-
AC Schnitzer: Quando os tuners de culto silenciam
-
Irã rejeita plano proposto pelos EUA para encerrar a guerra, diz meio estatal
-
Marquinhos está fora contra França, mas deve pegar Croácia, antecipa Ancelotti
-
Guerra no Irã impulsiona negócio dos drones na Ucrânia
-
Dois homens detidos em Londres por ataque contra ambulâncias da comunidade judaica
-
Matt Brittin, ex-executivo do Google, é nomeado diretor-geral da BBC
-
Os astronautas que sobrevoarão a Lua na missão Artemis II
-
Missão Artemis II, o retorno à Lua após mais de 50 anos
-
Dinamarca busca formar governo em cenário político fragmentado após eleições
-
Papa viaja a Mônaco para breve visita repleta de contrastes
-
Mamíferos não podem ser clonados indefinidamente, revela estudo
-
Maybach entre o brilho e a viragem
-
Guerra no Oriente Médio não dá sinais de trégua apesar do anúncio de Trump de negociações com o Irã
-
O chavismo está 'ferido' e se desmantela por ordem de Trump, diz María Corina
-
Show de retorno do BTS teve audiência de 18,4 milhões na Netflix
-
Bloco da primeira-ministra vence eleições legislativas na Dinamarca
-
Gauff vence Bencic e vai enfrentar Muchova nas semifinais do WTA 1000 de Miami
-
OpenAI encerra plataforma de vídeos Sora e se concentra em ferramentas profissionais
-
Reino Unido pesquisa arquivos sobre ex-príncipe Andrew
-
Sinner vence Michelsen e avança às quartas do Masters 1000 de Miami
-
Toronto apresenta estádio reformado para Copa do Mundo em meio a críticas por arquibancadas temporárias
-
Bolsonaro passará à prisão domiciliar temporária em Brasília devido à sua saúde
-
Chile retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet para Secretaria-Geral da ONU
-
Sobe para 69 o número de mortos em acidente de avião militar na Colômbia
-
Bloco da primeira-ministra lidera eleições na Dinamarca
-
Muchova vence Mboko e é primeira a avançar às semifinais do WTA 1000 de Miami
-
Israel assumirá controle de área extensa no sul do Líbano
-
Trump diz que EUA está em negociações com o Irã 'neste momento'
-
O chavismo está 'ferido' e sendo desmantelado por ordem de Trump, diz María Corina Machado
-
Nasa suspende seu projeto de estação orbital e vai criar base na Lua
-
Seis países apostam tudo em minitorneio de repescagem no México para Copa do Mundo de 2026
-
Mohamed Salah deixará o Liverpool ao final da temporada
-
Moraes autoriza prisão domiciliar temporária para Jair Bolsonaro
-
Cada vez mais apagada no cenário mundial, Itália busca soluções para seu futebol
-
Algoz de Alcaraz, Sebastian Korda cai nas oitavas do Masters 1000 de Miami
-
Ucrânia é alvo de um dos maiores ataques da Rússia em plena luz do dia
-
Americano libertado no Afeganistão após mais de um ano de detenção chega aos Emirados
-
Lukaku está fora dos amistosos da Bélgica contra Estados Unidos e o México
-
Ministro da Defesa diz que combate a gangues na Guatemala ocorre sem 'abusos'
-
Giay, do Palmeiras, é convocado para substituir Montiel nos amistosos da Argentina
-
Governo Kast retira apoio à candidatura de Michelle Bachelet à Secretaria-Geral da ONU
-
Argentina relembra legado doloroso da ditadura, que Milei quer revisar
-
Irã e Israel continuam se atacando apesar das declarações de Trump sobre negociações
-
Vítimas de pedofilia se deparam com muro de silêncio e impunidade na Áustria
-
Griezmann assina com Orlando City e jogará na MLS a partir de julho
-
Mercedes VLE elétrico: Preço e desempenho?
-
Israel assumirá controle de vasta área no sul do Líbano
-
Flotilha de ajuda humanitária chega a Cuba, mergulhada em crise
-
Lucas Pinheiro Braathen conquista o Globo de Cristal do slalom gigante
-
Muito velho? Juiz que preside julgamento contra Nicolás Maduro tem 92 anos
Manifestantes em Israel pedem acordo sobre reféns antes de reunião de gabinete
Centenas de manifestantes que pedem o fim da guerra em Gaza e o retorno dos reféns tomaram as ruas de Israel nesta terça-feira (26), antes de uma reunião do gabinete de segurança que pode abordar a retomada das negociações para uma trégua no território palestino.
O protesto bloqueou ruas em Tel Aviv, onde os participantes exibiram bandeiras israelenses e fotografias dos reféns.
A imprensa israelense informou que outras manifestações foram organizadas perto da sede da embaixada dos Estados Unidos na cidade e diante das residências de vários ministros em todo o país.
"O primeiro-ministro (Benjamin) Netanyahu prioriza a destruição do Hamas antes da libertação dos reféns", afirmou Ruby Chen, que teve o filho sequestrado pelo movimento islamista em outubro de 2023.
"Ele acredita que sacrificar 50 reféns por suas necessidades políticas é uma alternativa válida", acrescentou, ao discursar em uma das manifestações.
A imprensa de Israel antecipa que a reunião do gabinete de segurança poderia abordar as negociações de cessar-fogo e um acordo para a libertação de reféns.
O gabinete aprovou no início de agosto um plano para que o Exército tome a Cidade de Gaza, o que gerou temores pela segurança dos reféns e uma nova onda de protestos de dezenas de milhares de pessoas nas ruas.
Netanyahu ordenou na semana passada conversações imediatas para garantir a libertação dos reféns em Gaza, ao mesmo tempo que insistiu nos planos de uma nova ofensiva contra a maior cidade do território.
Antes, o Hamas anunciou que aceitava uma nova proposta de trégua apresentada pelos mediadores (Egito, Catar e Estados Unidos), que contemplava a libertação gradual de reféns ao longo de 60 dias em troca da libertação de prisioneiros palestinos em Israel.
- "Uma gota no oceano" -
O governo de Netanyahu enfrenta pressão dentro e fora do país para encerrar a campanha em Gaza, onde a guerra provocou uma crise humanitária e devastou grande parte do território palestino.
O Programa Mundial de Alimentos (PMA) alertou nesta terça-feira que a ajuda que Israel permite entrar em Gaza é insuficiente diante da situação de fome na Faixa.
Carl Saku, diretor de operações do PMA, disse à AFP que houve um "pequeno aumento" na entrada de ajuda, com quase 100 caminhões diários, mas que "ainda é uma gota no oceano para atender cerca de 2,1 milhões de pessoas".
Na segunda-feira, bombardeios israelenses atingiram um hospital em Gaza e mataram pelo menos 20 pessoas, incluindo cinco jornalistas.
A ONU, ONGs e potências mundiais, incluindo aliados de Israel, expressaram grande choque com o ataque.
Netanyahu disse lamentar o que chamou de um "acidente trágico". O Exército israelense ordenou uma investigação sobre o bombardeio.
A guerra em Gaza tem um balanço trágico para os jornalistas, com quase 200 profissionais da imprensa mortos em 22 meses de conflito, segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas e a organização Repórteres Sem Fronteiras.
O conflito começou com o ataque do Hamas contra Israel em 7 de outubro de 2023, que matou 1.219 pessoas, a maioria civis, segundo uma contagem baseada em números oficiais.
A ofensiva israelense na Faixa matou mais de 62.700 palestinos, a maioria civis, segundo números do Ministério da Saúde de Gaza, que a ONU considera confiáveis.
L.Stucki--VB