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Los Angeles impõe toque de recolher noturno enquanto Trump escala retórica contra protestos
A prefeita de Los Angeles, Karen Bass, declarou nesta terça-feira (10) um toque de recolher noturno no centro da segunda maior cidade dos Estados Unidos, após várias noites de protestos contra as batidas migratórias do presidente Donald Trump, que escala sua retórica contra as manifestações.
"Declarei [o estado de] emergência local e decretei um toque de recolher no centro de Los Angeles para deter o vandalismo e parar os saques", disse Bass aos jornalistas.
O presidente afirmou que os protestos são uma invasão de um "inimigo estrangeiro".
Um manifestante disse à AFP que as prisões de imigrantes em uma cidade com grande população latina e nascida no exterior e são a razão do descontentamento.
"Acho que, obviamente, o estão fazendo por segurança", disse ele sobre o toque de recolher. "Mas não acredito que parte do problema sejam os protestos pacíficos. O que quer que esteja acontecendo do outro lado é que está incitando à violência", argumentou.
Pequenos protestos foram registrados nesta terça pelo quinto dia consecutivo no centro de Los Angeles. As manifestações se concentraram em frente ao prédio federal que se tornou o epicentro dos protestos contra as operações migratórias em Los Angeles.
À tarde, a polícia começou a dispersar os manifestantes, com bombas de efeito moral e gás lacrimogêneo.
Os protestos, que começaram na última sexta-feira em resposta ao avanço das operações migratórias em comunidades e locais de trabalho, foram pacíficos em sua maioria, mas houve alguns distúrbios, que resultaram em lojas e veículos vandalizados.
Mais de 100 prisões foram realizadas pelas forças da ordem locais nas últimas 24 horas, a grande maioria por desobediência a ordens de dispersão, segundo a polícia de Los Angeles.
Apesar dos focos de protesto, a rotina da cidade foi mantida.
- 'Como um tirano' -
Em um discurso em uma das maiores bases militares do país, Trump chamou de "animais" os manifestantes e conseguiu fazer com que as tropas vaiassem os democratas Gavin Newsom, governador de Califórnia, e Joe Biden, ex-presidente dos Estados Unidos.
Trump ordenou o envio de milhares de efetivos da Guarda Nacional (uma força de reserva) e dos fuzileiros navais da ativa a Los Angeles, apesar de as autoridades californianas afirmarem que a medida é desnecessária e vai agravar a situação.
"O que vocês estão presenciando na Califórnia é um ataque total à paz, ordem pública e soberania nacional realizado por agitadores que carregam bandeiras estrangeiras, com o objetivo de continuar uma invasão estrangeira ao nosso país", afirmou Trump às tropas, em Fort Bragg, na Carolina do Norte.
"Essa anarquia não vai continuar. Não vamos permitir que uma cidade americana seja invadida e conquistada por um inimigo estrangeiro", frisou.
A secretária de Segurança Interna dos Estados Unidos, Kristi Noem, acusou hoje a presidente do México, Claudia Sheinbaum, de incitar os protestos, nos quais as bandeiras do país latino-americano são presença constante. "É absolutamente falso", respondou a dirigente mexicana.
Efetivos da Guarda Nacional protegem os prédios federais em torno dos quais houve protestos, enquanto o comboio de fuzileiros navais estacionou na base de Seal Beach, no Condado de Orange, a cerca de 50 km de Los Angeles.
O governador da Califórnia pediu com urgência a um tribunal que limitasse a ação das tropas na cidade e que as impeça de participar das batidas migratórias, habitualmente a cargo do Serviço de Controle de Imigração e Alfândega (ICE, na sigla em inglês).
"Enviar combatentes de guerra às ruas não tem precedentes e ameaça os fundamentos da nossa democracia", disse Newsom, que ressaltou que Trump "se comporta como um tirano, e não como um presidente".
Newsom e a prefeita Karen Bass insistem em que a medida de Trump é desnecessária e extrapola as funções do presidente.
Os protestos na segunda maior cidade do país inspiraram movimentos em outras localidades americanas, como Nova York, onde milhares de pessoas foram às ruas nesta terça.
- 'Incomum' -
O uso de militares por Trump é uma medida "incrivelmente incomum" para um presidente dos Estados Unidos, disse à AFP Rachel VanLandingham, professora da Faculdade de Direito de Southwestern em Los Angeles e ex-tenente-coronel da Força Aérea americana.
A Guarda Nacional, uma força armada de reserva, costuma ser controlada por governadores estaduais e geralmente é usada em solo americano em resposta a desastres naturais. Seus reservistas não são mobilizados por um presidente contra a vontade de um governador estadual desde 1965, no auge do movimento pelos direitos civis.
A legislação americana proíbe amplamente o uso do Exército como força policial, exceto em caso de insurreição.
A.Zbinden--VB