-
Chelsea contrata o zagueiro francês Maxence Lacroix
-
Rashford se despede do Barcelona e deverá voltar ao Manchester United
-
Roma contrata atacante argentino Santiago Castro
-
Brasil anuncia amistoso contra Índia em 3 de outubro
-
Djokovic anuncia seu retorno no Masters 1000 de Cincinnati
-
Uefa ameaça, por unanimidade, boicotar as competições da Fifa
-
Trump avalia retirar temporariamente indicação do procurador-geral por objeções de republicanos
-
População japonesa fica abaixo dos 120 milhões pela 1ª vez em décadas
-
Paquistão afirma que EUA e Irã negociam desescalada após novos bombardeios
-
Musk prevê grande investimento para campanha de republicanos nas legislativas dos EUA
-
'Emergência humanitária' no enclave espanhol de Ceuta após entrada em massa de migrantes do Marrocos
-
Venezuela inicia diálogo político sem presença da principal líder da oposição
-
Economia dos EUA cresce menos que o esperado no 2º trimestre
-
Milei proíbe entrada de estrangeiros que expressarem mensagens de ódio contra a Argentina
-
Economia americana cresce 1,5% no segundo trimestre, menos do que o esperado
-
Rússia inclui fundador do Telegram, Pavel Durov, na lista de 'terroristas'
-
George e Amal Clooney deixam sua residência no sul da França por incêndio
-
Nigéria desmantela laboratório de metanfetamina e teme ligação com cartéis mexicanos
-
Oito mortos, seis de uma mesma família, em ataques russos contra a Ucrânia
-
Zona do euro retoma o crescimento apesar do conflito no Oriente Médio
-
Espanha suspende estado de emergência por incêndios perto de Madri
-
Calor dificulta tarefas de resgate após terremoto que matou 34 pessoas no Japão
-
Paquistão afirma que EUA e Irã prosseguem com negociações após novos bombardeios
-
Singapura multa jovem francês por incidente com canudo
-
Exército dos EUA lança represália 'potente' contra o Irã
-
Justiça ordena prisão de Morales por protestos que paralisaram a Bolívia
-
Agressor de Salman Rushdie é condenado nos EUA por 'ato de terrorismo'
-
Rússia emite ordem de busca internacional contra CEO do Telegram
-
Ancelotti foca no meio-campo no processo de reconstrução da Seleção Brasileira
-
Meta tem lucro menor do que o esperado e mantém gastos com IA
-
Milhares de evacuados por incêndios voltam para casa na Espanha e na França, sob novo alerta de calor
-
Infantino defende seu projeto: 'É uma oportunidade, mas não uma obrigação'
-
Messi retorna aos treinos do Inter Miami
-
De postos de gasolina a farmácias: Cuba abre vários setores à iniciativa privada
-
De Miñaur vence Tsitsipas em Washington e vai enfrentar Cruz Hewitt
-
Jair Bolsonaro nega ter autorizado "deepfake" no qual apoia campanha de Flávio
-
Mancini sonha em dar à Itália 'um grande troféu, ou até mesmo dois'
-
Ator Jared Leto nega novas acusações de agressão sexual
-
Fifa abre processo contra Paredes, Molina, Almada, Ayala e Gavi por incidentes na final da Copa
-
Em decisão dividida, Federal Reserve mantém taxas de juros nos EUA
-
Milhares de evacuados por incêndios voltam para casa na Espanha; França enfrenta ameaça de calor
-
Príncipe Harry e outros demandantes podem ter que pagar indenização ao Daily Mail
A relação entre Infantino e Trump e o 'sonho americano' da Copa de 2026
Único dirigente esportivo presente na posse de Donald Trump, o presidente da Fifa, Gianni Infantino, mostra abertamente sua proximidade com o presidente dos Estados Unidos, símbolo da importância estratégia do país para o futebol mundial.
"Gianni, obviamente, tem uma relação muito próxima com Trump, e aproveitando isso porque ambas as partes querem que a Copa de 2026 funcione", diz à AFP John Zerafa, especialista em comunicação esportiva do Reino Unido.
Eleito presidente da Fifa em fevereiro de 2016, Infantino é um bom exemplo da influência da potência americana: depois da derrota da candidatura dos Estados Unidos para o Catar para ser sede da Copa de 2022, uma investigação internacional do FBI deu início ao 'Fifagate', que derrubou seu antecessor, Joseph Blatter.
Os EUA obtiveram sua revanche em junho de 2018, obtendo a organização da Copa de 2026 em conjunto com Canadá e México. Dois meses depois, Trump convidou Infantino à Casa Branca, convidá-lo novamente para pronunciar um discurso durante o Fórum de Davos.
"Os EUA estão a ponto de se tornarem uma grande potência do futebol", disse então o dirigente. "O 'sonho americano' é algo que todos nós precisamos, todos nós que amamos o futebol".
- Juntos no Oriente Médio -
Depois dos quatro anos de mandato de Joe Biden, a relação entre Infantino e Trump foi retomada da melhor maneira possível. Em meados de maio, o dirigente chegou atrasado ao Congresso Anual da Fifa, o que irritou a Uefa, depois de uma viagem ao Catar e à Arábia Saudita com o mandatário americano.
Onipresente nas redes sociais, mas raramente disposto a responder à imprensa, Infantino evitou até o momento todos os assuntos delicados, desde os ataques de Trump a Canadá e México e o desejo do presidente americano de ver a Rússia de volta na Copa de 2026, embora a Fifa mantenha a exclusão do país devido à guerra na Ucrânia.
O segundo mandato do líder republicano o coloca mais do que nunca no centro do esporte: Trump será presidente durante a primeira Copa do Mundo de Clubes (14 de junho - 13 de julho), durante o Mundial de 2026 e também nos Jogos Olímpicos de Los Angeles-2028. Serão muitas oportunidades para mostrar a "grandeza" dos EUA.
"Trump é um homem que se guia pelas manchetes e que quer ser o centro das atenções, e ele vai adorar isso antes e durante a Copa do Mundo, sabe que não pode haver contratempos. Então ambos têm um interesse mútuo em fazer com que tudo corra bem 2026", afirma John Zerafa.
- Um "mercado ideal" -
A Fifa olha mais à frente: como candidato único ainda em disputa após o prazo que terminou em março, os EUA devem ser escolhidos para sediar a Copa do Mundo feminina de 2031, que passará de 32 a 48 seleções, como acontece no masculino.
O expansionismo, marca registrada de Gianni Infantino que lhe rendeu inúmeras críticas pela sobrecarga do calendário e pelo impacto ambiental dos torneios, transforma os EUA em um aliado agora imprescindível.
"Existe uma vontade recíproca: para os EUA, a de criar um mercado para o futebol; e para a Fifa, o interesse em desenvolver suas competições. É um mercado ideal, tanto logística como comercialmente, porque o 'esporte espetáculo' está extremamente bem implantado", resume Raffaele Poli, diretor do Observatório do Futebol de Neuchâtel (Suíça).
Em relação ao futebol americano, ao beisebol e ao basquete, o desafio do 'soccer' continua sendo superar a imagem de ser um esporte tradicionalmente feminino nos Estados Unidos, um processo que já começou com a Copa do Mundo de 1994.
Para que o futebol crie raízes na sociedade americana, a seleção nacional teria que ir longe no Mundial, algo que não está garantido, já que a equipe não passou das oitavas em 2010, 2014 e 2022, além de não ter disputado a edição de 2018.
D.Schlegel--VB