-
Ataques israelenses em Gaza deixam 28 mortos
-
Comandante militar iraniano alerta EUA e Israel contra ataque
-
Ataques de rebeldes separatistas deixam mais de 70 mortos no Paquistão
-
Atividade industrial da China perde força em janeiro
-
Vítimas de Epstein afirmam que agressores permanecem protegidos apesar da publicação de novos documentos
-
Rybakina supera Sabalenka e é campeã do Aberto da Austrália
-
Governo dos EUA entra em 'shutdown' mas paralisação deve ser curta
-
Documentos indicam que ex-príncipe Andrew convidou Jeffrey Epstein ao Palácio de Buckingham
-
Presidente da Venezuela anuncia anistia geral e fechamento de temida prisão política
-
Tribunal da Espanha ordena que freiras desocupem convento
-
Senado dos EUA aprova projeto de lei que deve encurtar 'shutdown'
-
Bruce Springsteen interpreta canção contra polícia de imigração em Minneapolis
-
Principal refinaria de petróleo do Equador registra segundo incêndio em oito meses
-
Milhares de pessoas marcham em Minneapolis contra operações anti-imigração nos EUA
-
Lens vence Le Havre (1-0) e assume liderança provisória do Francês, à frente do PSG
-
Israel anuncia reabertura limitada da passagem de fronteira de Rafah a partir de domingo
-
Departamento de Justiça dos EUA publica mais de 3 milhões de páginas do caso Epstein
-
Trump diz que Irã 'quer chegar a um acordo' para evitar ataque de EUA
-
Cubanos exaustos pela crise apostam no diálogo diante das ameaças de Trump
-
Número de mortos em catástrofe ferroviária na Espanha sobe para 46
-
Primeiros atletas se instalam na vila olímpica em Milão a uma semana dos Jogos de Inverno
-
Fela Kuti será primeiro africano a receber Grammy pelo conjunto da obra
-
Presidente eleito do Chile visita megaprisão de El Salvador para 'estudar' modelo
-
Jogos Pan-Americanos de 2027, em Lima, vão começar uma semana depois do previsto
-
Inter Miami contrata atacante Germán Berterame, da seleção mexicana
-
Morre Catherine O'Hara, estrela de 'Esqueceram de mim'
-
Espanhol Albert Riera é o novo técnico do Eintracht Frankfurt
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa Trump de 'asfixiar' sua economia
-
EUA improvisa programa de controle das finanças venezuelanas que levanta questionamentos
-
Fermín López renova com Barcelona até 2031
-
Voto de confiança: costarriquenhos guardam cédulas eleitorais em casa
-
Arsenal tenta afastar pressão em sua luta para conquistar a Premier League após 22 anos
-
Justiça dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Real Madrid vai se reencontrar com Benfica na repescagem da Champions
-
Procuradora-geral dos EUA ordena detenção de jornalista que interrompeu missa em Minneapolis
-
Panamá negocia com dinamarquesa Maersk operação de portos do canal
-
Postos de gasolina têm longas filas em Cuba, que acusa EUA de 'asfixiar' sua economia
-
Goretzka anuncia saída do Bayern de Munique ao final da temporada
-
Grealish vai 'provavelmente' desfalcar o Everton no restante da temporada
-
Juiz dos EUA descarta pena de morte para Luigi Mangione, acusado de matar executivo
-
Vice-presidente da Comissão Europeia lamenta imagens 'aterrorizantes' de Minneapolis
-
Itália julga seis pessoas por naufrágio de embarcação de migrantes que deixou 94 mortos
-
AIEA se reúne preocupada com segurança nuclear na Ucrânia
-
Colômbia retoma voos de deportação dos EUA antes do encontro entre Petro e Trump
-
Lula é operado de catarata e tem alta após cirurgia 'sem intercorrências'
-
Djokovic vence Sinner em jogo de 5 sets e vai enfrentar Alcaraz na final do Aberto da Austrália
-
Kendrick Lamar, Bad Bunny e Lady Gaga lideram a disputa pelo Grammy
-
Indicados às principais categorias do Grammy
-
África do Sul e Israel anunciam expulsão de representantes diplomáticos
-
Desemprego no Brasil caiu para 5,6% em 2025, menor índice da série histórica
Protestos contra alto custo de vida deixam ao menos 6 mortos no Irã
Confrontos entre manifestantes e forças de segurança deixaram ao menos seis mortos no Irã, reportou nesta quinta-feira (1º) a imprensa local, no contexto dos protestos contra o alto custo de vida que sacodem o país.
A mobilização começou no domingo na capital, Teerã, onde comerciantes fecharam suas lojas para protestar contra a hiperinflação, a desvalorização da moeda e a estagnação econômica, antes de se estender a universidades e outras regiões do país.
A República Islâmica sofre há anos com o encarecimento e a escassez desenfreada de produtos básicos e uma desvalorização crônica de sua moeda. Em dezembro, os preços aumentaram, em média, 52% em comparação com o ano anterior, segundo o Centro de Estatísticas.
Na quinta-feira, foram registrados confrontos em cidades médias com dezenas de milhares de habitantes.
Em Lordegan (sudoeste), dois civis morreram, informou a agência de notícias Fars, que relatou confrontos, pedradas e atos de vandalismo nessa cidade situada a 650 quilômetros de Teerã.
A agência também mencionou "danos significativos" e a detenção de várias pessoas.
Em Azna, cidade da província do Lorestão, também no oeste, outras três pessoas morreram em confrontos entre as forças de segurança e os manifestantes, reportou a Fars.
"Um grupo de agitadores aproveitou um protesto [...] para atacar uma delegacia de polícia. Três pessoas morreram e outras 17 ficaram feridas nos confrontos", noticiou a agência, aparentemente se referindo a civis.
Além disso, um membro das forças de segurança morreu em confrontos em Kuhdasht, também no oeste.
Membro do Basij, com 21 anos, ele "defendia a ordem pública", reportou a TV estatal, citando o governador local, que mencionou "pedradas" que deixaram 13 policias feridos.
O Basij é uma milícia paramilitar integrada por voluntários, afiliados à Guarda Revolucionária, o exército ideológico da República Islâmica.
- 'No inferno' -
Até o momento, o movimento é menos expressivo do que as grandes manifestações que abalaram o Irã no fim de 2022 após a morte sob custódia da jovem iraniana Mahsa Amini.
Seu falecimento, após ser detida por supostamente infringir o rigoroso código de vestimenta do país, provocou uma onda de indignação na qual morreram centenas de pessoas, incluindo dezenas de membros das forças de segurança.
Diante da mobilização atual, o presidente iraniano, Masoud Pezeshkian, fez uma advertência ao governo nesta quinta-feira.
"De um ponto de vista islâmico [...], se não resolvermos o problema dos meios de subsistência das pessoas, acabaremos no inferno", disse ele em um discurso transmitido pela TV.
O governo tem tentado enviar mensagens tranquilizadoras, admitindo as "demandas legítimas" da população devido às dificuldades econômicas.
- 'Resposta firme' -
No entanto, o procurador-geral da República Islâmica, Mohammad Movahedi-Azad, alertou que "qualquer tentativa" de transformar os protestos "em um instrumento de insegurança, de destruição de bens públicos ou da instalação de cenários concebidos no exterior será inevitavelmente seguida de uma resposta [...] firme", segundo declarações suas citadas pela TV estatal.
Na noite de quarta-feira, a agência de notícias Tasnim noticiou que sete pessoas foram detidas por pertencerem a "grupos hostis à República Islâmica radicados nos Estados Unidos e na Europa".
A Tasnim acusou essas pessoas de tentarem "transformar as manifestações em violência", mas não informou nem onde, nem quando ocorreram as detenções.
A moeda nacional, o rial, perdeu no último ano mais de um terço de seu valor perante o dólar, enquanto a hiperinflação de dois dígitos corrói há anos o poder aquisitivo dos iranianos.
A.Ruegg--VB