-
Jódar vai à semifinal do Masters 1000 de Xangai e se aproxima do ATP Finals
-
Νούσα Άουμπελ: Αποτυχία στην ηγεσία αντί για μια νέα αρχή — ανταποκρίνεται η δήμαρχος του Πότσδαμ στις απαιτήσεις του αξιώματός της;
-
Democratas superam republicanos na arrecadação de fundos antes das eleições
-
Técnico do Barça confirma recuperação de Raphinha, mas prega cautela quanto a retorno
-
Após quatro anos de guerra, Kiev ganha seu primeiro abrigo antiaéreo em via pública
-
Papa celebra missa no hospital três dias após cirurgia
-
França e Alemanha oficializam acordo que desacelera transição total a veículos elétricos
-
Cidade mexicana do 'papel picado' se enche de arte e cor no Dia dos Mortos
-
Noosha Aubel: Yeni bir başlangıç yerine yönetim başarısızlığı — Potsdam Belediye Başkanı görevinin gereklerini yerine getirebiliyor mu?
-
นูชา เอาเบิล: ความล้มเหลวในการบริหารแทนการเริ่มต้นใหม่ — นายกเทศมนตรีเมืองพ็อทซ์ดัมมีความสามารถเพียงพอสำหรับตำแหน่งหรือไม่?
-
'Desigualdade real': Protestos revelam o abismo educacional na França
-
नूशा आउबेल: नई शुरुआत के बजाय नेतृत्व की विफलता — क्या पोट्सडाम की महापौर अपने पद की जिम्मेदारियाँ निभाने में सक्षम हैं?
-
IA ajuda historiadores a decifrar mensagens napoleônicas e papiros carbonizados
-
누샤 아우벨: 새로운 출발 대신 드러난 리더십 실패 — 포츠담 시장은 과연 직무를 감당할 능력이 있는가?
-
ヌーシャ・アウベル:再出発どころか指導力の欠如――ポツダム市長に、その職責を果たす能力はあるのか?
-
noosha-aubel-lingdao-shibai-bocitan-shizhang-nengfou-shengren
-
نوشا أوبل: فشل قيادي بدلًا من بداية جديدة — هل رئيسة بلدية بوتسدام على قدر مسؤوليات منصبها؟
-
CEO da Nvidia prevê que todas as empresas serão companhias de IA
-
Нуша Аубель: провал управління замість нового початку — чи відповідає обербургомістерка Потсдама своїй посаді?
-
Nova chefe de imprensa de Trump admite que reprovou no exame de advocacia
-
Noosha Aubel: fracasso na liderança em vez de um novo começo — estará a presidente da Câmara de Potsdam à altura do cargo?
-
UE reafirma apoio a Zelensky durante momento de tensão com Trump
-
Elon Musk apresenta carro 'voador' da Tesla
-
Nova secretária de imprensa de Trump minimiza potencial da China por falta de 'banheiros adequados'
-
'Subsidiar combustíveis fósseis equivale a subsidiar o suicídio', denuncia secretário-geral da ONU
-
Presidente do Fed diz que IA é a 'mudança mais importante' para a economia que já viu
-
Três crianças e um professor são mortos em ataque armado em escola no Oregon, EUA
-
Seul descarta ceticismo de Pyongyang por teste de arma hipersônica
-
Três crianças e um profesor são mortos em ataque armado em escola no Oregon, EUA
-
Flamengo empata sem gols com Estudiantes na ida da semifinal da Libertadores
-
Zelensky busca apoio europeu após desafiar exigência dos EUA
-
Esquerda desperta para reverter desvantagem de Lula no segundo turno
-
Porta-voz de Trump insiste em se apresentar como advogada apesar de questionamentos sobre suas credenciais
-
Manifestação de universitários termina em confronto com a polícia na Argentina
-
Corinthians vence Colo-Colo (2-0) na estreia da Libertadores feminina
-
Isabel Allende ganha Prêmio Planeta 2026
-
Juventus vira sobre Celta (2-1) e mantém liderança da Liga Europa
-
Houthis atacam sede presidencial no Iêmen e aumentam tensão entre Arábia Saudita e Irã
-
Ameba "comedora de cérebro" é detectada em lagos artificiais no México
-
Polícia e manifestantes entram em confronto durante marcha universitária na Argentina
-
EUA anuncia investimento de mais de US$ 300 milhões no Caribe
-
Governo dos EUA processa Califórnia por não verificar registro de eleitores
-
Lautaro Martinez ficará afastado por cerca de um mês devido a lesão muscular
-
Professores e estudantes protestam na Argentina contra cortes nas universidades
-
Líder opositor da Guiana requisitado pelos EUA segue detido
-
Lisandro Martínez pede desculpas após criticar diretoria do Manchester United
-
Maduro e esposa se declaram inocentes de acusações de tortura em corte dos EUA
-
EUA sanciona banco cubano acusado de vínculos com entidade iraniana
-
Infantino se desculpa, mas é criticado por membros do Conselho Executivo da Fifa
-
CERN e Mistral se unem para desenvolver uma IA voltada à pesquisa científica
O que farão os Estados Unidos após as eleições na Venezuela?
O que farão os Estados Unidos se Nicolás Maduro se declarar vencedor nas eleições na Venezuela? E se a oposição ganhar? É uma incógnita, mas os analistas consideram que deve haver uma coordenação com Brasil e Colômbia.
"Queremos examinar todas as informações" das eleições presidenciais de domingo e "então tomaremos uma decisão", afirmou na quarta-feira (24) o chefe da diplomacia dos Estados Unidos para a América Latina, Brian Nichols, durante uma sessão no Congresso.
"Não vamos nos apressar em julgar", disse ele ao subcomitê de Relações Exteriores da Câmara dos Representantes.
Nichols lembrou que a lei venezuelana permite que o conselho eleitoral anuncie o resultado no dia seguinte às eleições e tem até 2 de agosto para publicá-los de forma detalhada.
O chavismo enfrenta seu momento mais difícil em 25 anos.
O presidente Maduro, no poder desde 2013, enfrenta uma oposição que lidera quase todas as pesquisas, apesar de a líder María Corina Machado não ter conseguido concorrer devido a uma inabilitação política. Edmundo González Urrutia será o candidato.
A outrora quinta economia mais rica da América Latina enfrenta uma crise que levou mais de 7 milhões de venezuelanos para o exterior, segundo a ONU. Muitos foram para os Estados Unidos, que não mantêm relações diplomáticas com a Venezuela desde 2019.
Naquele ano, o governo do então presidente republicano Donald Trump impôs uma série de sanções ao país caribenho, incluindo um embargo ao petróleo e ao gás, na tentativa de derrubar Maduro após as eleições de 2018, consideradas fraudulentas.
O democrata Joe Biden optou por uma política mais aberta e retomou o diálogo com Caracas, o que possibilitou estabelecer as bases para as eleições deste domingo.
Biden até levantou parcialmente algumas sanções, mas as restabeleceu ao perceber que o governo de Maduro não estava seguindo o roteiro eleitoral e prendia opositores.
- Três cenários -
Em um memorando, o Centro para a América Latina Adrienne Arsht e o Instituto Jack D. Gordon de Políticas Públicas da Universidade Internacional da Flórida estimam que Washington deve se preparar para três cenários.
Um é que Maduro seja declarado vencedor sem evidências de fraude; outro é que o líder chavista se declare vencedor, apesar de irregularidades; e o último é a vitória da oposição.
Michael Shifter, ex-presidente do Diálogo Interamericano, uma organização com sede em Washington, aconselha os Estados Unidos a evitar o "aproveitemos o petróleo e tentemos controlar a migração".
Ele sugere que seja preferível focar em ser um "canal de comunicação" em uma "eventual negociação política", trabalhando com a oposição para proporcionar proteções e garantias a Maduro e outros funcionários chavistas, facilitando assim uma transição, explicou à AFP.
Se houver fraude, a pressão será enorme, especialmente durante a campanha para as eleições de novembro nos Estados Unidos, nas quais Donald Trump e muito provavelmente a vice-presidente democrata Kamala Harris se enfrentarão.
É muito provável que vozes se levantem pedindo medidas drásticas, como a reimposição de todas as sanções e a revogação da licença da gigante americana Chevron.
No entanto, Shifter argumenta que tais medidas seriam contraproducentes, pois são ineficazes e prejudicam as pessoas erradas, piorando a crise humanitária e incentivando a migração.
Rebecca Hanson, professora do departamento de direito da Universidade da Flórida, concorda que as sanções têm pouco ou nenhum impacto nos cálculos políticos de Maduro.
- Brasil e Colômbia -
Em caso de fraude em larga escala, Shifter estima que o governo Biden trabalhará com Brasil e Colômbia para convencer o chavismo de que a situação não é sustentável, que os venezuelanos não a aceitarão e haverá distúrbios.
No memorando, o Centro para a América Latina Adrienne Arsht e o Instituto Jack D. Gordon de Políticas Públicas concordam com a importância de promover uma "resposta regional" liderada por estes dois países.
"Independentemente do resultado", os Estados Unidos devem considerar "os benefícios a longo prazo de uma maior presença ocidental na Venezuela", atualmente aliada à China, Rússia e Cuba, acrescentam.
Será mais fácil se a oposição vencer.
"É absurdo, para não dizer incrível, que já estejamos há 10 ou 12 anos sem uma embaixada diplomática em Washington", disse González Urrutia, diplomata de carreira, em uma recente videoconferência com o Wilson Center, dos EUA.
González Urrutia deseja restaurar imediatamente uma "relação amistosa" com os americanos.
S.Gantenbein--VB