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Trump enfrenta democratas com planos de mobilização da Guarda Nacional
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, ameaçou neste domingo enviar a Guarda Nacional à cidade de Baltimore, Maryland, outro reduto democrata, após tê-lo feito na capital americana, a fim de ampliar sua ofensiva contra a criminalidade e imigração.
Declarações recentes do presidente em que citou uma cidade "fora de controle e assolada pela criminalidade" irritou líderes democratas, entre eles o governador de Maryland, Wes Moore.
Trump mobilizou neste mês a Guarda Nacional nas ruas de Washington, D.C., em uma demonstração de força equivalente a uma tomada de controle federal da polícia do Capitólio, segundo ele.
Citando funcionários da Defesa, a imprensa americana noticiou hoje que a Guarda Nacional vai começar a portar armas de fogo na capital.
Em junho, o presidente ordenou o envio de cerca de 5.000 soldados a Los Angeles, inicialmente para reprimir protestos contra as operações anti-imigrantes. A medida gerou fortes críticas do governador da Califórnia, Gavin Newsom, considerado um possível candidato democrata à Presidência em 2028.
A imprensa americana também informou que o governo federal planeja um envio sem precedentes de milhares de efetivos da Guarda Nacional a Chicago, terceira maior cidade do país.
Wes Moore disse hoje à rede de TV CNN que havia convidado Trump para caminharem juntos pelas ruas de Baltimore, a fim de deixar claros "esses clichês, essa ignorância e essas táticas de medo dos anos 1980" usadas pelo presidente.
"Preferiria muito mais que Moore limpasse esse desastre", respondeu o presidente, que mencionou o que considera um "péssimo" histórico do governador em matéria de combate à criminalidade
Moore rebateu com a afirmação de que a taxa de homicídios em Maryland diminuiu mais de 20% em seu mandato.
Trump indicou na última sexta-feira que Chicago e Nova York, cidades lideradas por democratas, receberiam tropas da Guarda Nacional, assim como Washington.
O governador de Illinois, J.B. Pritzker, também democrata, e o prefeito de Chicago, Brandon Johnson, criticaram a ideia. Pritzker publicou no X que Chicago registrou em 2024 573 homicídios, 8% a menos do que no ano anterior.
H.Gerber--VB