-
NBA mantém seu plano de campeonato na Europa, apesar da rejeição da Euroliga
-
Confederação Africana reafirma apoio a Infantino para reeleição na Fifa
-
Andreeva vai enfrentar Bartunkova nas semifinais do WTA 1000 de Pequim
-
Ceferin será candidato à reeleição para presidente da Uefa em 2027
-
Exclusão de mulheres em algumas universidades gera critícas na Síria
-
Quatro astronautas da Crew-12 retornam à Terra
-
Estados Unidos desejam uma 'Europa forte', afirma Marco Rubio
-
'Lutando por nosso futuro': estudantes convocam novos protestos na França
-
OMC eleva previsão de crescimento do comércio de mercadorias impulsionado pela IA
-
Socialistas, a aposta arriscada do Partido Democrata para recuperar o Congresso nos EUA
-
Promotoria argentina denuncia caos entre equipe médica que abandonou Maradona 'à própria sorte'
-
Creche e complexo médico sofrem danos após interceptação de míssil em Riade
-
Polícia britânica reconhece que buscas nas casas do ex-príncipe Andrew foram ilegais
-
Sobrevivente de execução malsucedida nos EUA consegue andar, mas está mentalmente 'confusa'
-
Custo de vida preocupa americanos antes das eleições de meio de mandato
-
Adolescente mata uma pessoa e fere outras duas em escola na Polônia
-
Alex Bodi mizează, alături de CRIF, pe investiții transparente și pe prevenirea riguroasă a spălării banilor
-
OMC eleva previsão de crescimento do comércio mundial de mercadorias
-
Racionamento de energia gera protestos na Venezuela
-
Bombardeio russo contra dois ônibus deixa ao menos 30 mortos na Ucrânia
-
Crise habitacional, um tema central nas eleições gerais antecipadas na Espanha
-
Meloni supera teste crucial na Itália ao aprovar reforma eleitoral
-
Anne Carson, a poetisa canadense que moderniza a Antiguidade
-
Embaixadora dos EUA na Grécia pediu US$ 100.000 a um doador de Trump (WSJ)
-
Nobel premia a obra 'audaciosa' da poetisa canadense Anne Carson
-
Governo francês receberá organizações estudantis em novo dia de protestos
-
Bombardeio russo contra ônibus mata pelo menos 30 pessoas no leste da Ucrânia
-
Sobrevivente de tentativa de execução nos EUA quase teve aparelhos desligados
-
EUA vai apresentar acusações de tortura contra Maduro (CNN)
-
Rebeca Andrade retorna ao Mundial de ginástica artística
-
'Bolsonaro nunca mais': milhares de pessoas vão às ruas antes do segundo turno
-
Ambientalistas dizem que plano para reativar mina no Panamá busca enganar o país
-
Cinco crianças entre as 28 vítimas fatais de ataques russos na Ucrânia
-
Sobrevivente de execução nos EUA quase teve aparelhos desligados antes de despertar
-
Premier francês nega que polícia tenha recebido ordens para confrontar estudantes
-
Rússia alerta para informações "falsas" após relatos de segundo caso de peste
-
Infantino tem, por enquanto, caminho livre para reeleição na Fifa
-
Lula, o presidente analógico, se rende ao vídeo selfie para atrair eleitores
-
Messi e o dia seguinte: 'Já sinto falta de vestir a celeste e branca'
-
Costa-riquenha Rebeca Grynspan volta a liderar disputa para chefiar a ONU
-
Kast volta atrás em reforma de segurança com pouco apoio no Chile
-
Arábia Saudita diz que ataques reivindicados por houthis contra aeroportos mataram 3 pessoas
-
Espanha se consolida no topo do ranking da Fifa; Brasil cai para 6º
-
Morre octogenária cujo despejo inspirou a mobilização pró-moradia na Espanha
-
"Bolsonaro nunca mais": milhares vão às ruas antes do segundo turno eleitoral
-
Técnico do Southampton escapa de punição maior pelo caso 'Spygate'
-
Jeremy Allen White enfrenta ambição 'assustadora' das redes sociais em 'O Outro Lado das Redes'
Retirar os escombros para reabrir o porto de Baltimore, uma tarefa 'complexa'
Vários guindastes flutuantes estão no porto de Baltimore nesta sexta-feira (29) para retirar a estrutura de aço e o navio, "quase do tamanho da Torre Eiffel", que derrubou uma ponte, provocando a morte de seis operários latino-americanos, mas a tarefa é "complexa", segundo as autoridades.
O porto de Baltimore, na costa leste dos Estados Unidos, é um dos mais movimentados do mundo.
"Precisamos limpar o canal e abrir o tráfego às embarcações" porque "disso depende a saúde da economia de Maryland e a nacional", afirmou, nesta sexta, o governador do estado, Wes Moore, durante uma coletiva de imprensa.
Mas esta é "uma operação consideravelmente complexa", com um bloco de aço caído sobre uma embarcação "quase do tamanho da Torre Eiffel", acrescentou.
Alguns dos contêineres estão "partidos ao meio, como se fossem papel machê", afirmou o governador, que inspecionou os danos.
A dificuldade de navegar, com "fortes ventos e cabos elétricos", não facilita as coisas, assegurou.
Para retirar o bloco de aço, a Marinha americana se comprometeu a fornecer guindastes enormes, dois dos quais já chegaram. O terceiro chegará durante a noite e o quarto, na segunda-feira, segundo as autoridades.
Um deles poderá erguer cerca de 1.000 toneladas. Mas parte dos destroços da ponte Francis Scott Key caíram sobre o cargueiro Dali e o peso varia entre 3.000 e 4.000 toneladas.
Nas próximas semanas, o governador espera ter funcionando na água um total de sete guindastes flutuantes, dez rebocadores, nove barcaças, oito navios de salvamento e cinco barcos da guarda-costeira.
A retirada dos escombros é essencial para reconstruir a ponte, que colapsou na madrugada de terça-feira como um castelo de cartas, depois que o cargueiro Dali se chocou contra a estrutura, aparentemente devido a um problema em seu sistema de propulsão.
Responsáveis conseguiram emitir um alerta que permitiu interromper o tráfego, mas naquele momento oito operários latino-americanos faziam reparos no asfalto da autopista e caíram na água.
Dois foram resgatados pouco após o desabamento e os corpos de outros dois foram recuperados, mas outros quatro continuam desaparecidos e os mergulhadores suspenderam as buscas até o fim dos trabalhos de limpeza, devido aos riscos da operação.
A tragédia chocou a comunidade de migrantes, sobretudo os operários que costumam trabalhar em condições difíceis.
"Estamos todos com vocês, aqui, agora, e sempre!", exclamaram, nesta sexta-feira, em Baltimore, durante uma coletiva de imprensa, integrantes da We are Casa, uma organização de defesa dos migrantes, que os homenageou.
"Em um país onde os migrantes são frequentemente demonizados (...), somos lembrados, mais uma vez, das enormes contribuições que os migrantes dão a este país", afirmou Gustavo Torres, diretor de uma organização que pediu ao presidente, Joe Biden, que se mobilize por eles.
"Agora é o momento de o presidente dar ajuda a estes trabalhadores que, juntamente com seus irmãos e irmãs nascidos nos Estados Unidos, constroem este país", acrescentou.
Vestindo capacetes e coletes fluorescentes como os dos operários, os migrantes pediram ao governo um Status de Proteção Temporária (TSP, na sigla em inglês), que os proteja da expulsão quando as condições em seu país de origem os impede de retornar em segurança.
O hondurenho Victoriano Almendares, eletricista que mora há 21 anos nos Estados Unidos, contou que passou mais de um ano no hospital devido a um acidente de trabalho que lhe causou lesões nas costas, no estômago e na cabeça.
"Sofri muitas discriminações como hispânico no salário, não me pagam como exige a lei como eletricista, ficaram me devendo dinheiro", protestou. Desculpavam-se com a frase: "você não tem documentos".
Érika Alemán, também de Honduras, disse se sentir "orgulhosa de ser trabalhadora da construção".
"Nossas contribuições são vitais e estou aqui para dizer: nós, imigrantes, somos essenciais", afirmou.
R.Buehler--VB