-
Met inaugura neste domingo maior exposição sobre Rafael nos EUA
-
Paradeiro de veleiros com ajuda para Cuba permanece desconhecido
-
Republicanos rejeitam na Câmara plano do Senado para encerrar caos em aeroportos dos EUA
-
Wirtz brilha na vitória da Alemanha sobre a Suíça (4-3) em amistoso eletrizante
-
Rapper congolês Gims é acusado de lavagem de dinheiro na França
-
Oyarzabal comanda vitória da Espanha sobre a Sérvia (3-0) em amistoso
-
Bolsas ocidentais temem os efeitos de uma guerra prolongada
-
Adversário do Brasil na Copa, Marrocos empata com Equador (1-1) em amistoso
-
Uruguai e Inglaterra empatam (1-1) em amistoso preparatório para Copa do Mundo
-
Tiger Woods é preso por dirigir sob efeito de substâcias após acidente na Flórida
-
Sem estrelas em campo, Holanda vence Noruega (2-1) de virada em amistoso
-
'Estamos prontos': astronautas chegam ao local de lançamento para missão à Lua
-
ONU estima que haja 10 mil mercenários colombianos em conflitos no mundo
-
Parentes de presos políticos na Venezuela pedem mediação do Vaticano
-
Jiri Lehecka vence Arthur Fils e vai pela 1ª vez à final do Masters 1000 de Miami
-
Anne Hidalgo celebra uma Paris que 'avançou', ao se despedir da Prefeitura
-
Congresso dos EUA segue sem acordo que permita encerrar caos em aeroportos
-
Barcelona projeta que Raphinha ficará afastado por 5 semanas
-
EUA e Israel atacam usinas nucleares no Irã
-
Ativista pró-Palestina diz que FBI frustrou plano para matá-la nos EUA
-
Raphinha e Wesley estão fora de amistoso contra Croácia por lesão
-
Grupo pró-Irã hackeia e-mail do diretor do FBI, segundo imprensa dos EUA
-
Veleiros que saíram do México com ajuda para Cuba 'passaram com segurança', diz EUA
-
Novo estádio do Inter Miami terá arquibancada com nome de Messi
-
Transações suspeitas com petróleo antes de anúncio de Trump provocam indignação
-
Argentina se livra de dívida de US$ 16 bi após vitória judicial em Nova York
-
Pierre Gasly quer ser o 'estraga-prazeres' dos grandes da F1
-
Djokovic não vai disputar Masters 1000 de Monte Carlo; Monfils e Kouamé são convidados
-
Tenista belga David Goffin vai se aposentar ao final da temporada
-
Bolsonaro deixa hospital e vai para casa cumprir prisão domiciliar
-
Santiago Bernabéu terá quadra de tênis durante o Madrid Open
-
'Arrancou uma parte de mim': iranianos contam sua vida em meio à guerra
-
Irã desafia Trump e insta civis a se afastarem dos americanos
-
Bolsonaro deixa hospital e cumpre prisão domiciliar em casa
-
México procura dois barcos desaparecidos que transportavam ajuda a Cuba
-
JD Vance e Rubio emergem como possíveis herdeiros republicanos na era pós-Trump
-
Itália investiga LVMH por promover cosméticos para crianças e adolescentes
-
Senado dos EUA age para acabar com o caos nos aeroportos
-
Caixa-preta para o Estado, refúgio para investidores: uso das criptomoedas no Irã
-
Ucrânia e Arábia Saudita assinam acordo de defesa aérea
-
Trump adia ultimato ao Irã; G7 aborda crise no Estreito de Ormuz
-
Rapper Balendra Shah toma posse como primeiro-ministro do Nepal
-
Trump adia ultimato ao Irã e crise no Estreito de Ormuz será debatida no G7
-
Bolívia e Jamaica vencem e seguem na luta para disputar Copa de 2026
-
Croácia, próximo adversário do Brasil, vence Colômbia (2-1) de virada em amistoso
-
Venezuela decreta uma semana de feriado devido a crise de energia
-
Exército de Israel anuncia ataques ‘em grande escala’ contra Teerã
-
Sabalenka vence Rybakina em Miami e está a um passo do 'Sunshine Double'
-
África do Sul é convidada e depois excluída de reunião do G7 na França
-
Juiza suspende sanções do governo americano contra a Anthropic
Trump quer reunir Putin e Zelensky depois de cúpula do Alasca
O presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, disse nesta quarta-feira (13) que quer organizar uma reunião com seus contrapartes russo, Vladimir Putin, e ucraniano, Volodimir Zelensky, "quase imediatamente" após a cúpula do Alasca com o líder do Kremlin para pôr fim à guerra na Ucrânia.
Trump falou com jornalistas em Washington depois do que descreveu como uma "ligação muito boa" com dirigentes europeus.
"Podem ser alcançadas grandes coisas na primeira reunião, será um encontro muito importante, mas que prepara o terreno para uma segunda reunião", declarou o presidente americano.
Trump prevê reunir-se com Putin na sexta-feira, em uma base militar americana no Alasca, para tentar encontrar uma solução para a guerra que Moscou trava na Ucrânia há mais de três anos.
"Se a primeira correr bem, teremos uma segunda reunião rapidamente", declarou a jornalistas.
"Eu gostaria que fosse quase imediatamente, e teremos rapidamente uma segunda reunião entre o presidente Putin, o presidente Zelensky e eu, se eles quiserem que eu esteja presente", acrescentou.
No entanto, o presidente americano declarou que poderia cancelar a reunião, dependendo do resultado de seu encontro com Putin na sexta-feira.
O presidente ucraniano foi recebido em Berlim pelo chanceler alemão, Friedrich Merz, para uma videoconferência com Donald Trump e os principais dirigentes europeus, da União Europeia e da Otan.
O primeiro-ministro britânico, Keir Starmer, vê uma possibilidade "real" de cessar-fogo "graças ao trabalho do presidente" dos Estados Unidos.
Evacuações -
A reunião aconteceu um dia depois de as forças russas alcançarem seu maior avanço em 24 horas em mais de um ano, segundo dados do Instituto para o Estudo da Guerra, com sede nos Estados Unidos.
O Exército russo afirma ter conquistado mais de 110 km² em comparação com o dia anterior.
Como mostra do agravamento da situação, a Ucrânia ordenou nesta quarta-feira a evacuação de famílias de cerca de dez localidades do leste, onde as tropas russas avançaram rapidamente nos últimos dias.
Pelo menos três pessoas morreram no início da manhã desta quarta-feira devido a fogo de artilharia russa e ataques com drones no oblast (região administrativa) de Kherson (sul), segundo autoridades regionais.
Enquanto isso, a atividade diplomática é intensa desde o anúncio da cúpula em Anchorage, no Alasca.
Os europeus temem que o resultado seja desfavorável para a Ucrânia.
A Ucrânia "deve estar presente à mesa" durante as próximas reuniões, disse Friedrich Merz.
A Rússia exige que a Ucrânia ceda quatro oblasts parcialmente ocupados (Donetsk, Lugansk, Zaporizhzhia e Kherson), além da Crimeia, anexada em 2014, e que renuncie ao fornecimento de armas ocidentais e à entrada na Otan.
Donald Trump previu uma "troca de territórios" num momento em que as tropas russas ocupam aproximadamente 20% da Ucrânia.
No entanto, também se manteve ambíguo sobre suas expectativas em relação a Putin. Disse que quer "sondar o terreno" na sexta-feira.
- "Nada muda" -
Zelensky descarta a retirada de zonas do leste da Ucrânia como parte de um acordo de paz.
Segundo Merz, a Ucrânia "está disposta a discutir questões territoriais", mas não o "reconhecimento legal" da ocupação russa de certas partes de seu território.
"As questões territoriais (...) só serão negociadas pelo presidente ucraniano", insistiu o presidente francês, Emmanuel Macron.
Segundo o chefe da Otan, Mark Rutte, "a bola agora está no campo de Putin".
Moscou, por sua vez, considerou essas consultas entre americanos e europeus "insignificantes".
Trump advertiu nesta quarta-feira que a Rússia enfrentaria "consequências muito graves" se não aceitasse pôr fim à guerra. Zelensky pede sanções.
Em Kramatorsk, uma cidade no leste da Ucrânia situada a cerca de 20 km da linha de frente, os soldados ucranianos pareciam resignados.
"Já houve muitíssimas negociações entre chefes de Estado, mas nada muda", declarou Dmytro, de 21 anos, à AFP.
R.Braegger--VB