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Governo do Canadá intervém para deter greve da Air Canada
O governo canadense interveio neste sábado (16) para pôr fim a uma greve de tripulantes de cabine da Air Canada, que provocou o cancelamento de centenas de voos e desencadeou um caos nas viagens de verão para os 130 mil passageiros diários da companhia aérea.
A maior companhia aérea do Canadá, que voa diretamente para 180 cidades de todo o mundo, suspendeu todas as suas operações depois que cerca de 10 mil comissários de bordo iniciaram uma greve motivada por uma disputa salarial neste sábado, por volta da 01h00 local (04h00 de Brasília).
Horas mais tarde, a ministra do Trabalho, Patty Hajdu, invocou uma disposição legal para interromper a greve e obrigar ambas as partes a uma arbitragem vinculante.
"Esta não é uma decisão que eu tenha tomado de forma leviana. O potencial impacto negativo imediato sobre os canadenses e nossa economia é simplesmente grande demais", declarou Hajdu à imprensa.
No entanto, ela indicou que a Air Canada pode demorar entre cinco e dez dias para retomar seus serviços regulares após a interrupção.
O Sindicato Canadense de Empregados Públicos (Cupe), que representa os 10 mil tripulantes de cabine da Air Canada, declarou que seus membros permanecerão em greve até que o governo emita uma ordem formal para que retornem ao trabalho.
"Ainda estamos em posição legal para declarar greve e continuaremos fazendo isso. Devemos demonstrar à empresa que temos o controle da situação", escreveu a seção da Air Canada do sindicato no Facebook.
Em um comunicado separado, o Cupe criticou duramente a intervenção do governo, considerando que "recompensa a recusa da Air Canada em negociar de forma justa, dando exatamente o que ela queria". "Isso cria um precedente terrível", acrescentou.
Além de aumentos salariais, o sindicato quer discutir a questão do trabalho em solo não remunerado, incluindo o processo de embarque.
- Trabalho não remunerado -
Rafael Gómez, diretor do Centro de Relações Industriais da Universidade de Toronto, explicou à AFP que é uma prática comum em todo o mundo pagar os comissários de bordo pelo tempo que passam no ar.
Ele acrescentou que o sindicato havia desenvolvido uma campanha de comunicação eficaz sobre o tema, gerando uma percepção pública de injustiça.
Um passageiro médio, não familiarizado com as práticas habituais do setor, poderia pensar: "Estou esperando para embarcar e há um comissário de bordo me ajudando, mas tecnicamente não lhe pagam por esse trabalho", declarou Gómez antes do início da greve.
Ele também considerou que as melhorias que os funcionários da Air Canada possam conquistar poderiam impactar outras companhias aéreas.
A Air Canada detalhou na quinta-feira uma proposta final de compromisso que aumentaria o salário médio anual de um comissário de bordo sênior para 87 mil dólares canadenses (R$ 350 mil) até 2027, mas o Cupe considerou as propostas insuficientes, especialmente diante da inflação.
O sindicato também rejeitou os pedidos da empresa e do governo canadense para tentar resolver as disputas por meio de uma arbitragem independente.
"É temporada alta. A empresa não quer perder centenas de milhões de dólares em receitas", declarou Gómez.
A economia canadense, embora mostre sinais de resiliência, começa a sentir os efeitos da guerra comercial iniciada pelo presidente dos Estados Unidos, Donald Trump, com tarifas que afetam setores cruciais para o país, como o automotivo, o do alumínio e o do aço.
Em um comunicado emitido antes do início da greve, o Conselho Empresarial Canadense, que reúne executivos de mais de 100 grandes empresas, advertiu sobre o risco de que as dificuldades se agravem em decorrência de uma greve na Air Canada.
"Em um momento em que o Canadá enfrenta pressões sem precedentes em nossas cruciais cadeias de suprimento econômico, a interrupção dos serviços nacionais de transporte de passageiros e de carga aérea causaria um dano imediato e significativo a todos os canadenses", declarou a organização.
L.Stucki--VB