruim", declarou.
O holandês de 28 anos recebeu o apoio do bicampeão mundial Fernando Alonso, que vem ocupado o fundo do grid em meio aos problemas da Aston Martin : o espanhol de 44 anos ironizou sobre um "campeonato de baterias".
Entre as inovações técnicas, os pilotos podem ativar um modo de "ultrapassagem" e um botão de "boost" durante a corrida para obter um aumento de potência elétrica e ultrapassar um adversário que esteja seguindo muito de perto.
Mas o risco é ficar sem bateria e ser ultrapassado novamente, disparou Verstappen, resumindo desanimado: "É simplesmente uma piada".
Com uma visão muito mais positiva, a Ferrari defende o regulamento de 2026, para o qual seu diretor, o francês Frédéric Vasseur, afirmou que a tradicional escuderia começou a se preparar há um ano.
Os pilotos da equipe, o heptacampeão Lewis Hamilton e o monegasco Charles Leclerc, estão brilhando neste início de temporada e terminaram em terceiro e quarto lugar em Xangai, atrás das Mercedes do jovem italiano Kimi Antonelli, de 19 anos, e do britânico George Russell, que havia vencido na Austrália.
- "O público adora" -
Hamilton e Leclerc travaram uma batalha acirrada no asfalto, chegando a se tocar roda a roda nas curvas, e desafiaram a competitiva Mercedes.
O desempenho levou o britânico 41 anos, que já viu de tudo, a dizer que foi "a melhor experiência de corrida que já tive na Fórmula 1", comparando ao "kart, com constantes idas e vindas".
Questionado pela imprensa em Xangai, Toto Wolff, diretor da Mercedes, que no momento domina o Mundial, afirmou que "o público adora" a nova F1.
"O Stefano [Domenicali, presidente da Fórmula 1] compartilha da mesma opinião. Pilotar o carro pode não ser a parte mais agradável para alguns, mas o público adora o espetáculo", explicou Wolff.
Um porta-voz da FIA disse à AFP na terça-feira que haverá "uma reunião nesta semana com os chefes das equipes, mas não são esperadas grandes mudanças".
No entanto, "dez dias após o Grande Prêmio do Japão [que será disputado em 29 de março], está prevista uma reunião com os diretores técnicos de cada equipe para uma análise mais detalhada e para fazer modificações, se necessário", acrescentou.
T.Egger--VB