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Maduro evita desmentir suposto ataque americano em território venezuelano
O presidente da Venezuela, Nicolás Maduro, evitou confirmar ou desmentir, durante uma entrevista na quinta-feira (1), um suposto ataque a uma instalação do narcotráfico que, segundo Donald Trump, as forças dos Estados Unidos executaram em território venezuelano, ao mesmo tempo em que se mostrou aberto a dialogar com Washington.
No início da semana, o presidente americano afirmou que forças de seu país destruíram uma área de atracação para embarcações supostamente utilizadas para transportar drogas na Venezuela, o que seria o primeiro ataque de Washington em território venezuelano.
"Isso pode ser tema para uma conversa em alguns dias", disse Maduro ao jornalista espanhol Ignacio Ramonet, que pediu detalhes após recordar que o governo venezuelano "não confirmou nem desmentiu a informação".
Os Estados Unidos enviaram uma flotilha militar ao Caribe em agosto e bombardearam quase 30 embarcações, com um balanço de mais de 100 mortes. Caracas denuncia que as manobras pretendem derrubar o governo de Maduro.
Trump alertou em novembro que iniciaria ataques terrestres na Venezuela e autorizou operações da CIA no país sul-americano.
"O que eu posso te dizer é que o sistema defensivo nacional tem garantido e garante a integridade territorial, a paz do país e o uso e desfrute de todos os nossos territórios. Nosso povo está seguro e em paz. Posso te adiantar algo por aí", declarou Maduro na entrevista.
Diante da ausência de detalhes sobre a localização da operação por parte dos Estados Unidos, especulações nas redes sociais apontaram que um incêndio nos armazéns em Maracaibo (oeste) da Primazol, empresa do setor químico, poderia ter relação com o ataque.
O presidente da Colômbia, Gustavo Petro, alimentou os boatos ao afirmar que "Trump bombardeou uma fábrica em Maracaibo" na qual, segundo ele, "misturam a pasta de coca para fazer a cocaína".
"Presidente Petro, aqui não, não embalamos nem fabricamos nenhum tipo de narcóticos", respondeu o diretor da empresa, Eduardo Siu.
- Diálogo e acordos? -
Maduro reiterou que está disposto a dialogar com os Estados Unidos, após confirmar que não conversa com Trump desde uma ligação telefônica em 21 de novembro, que ele considerou "cordial e respeitosa".
Os detalhes da ligação não foram revelados por nenhuma das partes, mas desde então Trump aumentou a pressão com o fechamento informal do espaço aéreo da Venezuela, a aplicação de mais sanções e a ordem de apreensão de navios sancionados que transportam petróleo venezuelano.
"Acho que a conversa foi até agradável, mas as evoluções pós-conversa não têm sido agradáveis. Vamos esperar", comentou.
Maduro ratificou que está disposto a estabelecer acordos com os Estados Unidos, em particular nas áreas petrolífera, migratória e de combate ao narcotráfico.
"Se (os Estados Unidos) quiserem conversar seriamente sobre um acordo de combate ao narcotráfico, estamos prontos", disse, para depois propor um pacto sobre petróleo "para investimentos americanos, como com a Chevron". "Onde quiserem e como eles quiserem", afirmou.
Também propôs a retomada de um convênio para a deportação de venezuelanos sem documentos em voos diretos dos Estados Unidos para a Venezuela, que, segundo Maduro, foi cancelado unilateralmente por Washington há três semanas.
"Eles falam do tema da migração, mas foram eles que suspenderam o acordo de migração (...) Se algum dia houver racionalidade e diplomacia, isso poderia perfeitamente ser conversado", afirmou.
- Libertação de detidos nos protestos pós-eleitorais -
Algumas horas antes da entrevista, o Ministério do Serviço Penitenciário anunciou a libertação de 88 pessoas detidas nas manifestações ocorridas após a reeleição de Nicolás Maduro em 2024 na Venezuela, que a oposição denunciou como fraudulenta e na qual reivindicou a vitória de seu candidato, Edmundo González Urrutia.
A reeleição de Maduro desencadeou protestos que deixaram 28 mortos e 2.400 detidos. A Justiça venezuelana libertou mais de 2.000 detidos desde então, segundo registros oficiais.
Antes do grupo de 88 pessoas, o governo libertou outras 99 com medidas cautelares em 25 de dezembro, embora ONGs como o Foro Penal, que defendem judicialmente os "presos políticos", só tenham conseguido verificar 61 casos naquele momento.
Várias organizações calculam que o país ainda tem mais de 700 detidos por motivos políticos. As libertações coincidem com o aumento da pressão por parte dos Estados Unidos.
"Apesar do contexto de assédio permanente contra a Nação, o Estado venezuelano garante às pessoas privadas de liberdade um tratamento digno, o respeito a seus direitos humanos e atenção integral", alega o Ministério do Serviço Penitenciário em um comunicado.
C.Kreuzer--VB